30 de Janeiro de 2025 às 16:07
BEIJO

SIM - GOSTEI

ORAL

SIM - SEM CAMISINHA

ORAL COMPLETO

SIM

ANAL

NãO

TAXA ANAL

R$0.00

REPETECO

SIM

Dudu Paes criou uma armadilha desleal na última quarta-feira: enviou um alerta de estágio 2 no final da tarde que fez todo mundo correr pra casa mais cedo para se abrigar. Aqui no escritório não foi diferente: dispensei o time e fiquei sozinho pensando se ia embora ou se ficava mais um pouco pra esperar o transito se arrumar. O Waze indicava mais de uma hora de trajeto. Entre ficar preso no carro no meio da chuva e trabalhar, optei por dar um gás na labuta e esperar pra ver o que ia acontecer.

Trabalho rolando, um silêncio absoluto no escritório com exceção do som das trovoadas. O tédio veio, implacável. Abri o Arena rapidinho pra passar o tempo antes de voltar as atividades e coloquei uma frase inocente no chat: será que alguma GP vai oferecer abrigo nessa tempestade? Então ela surge, presença rara no boteco virtual do Arena, Marcela, e provoca: vem que eu te abrigo Cervejeiro. Brinquei com ela de volta, mas fiquei na minha. Ia chover mto, sem chances de me deslocar até o centro. Boas possibilidades de eu me foder no processo. Sem condições.

Mas diaba boa é aquela que atenta, aquela vai no deserto e na tempestade pra quebrar a retidão do homem santo. A carinha da danada aparece no WhatsApp e sobe o nível da provocação: quanto tempo, Cervejeiro, nunca mais veio me ver. Verdade dona Marcela, eu respondo, e pelo que eu me lembro foi bom pra caralho. Por que será que a gente não se pegou mais? A culpa é sua,  ela responde, e continua: mas eu entendo, são muitas meninas, muitas opções. O diálogo flui. Olha, nem está mais chovendo aqui no centro. A mensagem acompanha um vídeo da janela dela. O céu está quase claro, nem parece que vai chover mais. Meu medo é ficar ilhado, respondo. Então ela joga sujo e manda uma foto nua:.olha como eu estou. Eita porra, deixa eu ir lá embaixo ver se tá chovendo por aqui.

Eu desço o prédio. Uma chuva fina cobre o bairro. Digo pra ela que está chovendo por aqui, que tô com medo de me ferrar. Anima esse pau homem, vem me comer.

Pego o guarda-chuva no carro e caminho até o metrô repetindo: isso vai dar merda, vai dar merda. Que porra de tesão é esse que vai me fazer ir na chuva até centro pra trepar, depois voltar tudo de novo pra pegar o carro e só então ir pra casa. Sempre achei que depois da adolescência meu pau ia para de me colocar em furada. Foda é saber quando a adolescência acaba. Fui o trajeto todo pensando se chover pra caralho como alertaram, eu tô fudido.

E choveu? Choveu! Chuva de xereca na minha cara, a boceta peludinha da Marcela se esfregando na minha língua, uns gemidinhos safados que arrepiavam os poros da sua pele enquanto a gente se acabava naquele meia nove encaixadão. E a torrente, teve? Teve! Torrentes de sentadas na minha pica, primeiro de costas depois de frente, eu ali massacrado só observando meu pau sumir entre as pernas da Marcela enquanto eu apertava seus mamás siliconados. Aperta, seu safado, aperta meus peitos. Teve uma tempestade de metidas também, primeiro com ela de quatro na cama, depois de bruços e então no papai-mamãe. Isso, safado, brinca com a buceta da tua puta, ela repetia. Por fim, uma enxurrada de gozo na boca da Panicat preferida do Arena, que não se rendeu diante da dificuldade que eu tive para gozar. Precisei usar várias técnicas, me disse com cara de bandida ao cuspir tudo no meu pau e depois ir buscar um papel para nos limparmos.

Banho, brincadeiras provocativas durante o papo final e rua. O temporal era estágio 2, a surra torrencial da Marcela foi nível 4. Voltei ao escritório, peguei o carro e dirigi até em casa como se não tivesse caído uma única gota d'água na cidade.