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BEIJO
SIM - GOSTEI
ORAL
SIM - SEM CAMISINHA
ORAL COMPLETO
SIM
ANAL
SIM
TAXA ANAL
R$0.00
REPETECO
SIM
A Bruna atende em motéis, mas também em uma sala no Shopping Downtown. Um pouco longe pra mim, mas nem tanto se ela cumprisse a promessa dos seus anúncios. No papo pelo WhatsApp, me disse que também poderia me atender em uma casa em Jacarepaguá caso fosse mais prático pra mim. Pedi o endereço, um condomínio próximo à Linha Amarela, pertinho da CDD. Perguntei a ela qual era o esquema e ela me explicou se tratar de uma casa em que ela e outras meninas alugam quartos para fazerem os atendimentos. Dava para estacionar no próprio condomínio. Fechamos o valor do atendimento e marcamos para o dia seguinte.
Cheguei de carro. Estacionei em frente à casa e fiquei aguardando ela vir me receber na porta. O condomínio é tranquilo, não tem porteiro e quase não vi movimento. São casas grandes e o acesso é através de um portão eletrônico que estava aberto quando cheguei. Entrei direto e fiquei esperando a Bruna, que veio me receber na porta depois de uns 10 minutos. O local é um casarão antigo que já deve ter tido seus dias de glória. Há uma piscina bem grande logo na entrada, no quintal, e estava limpa. Comentei com a Bruna que dava pra fazer uma bagunça ali. No que seria uma sala de estar, esbarramos em uma outra menina, de lingerie, que foi simpática e me deu bom dia. Observei uma placa sobre uma mesa, credenciais de Wi-Fi da casa, mas que não consegui ler. Passamos pela cozinha. A Bruna conversa com alguém está nos fundos da casa. Pergunta se podemos usar o quarto Brasil. A "tia" surge e nos orienta a usar o quarto África do Sul, que já está limpo e pronto para uso. É uma suíte pequena, uma cama com colchão molenga, um banheiro e nada mais. Dando uma de arquiteto do puteiro: a pintura do quarto já não está lá essas coisas, descascando em alguns pontos e com marcas de mofo; há um tapete velho e bem gasto no chão; no banheiro, chuveiro, sanitário e um espelho diminuto. O aspecto geral é de decadência. Penso em ir embora. Vejo a mesma placa de wifi em uma prateleira. Me aproximo para ler e vejo que o local é a tal Diego's House que aparece de vez em quando aqui no Arena. Olho para a Bruna sentada da cama, mexendo em sua bolsa, uma beleza estonteante. Decido ficar.
A Bruna estava usando uma saia rosa colado ao corpo que terminava em uma fenda sobre uma das coxas. O tomara-que-caia cumpria exatamente seu papel e tentava a todo momento deixar seus seios à mostra. Enquanto conversávamos, ela ia tirando alguns apetrechos de dentro da bolsa. Preservativo, cigarros, lubrificante e um gel de nome bastante sugestivo: Kuloko. Aproveitei para observá-la melhor. Você é linda, comentei. Ela pareceu desconcertada – ou simulou estar. Sou? Cê acha mesm? Uma das primeiras coisas que notei nela, além de sua beleza, foi o sotaque. Arrisquei que era de Minas, mas ela me corrigiu e disse que era de Volta Redonda. Lembrou muito o jeito de falar da linda Cleoh (https://gparena.net/td-show.php?t=8016). Voltei a elogiá-la. A cada enaltecimento da minha parte, ela abria um sorriso e agradecia, sempre muito simpática.
Não direi que não há diferença entre as fotos nos anúncios da Bruna e a mulher que conheci. Talvez um mínimo filtro, um ângulo que a favoreça mais, ou uma camada de maquiagem além do que me apresentou naquele dia. Mas é a Bruna, exatamente o que as fotos demonstram: uma mulher bonita, muito bonita. Figura fácil entre as mais encantadoras que anunciam aqui. Ela deve ter seus 1.60 de altura, seios com próteses e um bumbum bem macio, sem exageros, altamente tátil. Tem um rosto de menina, cabelos aloirados e uma boca bem delineada. Assistir seus cabelos subindo e descendo enquanto fazia meu pau de desaparecer em sua boca, ou então poder admirar seu corpo em movimento na direção contrária às minhas investidas me proporcionou um espetáculo visual inacreditável.
