BEIJO
SIM - GOSTEI
ORAL
SIM - SEM CAMISINHA
ORAL COMPLETO
SIM
ANAL
NãO
TAXA ANAL
R$0.00
REPETECO
SIM
Agendamento logo pela manhã, aqueles dias em que você acorda querendo rechear até buraco de tijolo. Resposta com agilidade, texto padrão com as principais dúvidas, preços e restrições. Um detalhe fundamental para minha marcação: meia hora a um valor bem acessível. Como estou precisando economizar, encaixou bem. Meia hora é pouco, mas considero um período adequado para primeiros encontros. Se bater a química você vê se pode estender ou então volta com mais tempo para apreciar a dama na devida cadência; senão, você cumpre tabela, gol bico também é gol, e corre pra torcida.
Marcamos. Ela atende no Edificio Avenida Central. Moleza, pertinho de metro. Vai ser meu almoço, pensei enquanto fazia o cadastro para subir. Me recebeu com antecedência de uns cinco minutos, peladinha, tinha acabado de sair do chuveiro. O local é modesto e funciona no esquema de cabine, cama de solteiro, sem espaço para grandes malabarismos, mas o chuveiro esquenta e a toalha estava limpa. Nenhum luxo, nenhum contratempo. Mas vamos à menina que é o que realmente interessa: novinha, gostosa, simpática, totalmente fiel às fotos. É comunicativa, sorridente e te deixa à vontade. Corpinho impecável, sinais da transição pra vida adulta ainda visíveis no rosto e cabelos bonitos também. Achei a Luana bem graciosa e além disso, tem uma arma fatal, ou melhor duas: seus seios são espetaculares. Naturais, você sente o peso ao encaixar entre os dedos, de encher as mãos com o volume, os olhos com o visual e a boca de saliva. Foi meu foco inicial acariciá-los sem qualquer medida enquanto ela abocanhava meu pau. Depois, ambos de joelhos, tratei de chupá-los sem vontade de parar enquanto ela me punhetava. Ficamos assim por um bom tempo: ela me punhetava enquanto eu a tocava por entre as pernas e afagava seus peitos. Me surpreendi ao encontrá-la bastante molhada. Tesão de chupar seu pau, me falou e depois tratou de me mamar. Deixei-a chupar por um bom tempo. Depois ela me perguntou se eu não queria me deitar. Me aconcheguei na cama e ela voltou a me engolir enquanto eu acariciava seus cabelos, ombros e peitos. Meu pau no talo, surgiu a dúvida se iria gozar ali mesmo (uma das minhas formas preferidas) ou se iria provar daquela bucetinha lambuzada. Como se lesse meus pensamentos, me perguntou: continuo chupando ou vai me comer? Não dava pra recusar.
Comi Luana na ponta da cama, ela de quatro e eu de pé. Começamos devagar, depois acelerei. Pra minha surpresa, após meia dúzia de bombadas, veio a vontade de acabar a guerra, um miserê de karatê e quase a cobra kai, mal começou a sanfonada, quase morreu o forró. Chamei o João Kleber para para para para, não se mexe, pf. Ela parou, a criança quase derramou o cremogema, mas consegui controlar e pudemos retornar àquela metelança arrumada. A todo momento a Luana interagia comigo: olhava pra trás, pedi pra estocar mais, dizia que estava gostoso, gemia e retesava os músculos. Chegando a hora derradeira, perguntou se eu queria dar leitinho. Uma gozada espetacular.
