28 de Janeiro de 2025 às 15:28
BEIJO

SIM - GOSTEI

ORAL

SIM - SEM CAMISINHA

ORAL COMPLETO

NãO

ANAL

SIM

TAXA ANAL

R$0.00

REPETECO

SIM

Diálogos com La Linda

Tripleteco com a Gabi. Meio que de última hora, meio de improviso.

Tô te querendo de novo, arrisquei.
Vem.
12h?
12 não, 13h?
Fechou. Só não tenho nada pra gente beber. Ainda tem o La Linda da outra vez.
Sério? Achei que já tivesse bebido.
Não, guardei.
Ótimo, respondi enquanto calculava quantos dias atrás tinha sido o último encontro. É, o vinho ainda estava bom.

O padrão da última vez se repete. Quarto espaçoso, ar travado na temperatura mais baixa, La Linda de lingerie atrás da porta. Um primeiro beijo rápido. Toda a espessura dos lábios da Gabi se espalha pela minha boca.

Cara, de onde você tirou a lingerie amarela que você escreveu no relato?, quis saber.
Ué, não era amarela?
Não! Eu sou parda! Amarelo some na minha pele.
Eita, porra! Confundi então.
Era rosa, lilás ou vermelho. Não tenho nada amarelo.
Tem certeza?
Tu acha que não sei quais lingeries eu tenho?
Não, é que sou daltônico.
É nada.
Sou, pô. Sou cheio dos defeitos
A de hoje é de que cor?, perguntou em desafio, colocando as mãos na cintura e exibindo as curvas perfeitas. Parei e fiquei admirando o sutiã agarrando nos seios, a barriga lisa com os músculos aparentes e as coxas fortes.
Porra, tu é gostosa pra caralho.
Sério! Qual é a cor?
Acho que é rosa.
Ae, acertou.

Bebemos um pouco do vinho e conversamos por uns cinco minutos. Foi o máximo de tempo que consegui ficar afastado dela. Logo nos beijamos, as roupas foram para o chão e fugimos para a cama. Apenas a calcinha permaneceu em seu corpo. Com uma fenda na parte frontal, conseguia masturbá-la sem qualquer dificuldade. A Gabi incendeia rápido e contagia o parceiro. Desta vez a barba não atrapalhou e o gozo veio rápido enquanto eu a chupava e a estimulava com os dedos. Depois ela veio retribuir e tive vontade de gozar ali mesmo durante aquele boquete absurdo. Gozar na boca é um dos meus fetiches preferidos, mas eu demoro pra pegar no tranco para uma segunda rodada e ia ser um desperdício de tempo. Seguro a emoção e peço o preservativo.

Ela começa sentando. Um tesão absurdo toma conta de ambos. Com as mãos livres, posso massagear seus seios, apertar seu pescoço e das uns tapinhas de em seu rosto. A cara de tesão da Gabi é daquelas que pede tapa. Eu não resisti e ela entrou na onda. Espetáculo na terra. Papai-mamãe rolando forte e ela anuncia que irá gozar novamente, pede para eu não parar. Fode minha buceta, ela repete. Intensifico a ação, quase gozo também, mas seguro o impulso e ela se desfaz. Fica molinha, os olhos revirados e semicerrados. Deito ao seu lado, trocamos um carinho, mas logo ela se recupera. Vou até a bancada. Pego as taças de vinho, uns poucos goles para cada e voltamos para a cama. Com ela de quatro, vou alternando a velocidade para aproveitar todas as sensações. Aperto sua nuca, puxo de leve os cabelos e vou curtindo cada momento. A vontade é de congelar o tempo, que avança impiedoso. Peço o anal, ela consente. Vamos de frente, provoco. Melhor de ladinho, pode ser? Pra começar, pode. A vantagem desta posição é que as mãos ficam livres. Posso tocar seus seios e, enquanto os movimentos ainda são suaves, aproveito para masturbá-la com uma das mãos. Quando sinto que não há qualquer desconforto da parte dela, coloco-a  de bruços na cama. Nesta posição a penetração vai bem fundo, então começo com calma. Quando a ouço dizer fode meu cu todo, fode, a dinâmica muda. Passo a ir cada vez mais forte e ela reage me incentivando. Penetração intensa, sem limites. Pouco depois eu gozo urrando. Até me surpreendi com minha própria voz, pois costumo ser menos barulhento. Gozadão da porra!

Conversamos um pouco mais. Pergunto se ela vai à resenha de mais tarde e ela confirma que irá dar uma passadinha, mas que não poderá demorar. Que bom que você vai, a gente troca uma ideia. Talvez eu fique tímido, mas a cerveja resolve isso. É, já me falaram que você gosta muito né? Um pouquinho, respondo. Olha, se ficar bêbado vou fingir que não te conheço, se controla. Cuida de mim então, peço. Cuido nada, ela debocha, você se cuida e eu te observo. Rimos. Tu é marrenta, né? É, ela confirma, um pouco sim, já me disseram. Tá certa, digo, eu gosto assim. Tem que se impor, senão vagabundo abusa. De mim não!

Beijos, carinhos, provocações.
Corredor, elevador e uma caminhada até o metrô com um sorriso ridículo na cara.