20 de Janeiro de 2025 às 18:39
BEIJO

SIM - GOSTEI

ORAL

SIM - SEM CAMISINHA

ORAL COMPLETO

SIM

ANAL

SIM

TAXA ANAL

R$0.00

REPETECO

SIM

"Havia algo de mágico no Prado ao amanhecer, como se o universo respirasse naquele espaço." – Antoine de Saint-Exupéry em O pequeno príncipe.

Ok, nosso encontro não foi exatamente de manhã, mas pra quem dorme tarde, acordar cedo é pecado grave e meio dia vale como amanhecer. E o que presenciei naquela manhã foi, definitivamente, magia pura. Se as fotos da Gabi aqui no fórum são um deleite, ao vivo é tudo e um pouco mais. A imagem ganha aroma, movimento e reações.

Ela estava com uma lingerie de um amarelo clarinho, um contraste formidável com sua pele bronzeada. Tinha com os cabelos tingidos de loiro, diferente do que eu me lembrava de suas fotos mais antigas. Bonita. Incrivelmente bonita. Fui recebido com um selinho carinhoso. Gostei dos lábios espessos e seu sorriso aberto, do rosto arredondado e dos olhos notáveis.

"O Prado tão sereno era o contraste perfeito para o caos em minha mente." – Jane Austen em Orgulho e preconceito.

Entreguei à Gabi o Gin Tônica que levei para atender a um pedido seu e uma pequena garrafa de espumante. Ela inclinou seu corpo diante do frigobar e pegou dois copos para nos servir. Seu corpo curvado tirou meu juízo de imediato. Abracei-a por trás enquanto ela servia a bebida e colei meus lábios em seu pescoço. Toquei seus braços e senti os pelos arrepiados. Menino, você foi logo no meu ponto fraco, disse quando a puxei para um beijo.

Meu plano inicial quando entrei no apartamento era bater um papo rapido e quebrar o gelo da primeira vez com um pouco de bebida, mas não resisti aos encantos da Gabi. Como no trecho destacado de Jane Austen, minha cabeça virou um caos completo, uma total ebulição causada pelo visual daquele Prado tão convidativo. Nos atracamos e a bebida ficou esquentando sobre o móvel. Sequer chegamos a provar.

"Corremos pelo Prado como crianças, esquecidos do mundo, vivendo apenas aquele momento" ‐ Gabriel Garcia Marques em Cem Anos de Solidão.

Esqueci da bebida, esqueci dos problemas que havia trazido no bolso e aproveitei ao máximo aquele momento que a Gabi me proporcionou. Aquele beijo gostoso gerou uma ereção instantânea que a Gabi sentiu com as mãos, ainda por cima da calça. Fui tirando sua lingerie como quem desfolhava um presente. Os seios ganharam a liberdade e pude apreciá-los sem pressa. Primeiro com os olhos, depois com as mãos e então com a boca, a língua e dentes. Ela se arrepiava com cada toques e reagia mordendo o lábio inferior. Passei a mão por cima da sua calcinha e senti o grelo proeminente por detrás do tecido umedecido. Ela foi tirando minha roupa e depois me masturbou, ambos ainda de pé. Puxei-a para a cama, me deitei sobre seu corpo e beijei cada parte que minha boca alcançou.

"Ali no meio do Prado, sob a sombra de uma grande árvore, ela encontrou o sentido da eternidade." – Milan Kundera em A insustentável leveza do ser.

O sexo da Gabi foi uma delícia de experimentar. Insinuante, desinibido, provocativo. Acho que chupei com tanta força que acabei incomodando. É a sua barba, me disse, tá espetando. Então mudei de estratégia e fiquei beijando seus lábios e seios enquanto a masturbava com os dedos. Acertei rápido o jeito que ela gosta, culminando em um orgasmo vibrante. Depois de recuperada, foi sua vez de retribuir: posso te chupar um pouco? Só um pouco?, brinquei. O quanto você quiser, ela arrematou.  Por uma breve eternidade ela produziu com a boca toda sorte artimanha que levaria qualquer um a desejar terminar o combate ali mesmo. Como resistir àqueles olhos vivos que lacrimejavam toda vez que engolia meu pau por inteiro?

"As gotas de orvalho brilhavam no Prado como pequenos diamantes esquecidos pela noite" – Geoffrey Chaucer, os Contos de Canterbury

Ela quis saber como eu preferia logo depois de colocar o preservativo. Olhei para aquelas pernas grossas, os músculos lapidados e aparentes, provavelmente por horas investidas em exercícios e depois vi de relance minha barriga. Tive certeza: essa máquina tem muito mais potência que do o meu reservatório de cerveja. Gosta de ficar por cima?, perguntei em tom convite. Gosto de sentar, posso? Me ajeitei na cama, as costas apoiada na cabeceira e a puxei pro meu colo. Ela cavalgou com a fúria de uma valquíria no campo de batalha. Enquanto se movimentava aproveitei para estimular o clitóris com um dos dedos. Quando atingiu o clímax, passou a se mover com mais cadência, curtindo o orgasmo como se estivesse entorpecida. Para não perdermos o embalo, foi minha vez de estocar de baixo para cima enquanto a segurava suas coxas e nas nádegas para que não perdesse o equilíbrio. Quando trocamos de posição e ela ficou de quatro na cama, pude ver o suor em suas costas, resultado do esforço anterior, "as gotas de orvalho que brilhavam no Prado como pequenos diamantes". Alternamos ainda para um papai-mamãe e, no frango assado, me pediu para acelerar pois iria gozar novamente. Quando se recuperou, pedi pra comer seu cuzinho. Ela consentiu e com um olhar provocador, quis saber como eu preferia. Do jeito que for mais confortável pra você, respondi. Ela se posicionou de quatro na cama e eu me encaixei por trás. Primeiro devagar, depois aumentando a cadência levemente. Fui acelerando aos poucos, para ver se haveria alguma restrição ou incômodo, mas a Gabi se portou dignamente como a menina levada que é. Quando começou a se masturbar com uma das mãos, me pedia para ir mais rápido. Deixei o instinto me levar e desmanchei o ímpeto em uma gozada inacreditável.

"As crianças brincavam no Prado como se a vida fosse eterna, sem saber que aquele dia se tornaria memória" – O Jardim Secreto, Grandes Hodgson Burnett.

Quando saí do apartamento me sentia como uma criança que tinha acabado de se exaurir com o brinquedo dos sonhos. Você é acelerada demais, mocinha, comentei ao me despedir, próximo à porta. Olha que nem tô num dia de safada, ela emendou. Porra!, claro que vou voltar, preciso conhecer a Gabi safada. Ela então apertou minhas bochechas e disse: ah você tem uma carinha, ai, ai. E então me deu um beijo. Apelidei-a carinhosamente de La Linda. O motivo eu conto no próximo relato, pois já houve repeteco.