06 de Maio de 2024 às 13:46
BEIJO

SIM - GOSTEI

ORAL

SIM - SEM CAMISINHA

ORAL COMPLETO

SIM

ANAL

SIM

TAXA ANAL

R$0.00

REPETECO

SIM

– Oi, ainda lembra de mim?
– Nossa, faz muito tempo!
– Precisamos resolver isso.
– Precisamos de verdade!
– Terça, 12:30?
– Tá ótimo! Quero ver heim
– Eu que quero ver. Vocês sem roupa.
– Kkkk. Qual cor da lingerie?
– Você fica bem de todo jeito, mas sabe o que me derruba? Roupas do dia-a-dia. Um shortinho ou uma uma saia curta...
– Deixa comigo. Vou te pegar de jeito.

E pegou. Acho que é meu terceiro encontro com a Maya e algo que me cativou logo da primeira vez foi a intensidade que ela coloca no encontro. Desta vez, não foi diferente. Ela tem um beijo de muita substância e que te envolve, os lábios espessos tem uma maciez muito rara. É um beijo de boca inteira, excitante, que grita desejo, mas cadenciado, sem pressa ou tropeços. O jeito como move a boca e usa a lingua me ganharam desde a primeira vez.

No meu TD anterior eu estava aqui falando sobre os olhos da Hellen, que são os mais bonitos que já vi aqui do Arena. Acontece que a Maya também possui olhos muito singulares, ligeiramente maiores que o normal. São olhos de Mangá, pensei quando a conheci, grandes e marcantes, de uma robustez avassalafora. Desta vez, por estar com a série Fallout ainda fresca na cabeça, recordei imediatamente da Ella Purnel, atriz que faz a Lucy no seriado, cujos olhos, definitivamente, se destacam  dos outros atributos do seu rosto. Se tivesse que passar a vida preso num bunker nuclear, pensei, não seria nada mal esbarrar com estes olhos de vez em quando.



Os beijos duraram uma eternidade. Maya estava de short jeans e uma camiseta soltinha, recortada na altura do abdômen. Quando passei minha mão em seu tórax, notei os bicos dos seios saltados, sem sutiã. Levantei o fino tecido da blusa e abocanhei um dos seus mamilos. Senti seu corpo arrepiar quando mordi de leve seu pescoço. Afastei meu corpo, puxei seu short pela costura superior e fui soltando cada um dos botões. Ela me ajudou a retirar minhas calças. Ainda de pé, acariciou meu pau por cima de cueca enquanto mordia meu lábio inferior. No momento seguinte, já livres de todas as peças de roupa, ficamos nos beijando enquanto nos masturbávamos mutuamente.

O tesão nos levou para a cama. De quatro na ponta do colchão, Maya engoliu meu pau com a voracidade de um animal faminto. Com habilidade, colocava e tirava o membro da garganta sem qualquer embaraço. Olhava para mim com aqueles olhos expoentes e batia com a rola na língua, às vezes na bochecha. Lambia o saco, sugava com pressão uma das bolas e depois voltava a sumir com o pau entre os lábios. Quase me fez gozar com a punheta giratória que fazia enquanto enquanto sugava a cabeça do pau. A Maya tem uma dos melhores técnicas que já experimentei e sabe como ninguém unir boquete e punheta numa coisa só, algo que acho fundamental para um sexo oral perfeito.

Deitados, fui explorar suas coxas com leves mordidas. Passei minha língua de cima a baixo, mordisquei suas panturrilhas e depois fui para a virilha. Aqui vou separar duas entidades: Maya, a mulher exuberante que te recebe com beijos em seu apartamento e a Gueixa que surge do meio de suas pernas. Boceta é bom de todo jeito, em todas as formas, mas isso não me impede de ter preferências. E aqui posso afirmar: a Maya tem uma boceta espetacular. Os grandes lábios, são realmente grandes, suculentos, bons de lamber e morder. Já estava molhada quando a alcancei com minha boca, o clitóris bem pronunciado e pronto para degustação. Chupei até que ela chegasse ao primeiro orgasmo, que veio espontaneamente, sem grandes dificuldades. Desacelerei a língua para que ela curtisse o momento de sensibilidade, mas não parei de chupar. Em certo ponto senti que ela se animou novamente, intensificando os gemidos. Você quer mais, né?, perrguntou. Se continuar, vou gozar de novo. Acelerei os movimentos e, depois de um tempo, um novo orgasmo irrompeu em minha boca. Suas pernas tremiam ligeiramente e ela estava com os olhos cheios de água. Tu me fez chorar, safado. Desculpe, da próxima vez não faço nada, brinquei. Ah, vai fazer sim, ela sorriu. Deitei na cama e ela começou um novo boquete destruidor.
Maya começou cavalgando, alternando entre sentar e se esfregar lentamente em meu pau. Gosto dessa esfregação, a sensação da rola deslizando vagina adentro, além da fricção do clitóris contra a virilha. Depois trocamos de posição e ela ficou de quatro na cama enquanto eu me encaixava por trás. Variação de ritmo, aproveitando a desaceleração para acariciar seu corpo, pressionar sua nuca e costas, além de uma leve massagem nas pernas e panturrilha. Encaixamos um papai-mamãe com muito beijo e logo depois, gozei com ela de bruços.

Fui tomar um banho e na volta ficamos de papo. Durante o trajeto para casa, trocamos algumas mensagens mútuas de agradecimento e provocação. A gente tem uma química muito sinistra, ela ressaltou via WhatsApp. Eu acreditei, obviamente. Depois fiquei pensando: quem não tiver química com esta mulher tá fazendo algo muito errado. Uma máquina dessa é um convite para se aprender a pilotar. Dirigi calmo na volta para casa. Atravessei do centro para o Méier lembrando daqueles olhos magníficos e daquela trepada sensacional.