07 de Maio de 2024 às 11:19
BIA
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BEIJO

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Ainda faltavam poucos minutos para às 10h da última sexta-feira de abril quando recebi a senha que abre as porta do paraíso de um putanheiro ardente: “pode subir, amor”, comunicou-me Bia, a Milf carinhosa e bonita, de curvas sinuosas e olhar provocante.

Meninas, uma dica: o “pode subir…” detona gatilhos. Se “o” ou “a” cliente tem sede ou receio de se entregar à luxúria, a simples combinação destes dois verbos mexe com o organismo de tal forma que a frase se transforma na síntese da narrativa orgástica.

Talvez, até perca para o profano “come meu cuzinho…”, imperativo que deixa minhas mãos trêmulas. Mas, ainda assim, o “pode subir…” tem um significado onírico que justifica à busca ao prazer furtivo. Porque mais do que o coito, em si, o que buscamos é a fantasia renovadora da alma.

Sexo sem fantasia é tão animador quanto um sexo oral com boneca inflável. Apesar de nunca ter feito, imagino a depressão do pós gozo. Por isso, valorizo as mulheres que captam de maneira sútil, sem forçação de barra, o desejo do indivíduo de se desprender da vida real por um tempo qualquer.

E assim é com Bia, hoje uma das minhas taras na Hórus - gata, gostosa, atenciosa, e charmosa. Apesar do desconforto da casa, com regras rígidas e espaço reduzido, sob os encantos dela eu me sinto como o adolescente que se masturbava após as aulas de Glória, a provocante professora de matemática na 7ª série.



Neste último atendimento, agarrei-a já recepção e faltou pouco para tirar suas roupas ali mesmo, jogando-a por cima da mesa da ante-sala. Bia aquietou-me com um beijo e conduziu-me com pelas mãos como um namorado que invade o território alheio aproveitando a ausência dos donos da casa.

Não teve massagem. Houve, sim, um namoro “à beira maca”, com chupação mútua, sarração e provocações. Mamei aqueles peitos siliconados como um bezerro abandonado nos campos e linguei as zonas erógenas da Bia de forma a alinhar os sentidos dos dois corpos.

Uma vez afinados, no desejo e. O tesão, consegui extrair da linda mulher um pouco mais do tanto que ela tem a oferecer a quem a trata com carinho sem perder o fogo. Deitada na maca, pernas abertas sobre meus ombros, já lubrificada, seus olhos apertados e a boca seca pareciam me dizer “fode sua puta preferida, fode…”

Gozei, apaixonadamente, e com a certeza de que consegui levá-la ao mundo da fantasia onde eu me encontrava. Ela me conduziu ao banho e se vestiu à porta do acanhado lavabo como se me guardasse de presenças indiscretas. Paguei e fui embora com a sensação de ter vivido, do “pode subir” ao beijo safado da despedida, os melhores 60 minutos de abril…

Maio que me aguarde…