24 de Maio de 2024 às 00:45
ÍNDIA PITANGA
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BELLA DIAS
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ÍNDIA PITANGA
BEIJO

SIM - GOSTEI

ORAL

SIM - SEM CAMISINHA

ORAL COMPLETO

NãO SEI

ANAL

NãO SEI

TAXA ANAL

R$0.00

REPETECO

TALVEZ

BELLA DIAS
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As idiossincráticas aventuras de Kid Oscaralho e sua chapeleta de prata - Parte II

Um ônibus da 249 passou em minha frente na principal rua do bairro do Méier. Olha só que lindo! Ele vai para o Largo da Carioca! Por que não ir? Em RB185 tem uma livraria da editora Martins Fontes e eu poderia adquirir o livro "Uma Criança da Palestina", do falecido cartunista palestino Naji Al-Ali.
Contudo, na altura do bairro do Sampaio os espíritos obsessores já sopraram no meu ouvido e aí contactei 99% da minha lista de desejos.
Índia Pitanga respondeu primeiro e depois a Bella Dias. Devido ao horário combinamos uma duplinha já que atendem na mesma sala no prédio TM33.
Cheguei pontualmente no horário e autorizado subi. Ou melhor desci: subi até quase últimos andares para depois ir para o andar em que elas atendem.
Sou recebido pela Índia com um beijo e vou ao quarto onde está a Bella Dias, também a beijo, para me despir e ir ao banheiro me lavar.
Índia Pitanga é uma mulata com um belo cabelo liso, alta, cheirosa, peitos médios com linda auréola e gostosa.
Bella é baixinha, branca, cabelo cacheado, peito grandinho e bumbum redondinho.
Após a assepsia, rolou beijo na Índia, na Bella e triplo. Muita pegação já deitados na cama. Rolou oral das duas, dei linguadas nos seios das duas. Elas iam me finalizar desse jeito e logo pedi a camisinha para meter na Índia.
Dificuldade inicial com o modelo do EPI, mas resolvido logo e curti a Pitanguinha da Índia. Segundo a profissional em questão, meu pau latejava dentro da sua bucetinha.
Estava tão extasiado que já queria dar a segunda que esqueci de fazer nova assepsia. Lembrado pelas profissionais, realizei-a e voltei ao quarto para iniciar nova atividade.
Neste momento, com a ajuda bucal e manual das meninas ainda não consegui reanimar o Valdívia (jogo quando quer). Tentei pegar no tranco enquanto fazia joinha na bucetinha da Índia, mas a chapeleta após duas gozadas estava sensível demais. A Índia ficou até o final para a espera da virada a fim de jogar o líquido da vida em sua boquinha, mas não deu.
Finalizamos o atendimento, volto ao banheiro para me limpar, pago o couvert artístico das meninas e me despeço.
Ao sair escutei maior porradão vindo da sala. Evil
Para descer tive que ir pela escada do prédio. Naquele horário, pegar elevador é quase uma loteria e isto não me anima a repetecar. Se o administrador ou síndico do condomínio resolverem este problema histórico retorno.

As idiossincráticas aventuras de Kid Oscaralho e sua chapeleta de prata - Parte III

Cansado das gozadas realizadas e não realizadas como do esforço de descer escada, decidi dar um pulo no restaurante Al Kuwait em frente ao prédio para comer esfiha e tomar um refrigerante. Tive a ideia de consultar a Pamela Winston para realizar uma massagem (sem materialismo carnal e nem nem dialético). Apenas deitar, sonhar e babar (pelo pau não). Mas nada feito. No horário estava em atendimento.
Os espíritos obsessores começaram a dar ideia de ir numa casa que não posso citar o nome. Fui na intenção de relaxar e dormir um pouco. Mas um olhar lascivo, um cheirinho gostoso de mulher me fez cair nos braços de uma gostosa mulher loira e me diverti pacas. Quase que ela quebrou minha bacia (brincadeira! Hein?!).
Fui para casa de saco esvaziado e feliz. Foda-se! Só se vive uma vez.