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BEIJO
SIM - GOSTEI
ORAL
SIM - SEM CAMISINHA
ORAL COMPLETO
SIM
ANAL
NãO
TAXA ANAL
R$0.00
REPETECO
SIM
Era uma noite de segunda-feira, já tinha saído do trabalho e estava a caminho de minha residência mas, do nada, bateu aquele tesão repentino que você não consegue controlar e domina sua mente.
Como já estava longe do Centro, optei pela Caribbean Queen que já me ajudou em muitos desses momentos e fica a poucos minutos de minha casa.
O local
Cheguei ao local, peguei minha comanda no valor de 20 reais que podem ser revertidos em consumação e, ali mesmo, no térreo, entrei na boate.
Ambiente limpo, bem organizado e cômodo. Como eu cheguei cedo a casa ainda estava vazia. Ninguém no pole dance, duas meninas jogando sinuca e outras duas, já acompanhadas no sofá.
Resolvi esperar um pouco, comprei uma cerveja Império e fiquei ali mesmo, na bancada do bar, assistindo uma partida aleatória de futebol que era transmitida em uma das TV's.
A perva
Pouco tempo depois, surgiram mais três meninas. Uma delas tinha um ar jovial. Ela era morena, magra com culote, bronzeada e com marquinha, tatuada, seios pequenos mas bunda GG, toda natural.
Ela percebeu meus olhares e veio até mim. Começamos a conversar, ela se identificou como Índia e disse que tinha 19 anos.
Conversamos um pouco e perguntei como era seu atendimento, ela disse que somente não fazia anal mas que, de resto, fazia tudo. Só dei o tempo de terminar minha cerveja e chamei pra subir. Passei no caixa, fechei a conta e, após um lance de escadas, chegamos à suíte, já munido de toalha ensacada e sabonete.
O abatedouro
O quarto era simples mas estava muito bem limpo, tinha ar condicionado gelado e boa luminosidade. Como o box é dentro do quarto (sem privada), não foi preciso sair para tomar banho, entretanto a ducha apenas tinha água gelada.
O ato
Após sair do banho e me secar, Índia já me recebe nua e começamos a nos agarrar. Beijos tímidos mas a mão boba e a sarração rolou firme com bastante carícias também.
Todo esse amasso acabou levando a gente para a cama onde começo o oral, me deliciando naquela bucetinha ao mesmo tempo em que intervalo com seus mamilos.
Sigo por um bom tempo, ouvindo seus intensos gemidos, até que seus espasmos, pernas e mãos me distanciam, informando que havia gozado.
Me levanto e, agora, é ela que vem para o oral. A mamada da Índia é delicada, devagar, com movimentos suaves de sobe e desce no pau todo e com pressão mas sem garganta profunda, nem muita baba. Um oral prático, não foi inesquecível mas bom o suficiente para azeitar e acender de vez a chama.
Encapuzo o Pequeño Luchador e parto para o PPMM, que me permitiu dar atenção a seus seios e mais beijos, agora mais desinibidos pois já estava a vontade. Ela estava bem aberta e pedindo para eu meter forte. Encaixamos muito bem nessa posição.
Ela pediu pra ficar D4, prontamente aceitei e logo de cara reparei uma tatuagem adesiva na bunda escrita: “me come todinha”, isso me deixou com um tesão absurdo. Essa frase entrou na minha cabeça como se fosse um mantra.
Índia se empinou toda e essa foi a deixa para eu segurá-la forte pela cintura e socar com vontade. Além de não refugar, ela me olhava, diretamente ou pelo espelho, com cara de safada e pedindo mais.
Não consegui resistir mais, olhei mais uma vez o recado em sua avantajada raba e despejei todo o meu Cremogema na capa.
E depois?
Missão cumprida, fui andando pelas ruas desertas de Ramos até chegar em minha humilde residência para dormir tranquilo e relaxado.
Tchau + Fui = Tchui
Índia seus cabelos nos ombros caídos,
Negros como a noite que não tem luar,
Seus lábios de rosa para mim sorrindo
E a doce meiguice desse seu olhar.
Índia da pele morena,
Sua boca pequena
Eu quero beijar 🎶
Relato anterior: Luíza BBW Copa
