BEIJO
SIM - GOSTEI
ORAL
SIM - SEM CAMISINHA
ORAL COMPLETO
SIM
ANAL
NãO
TAXA ANAL
R$0.00
REPETECO
SIM
Vou ao frigobar guardar as cervejas que levei. Não tínhamos muito tempo, eu sequer deveria estar ali devido a pilha de trabalho daquela semana, não dava pra arriscar muito. Levei umas belgas leves, witbiers que dificilmente agridem um paladar despreparado. Ela tinha apreciado da outra vez, não tinha erro. Nos agarramos no quarto e quase esquecemos do banho. Você não vai me deixar ir ao banheiro?, ela pergunta. Podemos ir juntos, se você não se importar, também preciso de uma ducha. Chuveiro ligado aos beijos e ela se ajoelha para um boquete inesperado. Me olha nos olhos enquanto engole meu pau. Amo esses seus olhos melancólicos, digo pra ela, que sorri, me chama de gatinho e volta a me devorar. Desligamos o chuveiro e migramos para a cama – o planeta agradece. É minha vez de sentir seu sexo na minha língua, o tesão dela molhando minha barba. Melissa goza de um jeito curioso, ora pressiona minha cabeça e minha boca na sua direção, ora me repele de leve no sentido contrário. Depois volta a me puxar e se contorce meio de lado. Lembro que da primeira vez me assustei um pouco com sua intensidade, mas depois nos acertamos. Ela goza e chora, uma lágrima escorre de seus olhos. Não é a primeira vez que acontece. Pergunto se está tudo bem, se quer parar e ela diz que não, que não tem nada de errado. É que foi muito intenso, confidência.
Ela me deita na cama, sobe em mim e se esfrega contra minha virilha. Sinto a viscosidade do seu prazer se espalhando pelo meu corpo. Ela sai de cima de mim e vem me engolir novamente. Eu me sento e a observo. Gosto de ver seus olhos, o jeito como arruma o cabelo quando ele gruda no meu pau e da maneira como bate com a rola no rosto, nos lábios e na língua. Depois eu me entrego. Deito, fecho os olhos e deixo ela fazer o que quer que tenha vontade. Fico praticamente imóvel, apenas sentindo sua fome em corpo. Ela interrompe meu torpor apenas quando pega a camisinha e sobe em mim. A partir daí o fogo toma conta. Melissa monta, cavalga e galga meu pau como uma ninfa insaciável. Ao variar, gira 180 graus e me agracia com uma sentada invertida. Não resisto ao ânus exposto. É um convite. Penetro-a com um dos dedos, que escorrega fácil de tão lambuzada que estava da fricção anterior. Ela me olha, dominada pelo tesão. Depois de um tempo volta a posição original e me presenteia com mais uma sequência preciosa de sentadas. Alternamos também para uma socada invertida com ela apoiada em minha cintura. Gozo com ela de bruços após ter me cansado das estocadas enquanto estava de quatro. O gozo vai forte, coração pulsando no peito e na ponta do pau. Deito ao seu lado e digo que se eu desmaiasse ela ia se complicar pra me carregar pro hospital.
No interlúdio vamos às bebidas e conversas sobre a vida. Beijos e carícias permeiam o momento de descanso. Gosto do clima leve e descontraído que tenho com a Melissa. Enquanto bebemos ela me beija e aperta meu peito. Lembro que havia me pedido para mostrar fotos de uma obra em casa. Pego o telefone e mostro os detalhes pra ela, que deseja fazer algo parecido em sua residência. Eu passo foto por foto, ela está atenta a tudo que digo enquanto acaricia meu pau. Aos poucos ele cresce em sua mão. Logo é sua boca que o cobre por completo. Não há descrição suficiente para o que ela faz. Quando não há mais de onde tirar tesão, pegamos o preservativo e repetimos praticamente tudo que já havia acontecido antes, exceto o ato final, em que coloco suas pernas em meus ombros e a penetro com o máximo de profundidade que consigo. Ela grita, se contorce e goza violentamente. Quando vejo, está novamente chorando. Não paro meus movimentos. Pelo contrário, intensifico. Meu gozo também vem. Os olhos da Mel estão tão encharcados quanto sua boceta. Só então me preocupo em saber se está tudo bem. Intenso?, pergunto. Ela confirma. Descansamos lado a lado, extenuados.
O tempo passa rápido. Tomo um novo banho e ela vai na sequência. Enquanto me arrumo ela diz: agora você vai sair correndo, tá preocupado com a hora, né? Eu confirmo, infelizmente. Não vai esquecer nada, lembro de dizer, da última vez você deixou uma calcinha amarela e eu precisei pedir ao hotel para guardar. Ela ri: já esqueci de tudo por aí. Pago a conta e descemos juntos. Eu vou até o carro e ela vai encontrar o próximo cliente. De tarde trocamos mensagens e provocações. No escritório, o trabalho flui milagrosamente, uma injeção de ânimo que me faz adiantar boa parte das tarefas. Uma foda dessa vale mais que terapia. No fim do dia, a sensação de que as últimas 24 horas valeram a pena.
