06 de Maio de 2024 às 18:09
PÉROLA BITTENCOURT
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BEIJO

SIM - GOSTEI

ORAL

SIM - SEM CAMISINHA

ORAL COMPLETO

NãO SEI

ANAL

DISSE QUE FAZ

TAXA ANAL

R$0.00

REPETECO

SIM

TINHA QUE SER A PÉROLA DE NOVO!

Demorei mais do que o normal para postar esse relato. Não queria escrevê-lo de qualquer forma. Primeiro por não se tratar de apenas mais um, segundo por não ser sobre só mais uma.

Ausente por cerca de 3 meses, nem eu sei como consegui ficar tanto tempo distante da vila. Numa espécie de retiro, pude descobrir até aonde vai a minha resistência, como também localizei onde estava verdadeiramente o meu coração. Lutei contra demônios e domínios, dizendo "não" quando tudo que queria era dizer "sim". "Só por hoje!", como dos que lutam contra um vício era o meu lema, embora no íntimo soubesse que mais dia ou menos dia, retornaria.

No primeiro relato com ela "COM O QUE SE FABRICAM OS COLARES DE PÉ - RO - LAS?" - por sinal o que me deu mais prazer de escrever até aqui - quem leu (acredito eu) pôde notar, não à toa, um sentimento de carinho em cada linha digitada. Pérola é aquele tipo de menina que sabe chegar e, infelizmente, sabe e precisa sair. Estar com ela é leve, divertido e prazeroso. O relógio, perverso, corre mais depressa que o normal, quando na realidade deveria parar. Mais uma vez senti-me como criança lambrecando-se com doce. Como guri num parque de diversões.


Entrando na Vila.

Sem querer querendo, já próximo de ceder à tentação, entrei sem logar no Arena e vi um anúncio dela no Social dizendo que estava sumida e que tinha modificado seu local de trabalho do Méier para o Centro. Fiquei feliz duplamente, pois além de parecer uma evolução migrar para essa região que é uma espécie de QG da vida libidinosa, também havia ganhado um pretexto para iniciar uma conversa. Munido dessas informações, enviei mensagem já cheio das boas e "más" intenções:

— E agora, como faço pra te ver? Deve estar concorridissima a sua agenda aí no centro... — abordei.

— Oi, sumido rs. Quando vem me ver? Estou muito curiosa depois que me disse aquilo! — respondeu.

— Eu entro em contato direitinho pra gente marcar. — finalizei.

Na verdade tínhamos um enrosco e um assunto pendente desde o fim do ano passado, que acabava sendo um motivo para de vez em quando um procurar pelo outro. Quando se promete algo, pelo menos para mim, promessa acaba virando dívida. Sendo assim, depois daquele breve papo eu já sabia que em poucos dias voltaria para a putaria.


Pagando um aluguel atrasado.

Marcamos para o feriado da sexta-feira santa, no mesmo hotel da primeira vez. Um namoro vespertino no Condor, situado no Méier, chancelaria de vez o meu apreço por ela e pelo local.

Adentrei o cortiço com certa antecedência, e após enviar a foto da chave do quarto, contei sofregamente os minutos para sua chegada. Não exagerei quando descrevi sua beleza no primeiro TD. Pérola é realmente incapaz de passar por um lugar sem ser notada. A cor, o cabelo, e o cheiro... os lábios, os olhos, o corpo e o jeito... não tem nada nela que eu, se tivesse em mãos o poder do criador, modificaria.

Tomei um banho, me perfumei e fiquei aguardando o meu tesouro chegar. A mensagem dela avisando que havia chegado, junto ao barulho de seus lindos pés subindo a escada, fez meu coração acelerar na velocidade equivalente à de uma crise de ansiedade. Abri a porta e ela entrou sorrindo pra me dar um selinho. Como da outra vez, meio que "travei" diante dela, que percebeu e comentou que eu sempre ficava tímido quando a via. Mas isso não foi problema pra quem soube quebrar o gelo com competência, fazendo-me uns carinhos antes de começarmos o enrosco.


A Decoração.

Pérola trajava uma única peça sobre seu corpo escultural. O vestido curto, colorido e justo, comportava seus pequenos, porém formosos seios, e escondia metade do belo par de coxas que pareciam mais tesudas do que da última vez. A bunda, digna de capa de revista, ganhava destaque dentro da vestimenta e a ppk totalmente depilada, encontrava respiro livre sem o abafar de nenhuma roupa íntima. De posse de um embrulho, entrego-lhe aquilo que tanto a deixara curiosa, e deste modo resolvemos a nossa primeira pendência antes de iniciarmos qualquer pegação. Ao abri-lo, o conteúdo acaba se transformando na senha que faltava para que ela tirasse a roupa e os meus olhos brilharem em tarde serena. Libertando-se da peça única, Pérola ri da minha cara de paisagem e pede auxílio com a parte de cima a fim de prová-lo. Restaria agora somente a última e melhor pendência.







Conversando sobre negócios.

