BEIJO
SIM - GOSTEI
ORAL
SIM - SEM CAMISINHA
ORAL COMPLETO
SIM
ANAL
NãO
TAXA ANAL
R$0.00
REPETECO
SIM
No contato pelo WhatsApp, após as informações iniciais, mencionei que havíamos nos conhecido no evento. Eu me lembro de você!, respondeu de imediato. Jamais te esqueci desde aquele dia, rebati. Vamos marcar? Já está marcado, só me diz se 12:30 tá livre, brinquei.
Ela me recebeu embrulhada para presente. Os saltos altos estavam lá, mas a roupa da festa havia sido trocada pela lingerie e um robe vermelho. O primeiro beijo foi na ante-sala, uma delícia, sinal de um desenrolar promissor. No quarto nossas línguas se embolaram de novo, mas interrompi a pegação porque precisava de um banho.
Voltando ao quarto, descubro que ela me esperava nua, deitada de bruços na cama. Pude contemplar novamente suas curvas e aquela pele alva que deixei levemente decorada com a marca da minha mão durante a pegação. Os cabelos escuros escorriam por suas costas até acariciar o início das nádegas, um aclive acentuado que depois descia para encontrar coxas que imploravam por uma mordida. Ela se levantou e me presenteou com os lábios. Uma boca macia, uma língua que parecia saber exatamente quais movimentos a minha esperava. Deslizei por seu pescoço em leves mordidas que arrepiaram seus braços. Abocanhei seus seios. Em retribuição a mão da Luara foi repousar no meu pau, ainda por cima da cueca. Me livrei da peça e pude sentir a maciez do seu toque, que logo me envolveu firmemente e passou a me masturbar.
Deitei por cima da Luara enquanto nos beijávamos. Minha língua voltou a provar seus seios, depois a barriga e então suas coxas. Escalei uma das pernas e cheguei à virilha. A pele branca era um convite a mordiscadas. Provei seu sexo e gostei de como ela sinalizava sutilmente quando eu acertava o ponto, a pressão ou o jeito. Enquanto eu me divertia, ela alisava meus cabelos, mordia os lábios e apertava o bico dos seios conforme recebia as investidas. Depois de um tempo me entregou seu prazer e quando relaxou me puxou para beijar seus outros lábios. Sua boca é muito gostosa, comentou com um semblante de excitação.
Quando foi sua vez, me retribuiu à altura com um boquete daqueles que dá pena de interromper. Ajudei-a com os cabelos, que insistiam em participar da brincadeira. Luara Paz queria guerra. Chupou, engoliu, lambeu, bateu com o pau na língua, nos lábios e no rosto. Olhava para mim e media minhas reações. Às vezes sorria, sempre provocativa. Seu pau tá duro demais, comentou em certo momento. Tesão em você, sussurrei. Tá uma delícia chupar assim, comentou e voltou a me engolir.
Luara pegou a camisinha, subiu em mim e o encaixe entre suas pernas foi um deleite. Agarrei-a pela cintura e ajudei com o movimento, forçando a pélvis no sentido contrário para que a penetração fosse a maior possível. Quando ela cansou, foi minha vez de dar estocadas de baixo para cima, outro espetáculo. Seus seios balançando e o impacto da suas coxas volumosas junto com aquela bunda monumental me fizeram delirar. Depois ela me pediu para vir por cima, de frente, quando pude beijar sua boca à vontade. Alternamos para ela de quatro na beira da cama e depois me joguei sobre suas costas. Seu corpo sinuoso amortecia o impacto do meu. Os barulho do choque repetido era uma sinfonia. Gozei entre suas pernas toda a energia que eu tinha e depois me joguei ao seu lado. Adoro essa posição, confessou. Ainda estou adorando, comentei enquanto sentia o coração pulsar.
Conversamos brevemente depois de namorar. Luara mostrou outras facetas então. Espontânea, divertida, risonha. O papo foi quase tão gostoso quanto o que havia acontecido antes. Admirei novamente seu corpo e seu rosto enquanto jogávamos conversa fora. Apreciei seus olhos, sua boca, as coxas tão alvas e tão apetitosas. Essa Luara Paz é uma máquina de guerra, pensei enquanto ela dizia algo que perdi por distração. Fui embora e a última coisa que me recordo é de uma placa na parede onde estava escrito uma única palavra: relax. Não à toa, Luara me deixou de bem com o mundo e calou qualquer fome que eu ainda poderia ter durante aquele dia.
