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BEIJO
SIM - GOSTEI
ORAL
SIM - SEM CAMISINHA
ORAL COMPLETO
SIM
ANAL
SIM
TAXA ANAL
R$0.00
REPETECO
SIM
Acreditem ou não, após eu ter informado que já estava a postos em frente ao Bento Lisboa 184, recebo a mensagem de que posso subir, seguida do número do apartamento que já frequentei trocentas vezes. Ri muito. A secretária de Loren deve ter ligado o automático.
Pois é, lá estava eu novamente à sua porta, esperando a miragem surgir. Foram muitos os minutos de grude no corredor, sem quaisquer palavras. Contrastando, visão, olfato e tato acionados em suas intensidades máximas. Sempre que reencontro Loren, meu coração dispara (e Watson, eterno companheiro, se assanha).
Espremida dentro daquele tubinho preto que o diabo certamente lhe presenteou, Loren me parece cada dia mais bela, cada vez mais gostosa.
Namoramos um tempão de pé. Adoro namorá-la, com todos os sentidos que me foram concedidos. E Loren já compreendeu que não adiantam suas tradicionais investidas audaciosas logo de início ..... gosto de curti-la devagarinho, aos poucos, com muito carinho. Acho que ela acabou também gostando desse approach, no seu caso, pouco usual.
Escrevo isso, mas, na realidade acabei sucumbindo e aceitando de bom grado ser jogado na cama e devidamente atacado com um oral matador. Como incorrigível voyeur que sou, me posicionei adequadamente para assistir ao espetáculo que Loren me proporcionava; realmente uma visão dos deuses, aquele corpaço, de joelhos, debruçado sobre mim, e fazendo gato e sapato do meu pau e adjacências.
Mas como minha maior fantasia com a Loren é o namoro, trago ela para cima, camisinha no companheiro, beijo na boca, e penetração lentíssima na montada. Que expressão é essa que Loren faz? Ela bufa, franze o cenho com força, fala umas coisas incompreensíveis e começa a acelerar até o estágio 9. É inevitável. Morro pela primeira vez e, com um suspiro profundo, involuo para o estado de meia bomba.
Uma aguinha, pois ninguém é de ferro, e parto para homenagear aquela ppka carnudinha. Estava com saudades. Não sei se Loren gozou, mas tenho certeza que sentiu muito prazer pois há algum tempo não via ela ficar tão molhadinha, a ponto de pedir para penetrá-la novamente. Mais uma Skin, e lá fomos nós de franguinho assado .... beijos, meteção, beijos, meteção. Não exagero se afirmar que ficamos assim, mas com curtas pausas, por pelo menos meia hora. Que coisa mais gostosa. Caí prostrado.
Uma vez mais, havia levado dois super sandubões “naturais” que acabamos matando vorazmente: pão integral da Farro, ovo caipira estrelado em ambas as faces, pomodoro temperado com orégano, mozzarella de búfala derretida, um mundo de presunto fininho e bastante rúcula. Dada a “fome do sertão” de Loren, na dúvida, levei também alguns ovos caipiras cozidos, os quais, vim a saber mais tarde, foram devidamente detonados pela senhorita ao final do dia.
Me despedi com aquela sensação imediata de saudades, sem coragem de olhar para trás.
Loren, simplesmente Loren