Poderia ser uma lingerie, como ela havia desconfiando que era, mas optei por um traje de banho, ou melhor, um biquíni. Sempre imaginei Pérola arrancado suspiros de banhistas na orla da praia com sua cor bronzeada e medidas dignas de adoração. Linda, vestindo o biquíni amarelo que o Senhor Madruga lhe deu, sugeri tirarmos algumas fotos para registrar o momento e também para que amenizasse a certeza de saudade da minha parte até um próximo encontro. Feito isto, sem mais razões para continuar vestida, beijei as costas dela enquanto lhe ajudava a tirar as vestes e ali meu pau já começava a endurecer só de chegar mais perto e de sentir seu cheiro.
Por falar em cheiro, assim que ela retirou a parte inferior do biquíni, "farejei" e lambi o que havia ficado de seu sexo nele, fazendo a minha ereção aumentar. Nisto, lembrei também do seu gosto marcante e naquele momento decidi que dessa vez o levaria pra casa, entranhado em meu bigode na viagem de volta. Safada, indagou o porquê de eu ainda estar com tanta roupa e apalpou minha rola por cima da cueca.

Definitivamente não dava mais para ser vencido pela timidez, tão pouco ficar longe daquele corpo moreno. Lancei-me sobre ela e comecei a agarrá-la e beija-la com tesão e paixão. Variando entre boca, nuca e pescoço, aproveitei também para distribuir mordidas de leve no queixo dela, que fechava os olhos e aparentava sentir prazer naquilo. O mais gostoso disso tudo é que a gata retribuía beijando meus ombros, braços e peito, fato que considero um de seus diferenciais no atendimento. Beijos de uma boca macia que faziam todo o meu corpo se arrepiar e a piroca implorar pra entrar em alguma casa. Na sequência, mamei seus peitinhos e ela reagiu mordendo os lábios e prendendo meu corpo de leve com as pernas. Aumentou a pressão da clausura quando desci para beijar seu abdômen antes de saborear sua xaninha.







Tomando uma xícara de café.

Já que tudo que é bom deve ser degustado aos poucos, comecei passando a língua em volta do umbigo até estacionar na parte interna das coxas. Estava ávido para provar seu sexo, mas puni a mim e a ela com demorados beijos e linguadas em regiões próximas, antes de bebericar seu gosto.

Observando cada centímetro daquele corpo, visualizei a dama acariciando os seios no mesmo instante que vejo o grelinho aumentar de tamanho. Era a deixa que eu precisava para iniciar um oral dedicado e fervoroso naquela xoxota lisinha. No primeiro enrosco - não por falta de empenho - tentei fazer com que ela chegasse ao clímax (fiquei até em dúvida na oportunidade), porém faltou algo para que obtivéssemos sucesso. Dessa vez fui capaz! Já conhecendo mais a delícia e observando melhor seus estímulos, usei a língua na rigidez certa e encontrei seu ponto de maior excitação iniciando o "castigo" em seu sexo. Úmida e se contorcendo de tesão, Pérola respondia a minha investida pressionando meu rosto contra aquela buceta apetitosa, dando a entender que estava gostando.

Com o pau roçando perigosamente no lençol e já em ponto de bala, continuei lambendo, chupando e beijando a jóia da princesa, que gemia e respirava cada vez mais ofegante. Na esperança do seu orgasmo, perseverei, e depois de alguns minutos nesse frenesi, a recompensa chegou. Forte e intenso, Pérola gozou em minha boca o mais saboroso dos licores e um dos propósitos daquele enrosco estava alcançado. Afastou com delicadeza meu rosto pouco antes de exclamar um : "Ai, que gostoso!", sinalizando que precisava de um tempo para se recuperar. Subi a cama e alojei-me ao seu lado para acariciá-la até que isso acontecesse.

Recuperada, intuiu que deveria retribuir aquilo descendo meu corpo aos beijos até chegar na pica que não se fez de rogada. Bastou o encostar da boca dela para o mastro se encontrar prontamente enrijecido. Olhei fixamente pra ela, puxei para mais alguns beijos, respirei fundo e me permiti curtir o momento.


Culpa dos energéticos.

Se Pérola soubesse a luta que travo pra segurar a ejaculação quando estou com ela, talvez tivesse mais dó da minha pessoa. Se só o exercício de lembrar das cenas para construir o relato já me traz uma vontade insana de esporrar, "homenageando" o que vivemos, imaginem o controle que preciso ter tendo aquela beldade totalmente entregue num quarto de hotel.

No oral, a gostosa iniciou brincando de esconder o membro todo na garganta, pra só depois subir e descer com aquela boquinha leviana na pressão e velocidade que me agradam, deixando-me totalmente indócil. Na parte final, lubrificou minha rola com saliva na quantidade certa e envernizou o cacete passando a língua horizontalmente desde a base até o topo, quase provocando um acidente. Eu poderia facilmente esquecer de tudo e gozar naquela boca sem cerimônias, mas como estava a um tempo considerável sem cometer o pecado original, preferi não arriscar ficar sem possuí-la. Quando o risco era cada vez mais iminente, implorei para que ela cessasse aquela atuação de almanaque, pegando a camisinha na mesa de cabeceira e pedindo para que ajudasse a encapar o madruguinha.

