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BEIJO
SIM - GOSTEI
ORAL
SIM - SEM CAMISINHA
ORAL COMPLETO
SIM
ANAL
NãO
TAXA ANAL
R$0.00
REPETECO
SIM
Maria Luiza, finalmente a Sereia em seu real habitat
Sempre antes de escrever um relato procuro identificar principalmente aspectos que mais me marcaram durante o respectivo encontro. Por essa razão não tenho muita dificuldade em relatar repetecos, pois é quase inevitável que se revele uma nova particularidade, e esta acaba se tornando o eixo do relato.
Me apego muito. E tenho muito prazer em agradar a quem me apego. De início, em geral, o que conta é a atração sexual e a entrega, mas, rapidamente passo a valorizar, apreciar, admirar, a pessoa em si, sua personalidade e caráter, sua história de vida, suas lutas. Esses valores também me dão tesão, e muito.
Maria Luiza é um exemplo clássico. Temos quase quarenta dates, todos longos. Em cada um deles, pelo menos uma coisa nova aconteceu, um aspecto inédito se revelou, uma nova dimensão me conquistou. Nossas conversas são intermináveis, e nossos valores bem convergentes. Ao longo desse tempo aprendemos a nos ajustar (inclusive ao gap abissal de nossas idades), nos respeitar e admirar mutuamente.
Dessa vez, terminada a etapa de lubrificar as goelas para a resenha fluir, Malu, sem o menor constrangimento já se deita de bruços na cama, guardando somente uma calcinha, a qual, mesmo se fosse maior, não conseguiria cobrir parcialmente o que convencionei chamar de “THE BUMBUM”.
Não me canso de admirar essa verdadeira obra da natureza (infelizmente fechada para visitação). Linda, e de geometria avassaladora, eu diria mesmo, agressiva. Acima dela, costas não menos sensuais, ombros retos. Seus braços, belas mãos longilíneas e pernas complementam esteticamente o conjunto da obra. Sua pele é sedosa, quase tailandesa. Eu poderia ficar horas contemplando-a deitada assim, quase sempre com seu rosto encaixado entre as dobras de um travesseiro, ficando com a bochecha de baixo amassada, como as de crianças. Até esses pequenos detalhes eu curto.
Ao invés de besuntá-la com óleo, como quase sempre faço, resolvi atualizar minha pesquisa sobre seus pontos mais sensíveis. Fiz isso com toques levíssimos, pontas dos dedos praticamente levitando devagarzinho sobre todo o seu corpo, seção por seção, pedacinho por pedacinho. Ao fundo a playlist de Malu, com as músicas que mais gostamos.
Suas reações aos toques são bem específicas, nada exageradas, super sensuais. Uma reboladinha, uma tremida, uma contração. Malu geme, arrepia, se ajeita, suspira; e o interessante é que as reações são sempre as mesmas, para as mesmas regiões.
Terminado o mapeamento dorsal, o pau em pandarecos, doendo de tão duro. Cada mexidinha dela era uma verdadeira tentação do demo.
Já com Maria Luiza de barriga para cima, retomo minha pesquisa para complementar o mapeamento. Só havia me esquecido de um detalhe fundamental: mulheres, diferentemente de nós, são seres complexos. Muito provavelmente o mapeamento de hoje não serve para amanhã, tem vida curta, é efêmero como a informação. Mas, certamente, valeu a experiência. A prática não só nos excitou a ambos, com também trouxe sensações novas, estas já incorporadas agradavelmente às nossas memórias.
Foi nesse dia que batemos nosso recorde ..... ao contrário. Nunca, por tanto tempo, havíamos mantido somente uma posição. Desta vez, o franguinho monopolizou a cena, praticamente do início ao fim.
Apesar do ar condicionado no máximo, acho que há tempos não suava tanto. Ao final caí ao lado de Malu, e ela, demostrando carinho e preocupação, usou diversos lencinhos e uma pequena toalha para me secar, primeiro a fronte e a careca, depois o resto.
Ficamos deitados, namorando por um tempão. Não sei o que é mais gostoso, mas o fato é que o namoro e o sexo se complementam maravilhosamente. É a tal da sinergia (1+1=3).
De uma hora para outra, a fome que nos bateu foi simultânea e avassaladora. Algum tempo em seguida já estávamos resolvendo a questão em um local perfeitamente apropriado a uma Sereia. Me senti um dos personagens de Lewis Carroll inserido no cenário de Alice no País das Maravilhas. Malu parecia estar em casa, em seu habitat natural.
Fome aplacada. Malu bastante feliz. Eu então, nem se fala.
Pista de Holmes aos(às) curiosos(as): por conta do período de defeso, só fiquei devendo a ela um nobre crustáceo. A propósito, um exemplar dessa “lacuna” já está devidamente guardado no freezer do 221-B, Baker Street, London, UK, aguardando somente o próximo encontro. Espero que, até lá, o invejoso e ardiloso Professor James Moriarty não o subtraia.
Nota: Uber reembolsado à parte
