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BEIJO
SIM - GOSTEI
ORAL
SIM - SEM CAMISINHA
ORAL COMPLETO
DISSE QUE FAZ
ANAL
NãO
TAXA ANAL
R$0.00
REPETECO
SIM
Não sei a que atribuir essa sensação, de que a qualidade dos encontros com a Maria Luiza, melhora cada dia mais. Não sei se sou eu, se é ela, ou ambos. Também não sei se ela tem a mesma opinião (não pergunto esse tipo de coisa). Sua beleza e seus traços únicos, continuam a me enfeitiçar.
Seja qual for a razão, é isso que sinto. Desta vez ela estava às gargalhadas, pois além de ter tido sua sandália arrebentada, como se não bastasse, havia levado o maior tombo à porta de sua casa ao sair. E chegou rindo; rindo de suas próprias “desgraças”. Mais um aspecto cativante. São coisas simples assim que denotam qualidades de personalidade, uma forma bem humorada de encarar a vida.
Maria Luiza propõe uma ducha para dar uma esfriada no ritmo, não sem antes “desovar” as diversas coisas que magicamente vão saindo de sua bonita bolsa, um verdadeiro “kit survival”. Eu já havia me banhado. No chuveiro, ainda bem animada, vai me contando as novidades da semana .... e que novidades.
Ajudo Malu a se secar, e vamos sentar na cama, ambos de pernas cruzadas, frente a frente; assim fica mais confortável para conversarmos, bebericando um Chivas que havia levado e, ao mesmo tempo, podendo trocar uns poucos carinhos inicias. Temos tempo suficiente, pois, para variar, combinamos três horas.
Uma vez colocadas as novidades em dia, os carinhos vão ocupando os espaços das palavras, e o namoro começa. Maria Luiza me parece cada dia mais carinhosa, e isso também me cativa. Seus beijos são acompanhados por carinhos, mas o que ela quer mesmo é uma boa massagem, e não hesita em me pedir isso.
Repleto de más intenções (como sempre), eu estava querendo fazer uma sessão completa de óleo de coco, mas sou surpreendido por sua falta, sendo obrigado a usar outro. Malu não é pequenina, mas em pouco tempo já estava completamente untada, prontinha para a etapa seguinte.
Dediquei um bom tempo às suas pernas, venci a absurda tentação passando ao largo do “THE BUMBUM”, evolui para seu dorso, braços e nuca. A essa altura meu corpo se junta às minhas mãos e a massagem começa a pegar fogo. Fico grudado no dorso de Malu, acariciando suas mãos e todo o resto. Suas reações já começam a se manifestar, e meu pau já começa a doer, escorregando por seu corpo. Quando finalmente atinjo a zona do agrião, Malu já está entregue. Fico por lá um tempão até que a produção de gel vegano e os gemidinhos predominem.
Segurando “THE BUMBUM” com uma das mãos, e com a outra levantando sua pélvis para facilitar os trabalhos orais, começo então a chupar a ppka já encharcada. A pedidos, Malu orienta minha cabeça para as regiões que mais a satisfazem ... e assim ficamos até chegar o reforço providencial do sugador preferido de Malu (preciso dar um nome próprio para ele). Tiro e queda. Após um curto período ele goza pra caralho.
Acho que nesse dia Malu estava com o Capeta, pois pouco tempo depois pediu para comê-la de quatro, e em seguida me montou de frente em várias pequenas sessões que começavam devagar e terminavam bem aceleradas e fortes, seguidas de contrações que amassavam meu pau (agora, ao lembrar, fique de pau duro). Como se não bastasse, de frente para mim as fortíssimas expressões faciais de Malu iam evoluindo com uma forma tal que meu tesão foi aos céus. Apesar da camisinha ...... quase gozei.
Como já estava ficando tarde e a fome apertando (larica sexual), acabamos apelando para o Kama Sutra Tupiniquim o qual, infalivelmente, nos levou uma vez mais a um clímax simultâneo tão intenso que caímos prostrados cada um para um lado, em silencio, por alguns minutos.
Para acalmar a larica, encerramos o programa devorando um excelente camarão com catupiry, e batatas noisette.
