24 de Abril de 2024 às 16:14
BEIJO

SIM - GOSTEI

ORAL

SIM - SEM CAMISINHA

ORAL COMPLETO

SIM

ANAL

SIM

TAXA ANAL

R$0.00

REPETECO

SIM

Eu: Viu minha mensagem no fórum para você?
Ela: Não vi.
Eu: Posso falar agora?
Ela: Sim.
Eu: Te quero!
Ela: 17h. Quero gozar muito.
Eu: Isso é uma ordem?
Ela: É uma intimação.

E assim foi o prelúdio de uma foda que não poderia ser descrita com outra palavra que não seja "fantástica".

17h em ponto ela me autoriza a subir. Mal entro em seu apartamento, só dou um "oi", aviso da campainha com botão prendendo, coloco a Coca-cola e a cerveja que eu trouxe em cima da mesa, tiro minha camisa, agarro a baixinha, a coloco em cima da cama, me ajoelho no chão, puxo seu vestido para cima, caio de boca em sua ppk. Delícia! Me farto ali. Meu tesão só aumenta ouvindo-a gemer e falar entredentes "o que é isso???". Ela agarra meus cabelos com as mãos, prende minha cabeça entre suas pernas, se contorce, até que arfa mais fundo e me dá uma ordem: "vai tomar um banho!".

Banho tomado, volto para o quarto, ela já me manda sentar na beirada da cama, se ajoelha e começa um boquete dos deuses. "Eu já fiz beijo grego em você?". "Não". "Então relaxa, bota as pernas em cima de mim". As habilidades orais da baixinha de ébano provam-se mais uma vez serem de outro mundo.

Eis que ela puxa uma camisinha, me encapa e senta de costas pra mim. Encaixe perfeito. E começa a me puxar de um lado para o outro do quarto. Na outra beirada da cama, de frente para o enorme espelho do seu armário, sentados na cadeira, em pé em frente ao espelho do lado da porta de entrada, ela quer se ver e ser vista. Estamos elétricos, se alguém encostasse em nós morreria eletrocutado.

Vamos para a cama, ela fica por cima de mim. Me cavalga com o corpo colado no meu. "Me aperta", ela ordena. Abraço-a e a beijo. Ela pula para o meu lado, fica de ladinho, e volto a penetrá-la. Adoro essa posição, dá para ficar brincando com todo o seu corpo, beijando o seu pescoço, apertando seus seios. Ela me manda vir por cima, e nessa posição eu não aguento mais. "Você não queria me deixar branquinha? Vem!". Arranco a camisinha e gozo em seus rosto, ela brinca com minha pica, espalhando a porra em volta de seus lábios. Enfio meu pau em sua boca e sinto espasmos pelo meu corpo.

Finalmente conseguimos olhar um para o outro e dizer um "Oi! Tudo bem? Quanto tempo!". Seis frases e ela olha para baixo. "Ele não vai abaixar?". E cai de boca. E pega outra camisinha. E começamos a namorar de novo, dois animais no cio. Desta vez gozo em sua bucetinha.

Desta vez não havia jeito, eu precisava descansar. Conversamos, rimos, falamos de nossos aniversários que se aproximam, de nossos animais de estimação, "Agora vem aqui e ajoelha de novo!", "Moça, me deixa descansar", "VEM!". E lá fui eu me fartar de novo naquela ppk gostosa, minha língua passeando por todos os lugares. E ela me provocava, e gemia, e gozava. Nova camisinha, peguei-a de quatro, dava tapinhas naquela bunda maravilhosa. Papai e mamãe, eis que ela diz "Você já gozou na minha cara e na minha buceta, quero na boca agora". Arranquei a camisinha e gozei em sua boca, sugou tudo, até a minha alma. Rolei na cama gemendo, sem forças, extasiado.

Sheron volta de sua higiene oral, deita do meu lado e ficamos namorando. Conversamos e brincamos mais. Me levanto para tomar minha Coca-cola, ela fica sentada na beira da cama. Volto a beijá-la e acariciá-la, enquanto eu mesmo brinco com meu pau, que vai endurecendo aos poucos.

"Você não ia embora?"
"Ué, eu não disse que se não tivesse atraso eu poderia ficar 2h? Posso ficar?"
"Pode!"

O bicho de pé quatro vezes é um evento que não pode ser desperdiçado. Camisinha colocada, a deito na cama, na beirada onde ela estava, e de pé a penetro, com suas pernas por sobre os meus ombros. Beijo e chupo os dedos de seus pés, ela vai à loucura. Me manda ir para a quina da cama. Excelente lugar! Nessa posição, ela ainda deitada de costas e eu de pé, consigo penetrá-la mais facilmente e mais fundo. Aumento o ritmo, os olhos de nós dois reviram. Nesse momento estávamos quase entrando em combustão espontânea. Jogo-a pra cima da cama, vou por cima dela e peço "me aperta!". Ela me aperta contra seu corpo e dessa forma gozo pela última vez. Êxtase total.

Ambos satisfeitos, nossos instintos saciados, nos encaramos. Nos beijamos em pé, abraçados, admiro aquele pequeno corpo, tentando entender como cabe tanta gostosura, tesão, alegria e safadeza ali.

Tomo meu banho e vou para a rua, um sorriso no rosto, cantarolando músicas na minha cabeça, pensando se eu conseguiria dormir aquela noite. Ainda no metrô, escrevo este relado no bloco de notas, para não deixar nenhum detalhe de fora.

Adendo: Nem precisava. Hoje, alguns dias depois, tudo ainda está vívido na minha memória. Ainda sinto a sua pele roçar na minha, seus lábios tocando o meus.... Melhor parar e voltar pro trabalho!