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BEIJO
SIM - GOSTEI
ORAL
SIM - SEM CAMISINHA
ORAL COMPLETO
NãO SEI
ANAL
NãO
TAXA ANAL
R$0.00
REPETECO
SIM
Isis Carioca – Relato um pouquinho atrasado, mas não sonegado
Isis e Holmes já têm uma história em comum. Dada a quantidade razoável de repetecos, de agora em diante nossos relatos passam a se fixar somente no aspecto que acabe distinguindo cada encontro específico, dos anteriores.
Desta feita, a perspectiva especial foi a questão da iniciativa das ações, o que acabou também resultando em um roteiro diferente dos usuais.
Ísis chega em minha residência, segundo me confessou mais tarde, com uma ideia fixa na cabeça: tomar a iniciativa o tempo todo, me levando a reboque, e fazendo várias coisas que gostaria de repetir. Percebi sua intenção desde o início, pois pediu cerveja ao invés do tradicional gin tônica (à la Holmes) ou vinho tinto. Por sorte eu estava com um bom estoque de uma Patagônia IPA, excelente cerveja argentina. Segundo Ísis, na própria Patagônia Argentina a cerveja mais apreciada é a Beagle (provavelmente inspirada no Canal de mesmo nome – muito temido pelos navegantes). Eu tinha também uma Irish Red Ale de estirpe, mas ela passou. Para mim, optei pelo meu velho RedLabel, e assim começamos a resenha da semana.
A conversa como sempre, muito interessante; ouço mais do que falo. Mas gosto. Quem interrompe a resenha desta vez é a Ísis. Muda minha song-list do Spotfy, coloca uma sambão, e começa um strip-tease em ritmo de escola de samba. Isso é que eu chamo de sincretismo. Já imaginaram uma passista linda como ela tirando a roupa no ritmo de escola de samba? Pois é, foi o que presenciei. Depois, sem aviso prévio se atraca comigo na poltrona da sala, me enche de beijos e vai tirando minha bermuda. Faço minha parte, e tento retribuir à altura.
Em seguida sou literalmente arrastado para o quarto, e ela pede: “me chupa”. Imediatamente segui sua orientação. Passou a guiar minha careca (e todo o resto que vai junto com a careca) para as regiões de sua predileção. Como ela estava com mais tesão do que o normal, seu gozo veio forte e rápido.
Daí em diante, após Ísis se restabelecer, só demonstrava um desejo: me fazer gozar com camisinha, fato bem raro nos espécimens masculinos da minha geração (baby boomer – do pós guerra). Colocou isso na cabeça e fez de tudo que se possa imaginar (mantendo suas poucas restrições normais) para atingir sua finalidade. E acabou de fato ocorrendo, com ela em um quatro espetacular (posição profissa de terceiro estágio – empinada radical), gemendo, forçando até o talo, olhando para trás com aquele olhar hispânico capaz de destroçar o coração de qualquer matador de Miúras. Missão cumprida. Seu rosto de felicidade por ter feito o que queria ficará marcado para sempre na minha mente.
Uma vez mais, muito obrigado, Ísis.
