26 de Março de 2024 às 17:01
ISIS CARIOCA
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BEIJO

SIM - GOSTEI

ORAL

SIM - SEM CAMISINHA

ORAL COMPLETO

NãO SEI

ANAL

NãO

TAXA ANAL

R$0.00

REPETECO

SIM


Isis, a Carioca da gema

Ísis deveria escrever um livro. Tem uma densidade de histórias por ela vivenciadas, desde a mais tenra idade, de uma riqueza impressionante. Às vezes me esqueço completamente da finalidade original dos nossos encontros, e fico direto escutando-a. Apesar de ter menos da metade da minha idade, tem um estoque respeitável de experiências de vida. Não estou convicto de que seguirá sendo GP. Sua vulnerabilidade é o romantismo, armadilha fatal nessa profissão. Não conheço ocasião em que ela tenha atendido mais de um cliente em um só dia.

Trazida originalmente ao Arena pelo desbravador amigo MRio, conheci-a por sua recomendação. Desde o primeiro encontro ela me marcou por sua “allure” e forte personalidade. Sob o ponto de vista estético, Ísis é ímpar. Miscigenação de negro, árabe e europeu, a resultante é de uma beleza especial, ao meu ver excepcional, principalmente ao sorrir. Aí então, é avassaladora. O bom gosto minimalista de seus adereços realça seus traços. Seu corpo é um capítulo à parte. Esbelta, tem tudo em proporções e formatos perfeitos.

Vamos então ao segundo repeteco. Este foi no Serrano, que me conquistou pela proximidade, pela hidro, geladeira, almoço executivo e ” kit bye bye” (ao invés do clássico “welcome drink” no check-in-in dos hotéis, o Serrano oferece Marula e café no check-out).

O agendamento é rápido e bem objetivo. Ao contrário da maioria das cariocas, Ísis é pontual. Vai me informando sua localização dinamicamente pelo WhatsApp, e chega, já clamando por uma ducha. Ao contrário de minha recomendação expressa, veio de moto, ao invés de vir de carro. Essas meninas não sabem o risco que correm. Minha querida Camilla Ferraz ficou no estaleiro por mais de um mês por conta de uma queda besta de moto táxi. Falo de cadeira, pois também já fui motociclista.

Enquanto Ísis se banha, abro o tinto que lhe prometi, e lhe sirvo uma taça. Ela já morou na Argentina, e lá aprendeu a apreciar os bons vinhos.

Após a segunda taça já fomos para os finalmente, iniciando uma massagem de bruços “au grand complet”, com óleo de amêndoas doces. Uma vez mais, Ísis deitada, e totalmente oleada, parece uma estátua de bronze. Um verdadeiro espetáculo. Não me perdoo o fato de não a haver fotografado assim.

Fico um tempão contemplando e acariciando Ísis, de cima a baixo, às vezes montando sobre ela, às vezes a abraçando, por um lado, por outro, sempre mantendo o ritmo da massagem em harmonia com o fundo musical tântrico de minha song list. Aos poucos, começo a concentrar minhas atenções naquele bumbumzinho perfeito, para logo depois pedir para Ísis se posicionar de forma tal que eu pudesse iniciar um oral. Nesse instante inicio minha intentona: fazê-la gozar. Ísis é dura na queda, e me faz empregar toda experiência e recursos por um tempão. Ela geme, se retorce, sem, entretanto, parecer chegar perto do clímax.

Quando eu já estava quase desistindo, deu-se o milagre. Percebi que algo acontecia, e me dediquei com maior afinco a um sprint final ...... e então ....... bingo !!! Veio mais uma vez a famosa exclamação eternizada pelo único Carlos Zéfiro: “porra, caraaaalho, puta que pariiiiiu, vou gozahhhhhh argth aaaaahhhhh”. Ísis perde a linha, e com a mão tapando a boca, grita por alguns segundos mais até cair desmaiada de lado, se defendendo das leves lambidas de despedida que eu ainda lhe dava na parte externa da ppka e na virilha. Gozada apoteótica, sem qualquer sombra de dúvida

Para arrematar, passados um tempinho, emendamos um franguinho assado, feito de forma tal que parecia mais um carinho, um sarro, do que uma penetração, até porque, a essa altura, depois de algum tempo, eu já estava em situação de meia bomba.

Ficamos abraçados por uns momentos, e logo depois nos metemos na hidro pra esfriar o couro dos tambores. Relaxamento total. Uma delícia. Como por milagre, passados uns quinze-vinte minutos, toca a campainha da entrada, e nosso almoço é servido. Irretocável (a fome faz milagres, né). Durante o almoço Ísis me conta capítulos super marcantes de sua infância. O vinho é devidamente finalizado. Voltamos para o quarto e fazemos algumas fotos.

Pose daqui, pose de lá, foto vai, foto vem, põe lingerie, tira lingerie, ajeitada da perna, arrebita a bunda, agarra o lençol como se estivesse gozando, trepa com os travesseiros ..... resultado: fico excitado de novo, e recomeço carícias seguidas de oral. Ísis, honestamente, me adianta que nunca havia gozado duas vezes seguidas na vida. Como até hoje ela só me fala coisas que me parecem verdadeiras, confio 100% em sua afirmação.

Mas, a essa altura, a coisa virou uma questão de honra. Reuni tudo que sabia e dispunha, com um intuito só: fazer Isis gozar duas vezes seguidas pela primeira vez na vida. Não vou entrar em detalhes; confesso que levou um bom tempo, e muito suor. Mas, quando começou, não parou mais; Ísis deu um longo espetáculo de expressões assustadas, contorções e gritos, principalmente gritos. Não me lembro ter presenciado cena igual; cheguei a ficar preocupado. E, desta vez, Ísis realmente caiu dura. Não dava para tocar mais em parte alguma de seu corpo. Ficou assim por algum tempo até que, sem falar (o que é raro) se levanta e se dirige à toalete. Mal consegue andar.

Bem mais tarde, recuperada, Ísis se dedica a me finalizar, o que consegue rapidamente, com um trato carinhoso e completo que me fez expelir decilitros de ectoplasma como não ocorria há algum tempo.Tentei, mas não consegui, abafar o escândalo.

Conclusão (curta e grossa): Ísis é foda. Mulher nota 10. Recomendo um atendimento mínimo de duas – três horas.

Nota 1: a publicação das fotos foi autorizada pela modelo
Nota 2: o valor especificado não inclui o Uber (Isis mora pertinho de Laranjeiras)