27 de fevereiro de 2024 às 21:54
HELENA BORDON
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BEIJO

SIM - GOSTEI

ORAL

SIM - SEM CAMISINHA

ORAL COMPLETO

NãO SEI

ANAL

NãO

TAXA ANAL

R$0.00

REPETECO

SIM


Helena Bordon – No Paraíso, por três horas

A chegada de Helena a esse nosso encontro foi triunfal. Coincidiu com o dia em que ela retomou à academia após (finalmente) a autorização médica. Linda como sempre, dessa vez trajando um shortinho matador que revelava todas as curvas de sua linda bundinha, tênis, meia três quartos estilosa, e um mochilão rosa barbie. Parecia uma cheerleader adolescente do meio oeste americano chegando no estádio para o jogo do time da sua universidade. De tirar o fôlego. Muito gatinha.

Beijinhos de boas-vindas, caixinha de Ferrero Rocher, juras de saudades ..... tudo que tem direito. Helena, que chegou a dormir no Uber que a trouxe, segue para o chuveiro. Mais que justo; o calor na rua estava infernal.

Na volta ao quarto já está envolta na toalha, eu deitado de bermuda. Helena se aconchega, começamos a namorar. Como Helena namora gostoso. Faz festinhas no rosto, na nuca, no resto do corpo, alterna beijos carinhosos com os calientes, em um compasso super agradável e natural, sem qualquer resquício de artificialismos. Cheira, olha fundo, fala coisas, vai acelerando a respiração .... e tome carinhos. Pô! Essa é a minha praia! Sou capaz de passar horas assim. É tudo que gosto. Retribuo do meu jeito, fazendo o mesmo, homenageando também seus lindos seios naturais.

Retiro sua toalha e, em seguida sua calcinha (das clássicas, top, como gosto). A coloco de bruços, espalho óleo de castanha doce (que ela adora), e começo a massagem ao som de uma trilha spotfy de Daniel Namkhay (terapeuta zen, shiatsu, etc). Helena literalmente se entrega; em menos de quinze minutos já parece estar em sono profundo. Fico sem saber se ela é boa de relaxar, ou sou eu que estou ficando bom nesse negócio de massagens (ou os dois, né?).

Para não correr o risco de ela realmente dormir, antecipo o ataque às suas regiões mais sensíveis. A Bela Adormecida estão “desperta”, com aquele olhar preguiçoso do Garfield, e começa a reagir. Alterno os toques com carinhos na palma das mãos, lóbulos, dobras dos braços e pernas, enfim, aplico todo o meu arsenal. A essa altura, Helena está entregue.

Barriguinha para cima, momento de dedicação total à xerequinha, já bem molhadinha. Ela adora ser chupada e eu adoro chupá-la. Deu macht! Se contorce, geme, dá uns gritinhos, aperta os lindos seios. Ao longo dos vários minutos seguintes Helena vai num crescendo de prazer, a cujo ritmo procuro me adaptar em termos de velocidade e pressão, até que goza sem qualquer censura em palavras, contrações ou estridência. Abriu um sorriso de canto a canto da boca, suspirou, falou umas palavras que não entendi, e caiu de lado.

Ao abrir os olhos alguns minutos após, me perguntou séria: “cadê o red label com redbull que você prometeu fazer?
Cararáca! Como é que eu fui esquecer de oferecer a ela o “double red” como “boas vindas” assim que chegou? Servi o doble red em um copo furado, fazendo com que a generosa dose não demorasse mais de dez minutos para secar. Mudei de copo e ofereci um segundo. Nesse ínterim botamos em dia nossas conversas, sempre muito interessantes sob o meu ponto de vista, dada a educação, cultura e vivência da Helena. É um prazer enorme encontrar uma menina tão nova, com tamanho refinamento (e bestice zero). A conversa flui de tal forma que o tempo passa voando.

Os leitores acreditam que resolvi, a essa altura, fazer novo desafio aos chineses. Não renovei a dose de doble red, e me atraquei de novo com Helena, sacando logo em seguida meu porquinho rosa sugador (importado pela Amazon). Ela sorri demonstrando satisfação pela iniciativa e assim engrenamos um segundo round. O porquinho atuando no clitóris, minha língua nas escondidas glândulas do prazer, e alguns dedos no ponto G. Às vezes algum outro dedinho safado procurava despertar sensações adicionais a Helena. Ficamos nessa faina por um bom tempo até que Helena, sem a menor sombra de dúvida, gozou uma vez mais. Desmaiou novamente, e logo acordou decidida a retribuir-me, atacando com aquele oral extraordinário (top 3).

Dois dias antes eu havia vindo de outro encontro no qual Watson (meu inseparável companheiro) foi fustigado de todos os jeitos, o que o deixou bem dolorido. Burro, não o tratei com Bepantol, como de praxe faço em circunstâncias similares. Resultado: puxei Helena para o alto pedindo beijos, interrompendo o oral.

Acho que isso só a excitou mais. Ela me encaixou em tesoura fazendo com que Watson se esfregasse em toda sua extensão em seu já excitado clitóris. Helena por cima foi assim me comendo, em um ritmo que começou despacito mas que depois virou frenético, até que gozou pela terceira vez; e muito, muito mesmo.

No tempo que nos restava Helena lançou mão de todas as mágicas que conhecia para me fazer gozar (e foram muitas, garanto). Tentamos tudo, tudo que estivesse ao alcance. Mas a dor muscular não permitiu uma finalização à altura dos deliciosos momentos que tivemos.

Este fato, de forma alguma ofuscou o prazer desse nosso encontro, eu diria até que pelo contrário, pois, fosse eu ejaculador precoce, quinze minutos seriam suficientes para me satisfazer, mas sem dúvida alguma, frustrante para a minha companheira, consequentemente para mim.

Acho que, com o amadurecimento, o prazer sexual masculino, felizmente, não se limita somente à ejaculação. Ele certamente incorpora, em doses diferentes conforme a pessoa, o prazer de ter proporcionado o prazer à companheira. (“me dá o prazer de ter prazer comigo”- Rita Lee, em Lança Perfume) => https://www.youtube.com/watch?v=L60qWVke-Sc

Helena. Obrigado uma vez mais. Teremos repetecos .... muitos.