11 de Agosto de 2024 às 11:21
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O Mercado da Prostituição é sazonal, tem seus ciclos de altas e baixas, e, nesse segmento de baixo custo, estamos vivendo uma das piores épocas.

Frequentar trash é 8 ou 80, geralmente as experiências são neutras ou ruins, mas de vez em quando damos sorte e temos um excelente programa. O programa com a Preta foi uma dessas raras ocasiões onde o destino sorri para gente.

Estava em Madureira na semana passada e resolvi ir no Atrevidas, fazia muito tempo que não ouvia ninguém falar sobre a casa, parecia que estava num marasmo típico dos trashs.

Chegando, peguei aquele elevador velho direto para o terceiro andar, apesar dos receios quanto a manutenção daquele precário equipamento, que pode ser fatal caso caia.

No terceiro andar tinha aqueles costumeiros ostentadores de bebidas, o que me causou espanto, pois era cedo ainda. Enfim, nunca entendi o que leva alguém a ir beber na companhia de putas de trash. Será solidão ?

No segundo andar achei a minha pequena pretinha. Fui cumprimentado por todas as damas, elas se sentaram e sentei-me ao lado da Preta. Conversamos e acordamos o valor.

Ela é uma mulher negra, de uns 22-26 anos, disse que tinha 20. Magra e com cabelos longos encaracolados, típica " faveladinha ". Não sei o motivo, mas esse arquétipo de mulher me deixa louco.

No atendimento, é bastante simpática e não regula posições. Rebola com gosto e geme baixinho, sem fingimentos, do jeito que eu gosto.

Saí satisfeito e espero encontrá-la mais vezes.