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BEIJO
SIM - GOSTEI
ORAL
SIM - SEM CAMISINHA
ORAL COMPLETO
SIM
ANAL
SIM
TAXA ANAL
R$50.00
REPETECO
SIM
Esse sou eu, fazendo minha compra mensal no supermercado. Três marcas de molho inglês estavam exatamente na minha frente quando fiz esta pergunta idiota ao funcionário. É um problema recorrente que tenho em supermercados. Sempre que pergunto por algo a alguém, este algo, em geral, está escancarado na minha cara (de debiloide, é claro).
Nessa sexta feira ocorreu o mesmo, mas não no supermercado. Procurando uma menina para compartilhar a tarde (pré Madona), percorri por mais de uma hora minha longa wish-list, várias vezes, de Cascadura à Barra, passando pelo Centro e sempre alguma coisa me afastava da escolhida, até que parei em um nome: Angel Nunes, que de anjo não tem nada, e mora em ........ Copacabana, pertinho de mim.
No momento em que me fixei em seu nome, vieram recordações, e, consequentemente, saudades. Já havíamos nos encontrado duas vezes, e ainda tínhamos um compromisso o qual, por razões diversas, ainda não havíamos cumprido: comer seu cuzinho com ela aplicando seu chinesinho sugador no clitóris que havia comprado em janeiro por indicação minha (desde então seu inseparável companheiro). Angel é siririqueira crônica.
Havia ainda uma segunda razão para o reencontro. Em janeiro conversamos bastante sobre preferências de uvas e vinhos (Angel é sommelière graduada pela ABS), quando coincidimos em preferências da malbec e petit verdot. Lhe prometi um malbec de uma sub-região de Mendonza – Argentina, chamada Luján de Cuyo, de onde, ao meu ver, se originam os melhores custo benefício de vinhos de los hermanitos.
Marcamos o encontro com uma antecedência recorde, menos de duas horas, Desembarco no seu aconchegante ninho, já amplamente descrito pelos confrades que me antecederam. Ela me recebe de shortinho e maiô, vestida como se estivesse indo à praia; um tesão! Angel deve ser irmã do Peter Pan. Continua igualzinha. Corpaço! Super simpática e resolvida. Mi-mi-mi zero. Figuraça.
Ela abriu, e provamos o vinho. Estava “pronto”, redondinho. Aprovado pela expert. Isto feito partimos para o enrosco. A sessão beijos de Angel é muito gostosa. Nela ficamos algum tempinho, seguido de um oral que quase me aniquila logo no início, até que fomos para sua cama (agora é alta; viu MRio?), para uma breve (mas inevitável) massagem, na qual procuro privilegiar pontos e regiões que mais excitam Angel, que logo logo começa a rebolar. Sua cabeça já devia estar imaginando fazer o que havíamos combinado.
Não aguento o rebolado daquela bunda. Só de olhar quase gozo. Resolvo deixar Watson (meu companheiro de todas) de castigo, me ajoelho no chão à beira da cama e inicio o oral. Rapidinho Angel pede para parar; “senão gozo agora, e não quando você estiver comendo o meu cú”, explica ela, em português castiço. Rimos muito da franqueza e demos uma maneirada. Pausa para pipi e hidratação. Involuí para uma meia bomba.
Na sessão seguinte Angel rapidamente reanima Watson e tentamos de ladinho, mas a coisa não evolui (sou meio sem jeito nessa posição). Mais reanimação, e partimos para o “de quatro”, quando as coisas realmente começaram a funcionar. Poupo os(as) leitores(as) dos detalhes. Só posso afirmar que nossos propósitos foram plenamente alcançados, para a satisfação de ambos.
Mais uma pausa que antecede nova finalização deste forista, esta mais intensa, com Angel sugando a careca de Watson por uns trinta segundos após o clímax ter sido anunciado. Não sei que tipo de exclamações usei. Só sei que Angel disse que não conhecia esse tipo de reação, e ria muito, apesar de sua boca estar bem cheinha.
Acabamos com o Malbec e com os aperitivos das Casas Pedro. Batemos um papo super agradável sobre temas variados, combinamos várias coisas e nos despedimos. Espero me lembrar de tudo, pois a memória de Angel é surpreendente (e não quero fazer feio).
Com certeza, não vou mais esquecer aonde está o “molho inglês”. Logo no início da Avenida Nossa Senhora de Copacabana!
