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EVA SANCHEZ
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MELISSA LIMA
BEIJO
SIM - GOSTEI
ORAL
SIM - SEM CAMISINHA
ORAL COMPLETO
SIM
ANAL
NãO
TAXA ANAL
R$0.00
REPETECO
SIM
EVA SANCHEZ
BEIJO
SIM - GOSTEI
ORAL
SIM - SEM CAMISINHA
ORAL COMPLETO
SIM
ANAL
SIM
TAXA ANAL
R$0.00
REPETECO
SIM
O óbvio sempre foi algo que tentei evitar por toda uma vida. Faria sentido abrir uma exceção neste caso? Mas o óbvio não existe à toa, ele atende ao popular, agrada à média, corrobora os desejos da maioria. E no caso desta dupla, não é por acaso. Mel e Eva são mulheres muito bonitas, de corpos exuberantes e que configuram uma quase unanimidade. Uma tem traços que estão entre a miscigenação indígena e a negra, uma combinação belíssima. A outra é um pequeno furacão de olhos expressivos e que às vezes me parecem melancólicos. Pequena, pouco mais que um e cinquenta de altura, mas superlativa em todas suas qualidades. Branquinha e espontânea, é com quem tenho mais intimidade. A Mel é bem direta, constantemente me surpreende com algum comentário perspicaz ou com alguma reação que me arranca um sorriso inadvertido. Nossos encontros costumam ser leves. São apimentados também, mas com aquela leveza de um sexo casual em que a proporção do que se tira do outro é a mesma daquilo que se entrega. Curiosamente, em contradição a esta leveza, já trocamos sobre assuntos bastante pesados ou complexos. E no final tudo volta a ficar leve e divertido, de um jeito irrepreensível. Estamos falando de morte, tragédias, das merdas do mundo e, como se Mel fosse o remédio para tudo, ela colocs meu pau em sua boca e nada mais importa.
Com a Eva, minha relação é um pouco diferente. Estivemos juntos, sem roupa, apenas duas vezes. Nos encontramos em outras, trocamos palavras e provocações. O sorriso da Eva derruba qualquer um e, sexualmente, ela é uma absurdo, além de fisicamente, perfeita. Nossa interação, contudo, é um pouco menos despojada. Tenho por ela uma atração instintiva, um tesão desmedido, mas quando estamos juntos, há tensão latente. Não consigo ter a descontração que tenho com a Melissa (ainda vou descobrir o motivo). Trepar com a ela pra mim tem que ser a sério. Colocar as duas juntas trouxe justamente um equilíbrio pra equação. Lembro claramente: Melissa deitada, Eva de quatro na beira da cama chupando ela e eu por trás mandando ver, a cara séria toda vida, tentando minha melhor performance. Melissa olha pra mim e começa a rir. Eu tenho ficar sério, mas não consigo. Ela faz uma careta, eu caio na gargalhada e a Eva vem junto. Todos gargalham e taca-lhe pau.
O encontro ocorreu no apto da Eva. Ambas me receberam na porta, um beijo triplo e logo pedi um banho. Voltei e elas cochichavam sobre alguma coisa. Mel, pimentinha que só, disparou: hoje tu vai comer o cu da Eva. Rimos, Eva deu um tapinha na Mel e encaixamos um novo beijo. Logo alguém invadia minha boca, alguém tirava minha cueca. Pau na boca de uma, língua na de outra, as duas na minha, pau, saco, peitos, xeraca, xerecas. Aquele caos anatômico, químico e físico. Cheiros, sabores, suor. Não fiz grandes malabarismos, não sou disso, mas com duas a diversão foi dobrada. Destaque para o boquete duplo e para a surra de anal que Eva me aplicou. Por fim gozei com a Melissa de bruços, uma das posições que mais gosto. Foi um encontro espetacular, prazeiroso ao extremo e memorável. Diversão em dose dupla, óbvio.
