BEIJO
SIM - GOSTEI
ORAL
SIM - SEM CAMISINHA
ORAL COMPLETO
SIM
ANAL
NãO
TAXA ANAL
R$0.00
REPETECO
SIM
O apartamento em que a Monique atende cheira a incenso. Dá pra sentir do lado de fora. Você toca a campainha e entra em jogo o componente auditivo, os passos dela pelo corredor, o salto martelando o assoalho e crescendo na direção da porta. Ela abre, se esconde atrás, você entra. A porta se fecha, Monique se revela. Há sempre um beijo caloroso. Ela cola o corpo no invasor, faz a temperatura subir um, dois, três graus. Termodinâmica pura. O cheiro que sai de suas narinas e pela boca se mistura ao perfume da pele e à nevoa do incenso. Por mais de uma vez perdemos nossas roupas ali mesmo, antes de ir pro quarto. Meu pau se enche de sangue, uma injeção de pressão no corpo adormecido. Ela se esfrega nele, se esfrega em mim. Pela mão, me conduz ao quarto.
Tiro a roupa da Monique enquanto ela tira a minha, mais afoitos que uma criança diante do presente, vidrados como um moleque gorducho ao encontrar uma guloseima perdida. Monique passa seu doce em minha boca, seus seios, a pele toda. Sua boca busca a minha e meu mamilos. Meu pau está todo está entre seus lábios. Vamos à cama, beijo sua barriga, sua virilha, seus lábios, todos os lábios. Eu sou o moleque gorducho, ela é toda guloseima. Lindt, Kopenhagem, Godiva, M&M's – por que não?
Não vou, desta vez, descrever posições, atributos físicos, gozo. Há um pouco disso em cada um dos relatos que eu já fiz sobre ela, que muitos já fizeram. Talvez este não seja um relato. Talvez apenas um confissão.