Dos pontos fortes de Pérola na cama, posso destacar a sua mobilidade e versatilidade. Nos dois programas que tive com ela, obviamente dentro da segurança e do respeito, não negou nada que solicitei. Dona de uma das xoxotinhas mais apertadas que já visitei, sugeri que viesse primeiro na cavalgada de frente, pois além de saber do seu potencial nessa posição, configura uma visão que permite contemplar a maior parte da sua beleza jovial. Quente, começou descendo na pica devagar, até se acomodar e aumentar a velocidade e a profundidade. Sei que já comentei do cheiro dela antes, mas julgo novamente se fazer necessário: No ato, essa gata tem um feromônio arrebatador. Os peitinhos e os cabelos "dançando" conforme o exercício, mais a mistura dos nossos suores exalava luxúria e coloriam uma cena para ficar eternizada em minha mente e, logicamente, a vontade de gozar mais latente. Precisei fechar os olhos por um tempo com o propósito de resistir um pouco mais, porém sabia que não seria suficiente se aquilo ali continuasse.

— Chega! Desse jeito eu vou pra lona... — confessei
— Sempre bobo, você. Tava tão gostosinho. Já disse que pode gozar mais vezes depois. — argumentou.
— Sim, justamente. E você sabe que essa outra frase não é garantia de nada. — contra argumentei.
— Então agora você vai me pegar de quatro. — sentenciou e eu assenti.

Topei porque acreditava que aquela posição me daria sobrevida. Além da pausa na compressão da piroca, a mecânica de ajustar a altura, aliada à busca pelo melhor encaixe, em tese concederia uma relaxada importante para o alongamento da transa. Pobre animal! Acoplado naquela gostosura de raba pro alto, alisando e beijando suas costas enquanto bombava, não consegui me aguentar mais que um minuto nessa posição. Sem que ela entendesse, e no intuito de não gozar, tirei a pica de dentro dela sem avisar, não notando que a borrachuda já estava semi cheia. A garota riu do meu gozo repentino e comentou que eu não havia esboçado nenhum som ou reação de que estava gozando. Surpreso, a decepção não se estendeu muito quando avaliei que mesmo após o coito, a caceta só precisaria de uma limpeza para estar pronta para uma nova invasão.







Pintando as paredes da vila.

Sem medo de negar fogo na volta, optei por uma ducha rápida e a gata também foi se lavar na sequência. Na volta, ficamos aos beijos e carinhos suaves na melhor versão namoradinha da Bittencourt. Acontece, que como já devem saber, é impossível para mim ficar próximo dela e não a querer por completo. A ereção não tardou a se manifestar e logo estava realizando um novo tour com meus lábios por toda a planta da casa. Galudão e apto para mais uma, vesti a armadura e a danada também não tardou a ficar de prontidão. Montou sob meu peito e esfregou a buceta no meu abdômen antes de se posicionar para uma nova montaria. Engatada, ficou ali me maltratando por alguns minutos quicando com a habitual quentura e molejo, até que pedi pra comê-la no ppmm, pois queria finalizar a foda nessa posição.

Alternando entre estocadas firmes e mais cadenciadas, subindo sempre para beijá-la quando faltava fôlego ou quando batia vontade, dessa vez deu pra pressentir a tinta vindo a ponto de conseguir avisá-la. Entregue ao prazer e sem pensar em mais nada, pintaria em grande escala as paredes daquele útero com o branco espesso do meu pincel, caso não existisse o EPI. Que gozada maravilhosa! Desta vez com aviso, pressão e muito som. Pra ficar ainda melhor, a danada repetiu um feito do nosso primeiro encontro, rebolando a pelve toda sensual e apertando a minha piroca cheia de porra antes de liberar a saída. Uma das artimanhas que a tornam viciante.

Olhamos a hora no celular e já não havia mais muito tempo. Suficiente apenas para um novo banho (higiene bucal não fiz por opção já descrita acima), o acerto do cachê e uma breve conversa até o carro de aplicativo chegar para levá-la. Nesse ínterim, com os dois já vestidos, fui surpreendido mais uma vez por seus carinhos espontâneos. Ainda que tenha ocorrido o mesmo no primeiro enrosco, confesso que não esperava essa iniciativa dela que deslocou-se do outro lado do cômodo para tal. Um tratamento especial que faz-me adjetivá-la como uma menina que sabe chegar e, mais ainda, sabe sair, deixando-nos com gosto de quero mais. Dito isto, nos pesa blindar o coração, para, além de viciar, não se apaixonar por ela.


Renovando o contrato de locação.

Saio de mais esse encontro na certeza que se depender de mim, a verei novamente. Enquanto estiver na ativa e enquanto houver um troco no porquinho, visitará meus pensamentos e habitará os meus desejos e intenções. Isso explica um pouco a opção de ir embora com o gosto e o cheiro do sexo dela ainda presentes no meu paladar e olfato.


Gratidão.

Agradeço à Pérola por mais um atendimento de qualidade num todo, e também a cada um que leu mais esse longo TD. A gente se vê qualquer dia, não nesse mesmo horário, mas provavelmente neste mesmo canal.



As dívidas são sagradas!