Ambos tinham vindo de casa, então não teve banho. Nos atracamos num beijo suave, bem acolhedor, que foi intensificando conforme nossas línguas se encontravam, um beijo que conectou com facilidade. O tomara-que-caia cumpriu seu destino, expôs os seios grandes que logo encontraram minha boca. Depois foi a saia, a calcinha vermelha, minúscula, transparente. Meu pau latejava na mão da Bruna. Vou te dar um beijinho, disse. Sentou na cama e deixou o calor da sua boa me envolver. O boquete da Bruna é bastante suave, gentil. Ela dedica bastante tempo à glande, mas não se limita a ela. Às vezes tenta colocar tudo na boca, mas sem alcançar a garganta. O beijinho sacana da Bruna me deixou no limite do enrijecimento. Olhei para a cama e mirei as camisinhas, mas ela me pediu para deitar, pois ainda não tinha terminado.
O boquete continuou comigo deitado. O que começou suave se intensificou e logo veio a vontade de gozar. Contive o ímpeto e pedi para trocarmos de posição. Ela se deitou e fui provar daquela flor que, segundo Gullar, exala urina e mel. Percorridos os caminhos possíveis, depois de um tempo, ela anunciou o orgasmo. Tirou minha cabeça do meio de suas pernas, limpou minha boca e queixo. Então me deu um beijo demorado.
A Bruna subiu em mim, encaixou a ponta do pau na entrada da vagina e o deixou escorregar centímetro por centímetro cavidade adentro, usando o peso de seu corpo para avançar na penetração. Contolava o encaixe com ambas as mãos em meu peito. Orquestrou com maestria a prazeirosa tortura que encenava. Depois se soltou e com os músculos das coxas retesados, quicou sobre mim com vigor. Alternamos posteriormente algumas posições até que gozei, finalmente, durante o ppmm.
O segundo round ocorreu sem muita cerimônia depois de um breve papo. Depois de começarmos com ela de quatro na beira da cama, tomou a iniciativa com o sotaque irresistível: quer fazer anal? O Kuloko que saltava na cama durante as investidas anteriores entrou em ação para auxiliar a penetração. Meu pau entrou devagar, com alguma resistência, mas logo se acomodou. Sem qualquer tipo hesitação, Bruna me pedia para ir com vontade. Soca meu cuzinho, soca, ouvi repetidas vezes enquanto ela se tocava. Aproveitei o embalo, com ela de joelhos e de costas na ponta da cama e alcancei seu sexo para masturbá-la. Após estocadas vigorosas, me pediu que não parasse pois ia gozar. Intensifiquei os movimentos da minha mão e, razoavelmente sincronizados, gozamos.
A Bruna é um destes casos raros em que me surpreende não estar aparecendo um relato dela por dia aqui no Arena. Uma mulher de beleza fácil, muito gente fina e um sorriso constante. Durante nossa conversa ela me revelou ser nova no ramo. Está atendendo desde dezembro apenas. Fica aqui minha recomendação aos companheiros que precisam, para ontem, reparar esta situação. Ela mesma me confidenciou durante o encontro que um forista comentou que não faria relato dela para não lotar a agenda e dificultar os repetecos. Parece mais um caso de sonegador apaixonado que já já será interpelado pelo Eddie e seu urso de estimação. Bora, galera, vamos divulgar essa mocinha delícia e gente boa pra kct. Por fim, deixo registrado o poema do Ferreira Gullar que mencionei durante o relato.
Um sorriso
(Ferreira Gullar)
Quando
com minhas mãos de labareda
te acendo e em rosa
embaixo
te espetalas
quando
com meu aceso facho e cego
penetro a noite de tua flor que exala
urina
e mel
que busco eu com toda essa assassina
fúria de macho?
que busco eu
em fogo
aqui embaixo?
senão colher com a repentina
mão do delírio
uma outra flor: a do sorriso
que no alto o teu rosto ilumina?
