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BEIJO
SIM - GOSTEI
ORAL
SIM - SEM CAMISINHA
ORAL COMPLETO
NãO SEI
ANAL
NãO
TAXA ANAL
R$0.00
REPETECO
SIM
Isis Carioca, e as fronteiras de um relato
Na semana que se encerra hoje, Ísis e eu tivemos um longo encontro. Vou limitar o relato às costumeiras quatro horas, me abstraindo do que antecedeu e do que se seguiu, pois seu escopo extrapolaria o que normalmente predomina nos relatos do Arena.
Ísis chegou antes de mim ao local que havíamos combinado nos encontrar. Estava com um mini shortinho de jeans branco, mochila e turbante, num sincretismo fashion que só ela sabe criar. Devidamente embarcada, vamos para a minha casa, e, a caminho, aproveitando todos os sinais vermelhos, com muitos sarros e beijinhos.
Instalada e servida de um vinho rosé, Ísis começa a me atualizar sobre as (sempre enormes) novidades da semana, enquanto vou finalizando a feijoada de frutos do mar que, mais tarde, iríamos jantar.
Já pré-relaxada, e entrando na vibe zen de seu anfitrião, Ísis resolve lavar a alma com uma longa chuveirada. Opta por um serviço completo e fica debaixo d’água por pelo menos meia hora. Sai do banho, cheirosa, gostosa, com os cabelos (cacheados) soltos e molhados, vestindo somente uma calcinha e um peignoir transparente, super sexy.
Assim que a vejo dessa forma, desligo o fogo (do fogão), e me atraco a ela já com muito tesão. Naturalmente Ísis aguardava esse tipo de reação, mas fez um charme e fingiu surpresa. Fingi que acreditei e segui em frente, agarrando-a pela frente, e depois pelas costas, com o pau já doendo por conta de tanto sarro.
Ísis gosta muito de determinada cama bem grande e alta que tenho em outro quarto (que não o meu). Fomos parar lá. Depois de muito namoro engrenei uma massagem para relaxá-la ainda mais. Uma vez tendo cumprido a missão, monto em seu dorso e vou esfregando meu corpo no seu. Antes de cometer qualquer besteira e ser repelido, começo uma oral super suave e lento, complementado com a clássica massagem G point. Decorrido algum tempo Ísis goza pra caralho.
Uma vez restabelecida, Ísis diz que quer me chupar. “Manda quem pode, obedece quem tem juízo.” Lá foi ela atacar Watson (meu inseparável companheiro) com toda sua competência. Ajoelhada de lado (corpos em 90°), me oferecendo uma visão privilegiada de seu rosto e corpo, Ísis lenta e docemente concentra boca e língua na glande, enquanto massageia generosamente the balls e punheta a base do pau. Enquanto isso rebola provocativamente, por vezes me olhando com aquele par de olhos negros penetrantes. Apoio minha cabeça em três travesseiros, facilitando assim uma visão panorâmica que detona minha libido, e, em pouco tempo, me liquida. Ísis se espanta com a quantidade de ectoplasma espalhado, superando em muito o usual.
O que veio logo depois? A incomparável feijoada de frutos do mar do Holmes, regada a um belo Pinot Grigio. Fora do escopo deste relato, no dia seguinte (mas não podia deixar de registrar - ainda no campo gastronômico), detonamos uma fondue de queijo suíço regado a um Malbec de Luján de Cuyo – Mendonza.
Trepar, comer e beber (em companhia de quem sabe apreciar as três coisas) é muuuuuuito bom! Ísis sabe.
