21 de Junho de 2024 às 17:24
LOREN ANDRADE
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BEIJO

SIM - GOSTEI

ORAL

SIM - SEM CAMISINHA

ORAL COMPLETO

SIM

ANAL

SIM

TAXA ANAL

R$0.00

REPETECO

SIM

Loren .... à la recherche du temps perdu

Tomei emprestado o título do famoso escritor francês, pois não há nada de mais aderente a esse meu novo encontro com Loren do que o título da obra seminal de Marcel Proust.

Ontem recebi a minuta de “acordo de união sexual estável semi compartilhada” preparada e proposta por Loren. Porque semi compartilhada? Porque, segundo a minuta de acordo, ela mantém a liberdade de atender todos os clientes que quiser, e eu, daqui para frente, só posso ser atendido por ela.

Tem algo nesse “modelo” que não me parece equilibrado em termos de direitos e deveres. Tudo se passa como se ela fosse a proprietária de um imóvel cujo inquilino sou eu. A proprietária tem todos os direitos, e o inquilino somente deveres. Antes de decidir se aceito, ou não, e quais as emendas propor, vou submeter essa minuta para o meu advogado emitir seu parecer a respeito.

Brincadeiras à parte, nosso encontro anterior não foi suficiente para preencher o vazio deixado pelo jejum de 82 dias anteriormente relatado. Daí eu ter agendado duas horas a mais para ontem.

Como Loren havia sofrido uma indisposição na véspera, para almoçarmos, levei um super sandubão natural cuja receita apresento ao final do relato.

Ela me recebe com um tubinho preto básico que usa normalmente para ir à rua comprar uma coisa ou outra eventualmente necessária. Loren não se dá conta como fica gostosa nesse vestido tão simples. Só fico imaginado os torcicolos que deve provocar nos transeuntes e motoristas.

Desta vez as preliminares não se deram no corredor da entrada, como de costume, mas sim no quarto principal do apartamento que Loren divide. Foram preliminares igualmente bem diferentes das usuais. Intercalamos abraços e beijos com conversas sobre assuntos que iam surgindo aleatoriamente. O engraçado é que os assuntos nunca se relacionavam: histórias de portaria do prédio intercaladas por eventos familiares, saúde, educação, fofocas, plástica, eventos, ginástica, etc.... e saiam como se fosse de uma caixinha de mágicas

Como Loren estava super dolorida por conta de estar reiniciando academia, me pediu massagem pesada de relaxamento muscular, principalmente na região dorsal, nuca e pernas. La fui eu besuntar Loren (de dorso), de cima a baixo, iniciando a massagem encomendada. Era “caralho” pra cá, “puta que pariu” pra lá, gemeção descontrolada, ai ai ai, aí, aí, aí ....Loren se contorcia toda. Dizia que doía, mas que estava muito gostoso, e que seus músculos estavam se soltando.

Como ninguém é de ferro, muito menos eu, comecei a incluir o bumbum e a xibika no roteiro, e Loren começa a dar aquela reboladinha inqualificável, o que tornou minha estratégia irreversível. Acabei me concentrando lá, não me sobrando outra opção a não ser a de orientar Watson (o inseparável companheiro) em direção ao caminho das pedras, e o sarro comendo solto. Dado instante Loren se vira e ficamos grudados de frente num namoro muito gostoso, longo .... prá lá de meia hora. Foi aí que o milagre se deu e a presença do desfibrilador desejada. Ao final caí desmaiado, extenuado.

Mas não pensem que acabou por aí. Não. A Guerreira me exige nova sessão de massagem em seus ainda doloridos músculos. Com isso, a gemeção e impropérios recomeçam: “caraaaaalho! pôooorrrra! Ai, ai, ai, ui, ui, aíiii, iiiiisssuuuuu!!”. Quem estivesse na sala ao lado pensaria: “pô! Quem diria que esse carequinha ia dar esse couro todo nessa morenaça!”. As aparências enganam.

Até a próxima, minha querida Guerreira.

Sanduba natural à la Holmes: entre duas fatias grossas de um pão multigrãos da Panneterria Farro, acomodo um ovo caipira que foi estrelado dos dois lados, finas rodelas de pomodoro italiano previamente temperadas com sal e orégano, mozzarella de búfala derretida, generosas fatias finas de presunto e tenras folhas de acelga. Bom apetite!