16 de fevereiro de 2025 às 20:06
MARIA LUIZA
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BEIJO

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Maria Luiza, Holmes, e o princípio KISS

KISS , uma sigla para " Keep it simple, stupid! ", é um princípio de design observado pela primeira vez pela Marinha dos EUA em 1960. KISS implica que a simplicidade deve ser uma meta de design. O princípio foi estendido para outros campos nos cursos de MBA (Master Business Administration) norte americanos somente a partir dos anos 80. De lá para cá faz parte importante dos valores da maior parte dos(as) profissionais bem sucedidos(as).

Na gastronomia sua aplicação mais evidente é no preparo de frutos do mar. Quanto mais ingredientes se agrega aos peixes e/crustáceos, por exemplo, menos se percebe a sutileza de seus aromas e sabores originais; deles só passa a restar a consistência. O sashimi é o exemplo mais radical quanto ao emprego do approach KISS na culinária.

O mesmo vale para qualquer carne grelhada, particularmente para os cortes naturalmente mais saborosos. O princípio se estende também à maior parte da cozinha italiana, berço da cozinha moderna. No Brasil, o pf de feijão com arroz com qualquer coisa mais é um exemplo clássico.

Mas agora vamos ao que interessa ao público GPArena: sexo, e o approach KISS.

Ultimamente a internet foi invadida por uma horda de especialistas em sexo. Prometem de tudo; só não vi ainda sexo com as orelhas e cotovelos (mas já vi com suvaco e cabelos). De resto, tem de tudo. Promessas absurdas, técnicas e produtos infalíveis para gozar, fazer gozar, não gozar prematuramente, para apertar xexekas, alargar paus. Isso sem falar das posições recomendadas e técnicas para um sexo anal prazeroso (ibope absurdo). O Kama Sutra, tadinho, está ficando ultrapassado.

Acho que esse excesso de informação (a maior parte, na realidade, sendo ruido, ou seja, não informação), só leva o pobre macho normal a imaginar padrões irreais, fora de seu alcance, o que acaba gerando ansiedade e frustrações, principalmente nos mais inexperientes.

Já passei por esse estágio. Hoje sou fervoroso adepto do sexo simples, sem complicações, sem sofisticações, sem vernizes, sem exageros, e também sem economias. Sexo vegano, approach KISS, preferencialmente com mulheres não aditivadas e autênticas na entrega. E as feias que me perdoem, mas como dizia o poeta: “beleza é fundamental”.

Porém aqui, um detalhe: quando me refiro a beleza não estou me restringindo à estética. Não falo de misses magricelas com rosto de bonecas, que devem obedecer a padrões preestabelecidos, e pior ainda, mensuráveis, como as escalas atuais de avaliações de vinhos. Emprego a palavra “beleza” para englobar uma série de qualidades, estéticas e não estéticas, que, em seu conjunto, resultam na atratividade que uma mulher exerce sobre mim ao vê-la andando, falando (comigo ou com outras pessoas), observando algo, comendo, sonhando, rindo, gozando, chorando, pensando, admirando, dormindo, gemendo, etc.

Maria Luiza é uma mulher que preenche com louvor esses traços. Já que estaríamos juntos no Encontro do GPArena na quinta feira passada, nada mais prático e agradável do que nos vermos antes, jantarmos cedo e em seguida irmos ao Curta Carioca. O presente relato se concentra no “antes”.

Relato

Após o horário de almoço Maria Luiza chega chez moi. E aonde ela chega, altiva como sempre, toma conta. Não obstante é uma pessoa simples, alegre, que (quando quer) esbanja simpatia. São esses contrastes que a tornam uma mulher tão interessante. Sua plástica e entrega dispensam apresentações. Não é à toa que tem arrebatado tantos corações.

Nossa resenha de chegada foi bem mais longa do que o usual. Dessa vez, alguns dos temas foram de um teor bem intenso. E isso nos fez muito bem. Faz parte da nossa forma de esquentar os tambores.

Havia pedido a ela para levar um body verde fluorescente que já empregara em alguns de seus vídeos. Expliquei que, por ter as laterais abertas, o tal body se assemelhava demais ao de uma personagem de revista em quadrinhos que na minha pré-adolescência me havia despertado tesão pela primeira vez na vida. Até hoje me lembro claramente da personagem.

Após seu banho, quando Malu vestiu o body, a conversa cedeu lugar a outras coisas, bem mais silenciosas. Me deito e a sereia, de lado, me abraça. Ficamos assim namorando por algum tempo, até que, não resistindo, alcanço a Skin, e, com ela ainda vestida, começamos um ppmm bem lentamente. “Keep it simple, stupid Holmes”. A voz da razão tomou conta de mim, e nada mais inventei, a não ser continuar naquele chamego até os finalmentes.

Neste dia eu estava com a libido a mil. Uma vez recuperado engrenamos mais duas longas séries (sempre abordagem KISS): de dorso, e aquela montada tradicional. Ambas sem qualquer invenção adicional ou ginástica, apenas muito carinho, “gemeção” sem economia e beijos de ambas as partes.

Suados e desmaiados ficamos, até a fome bater à porta. Nos banhamos, jantamos e tomamos o rumo do Curta; a Sereia trajando um pantallon marron claro, sem qualquer adereço adicional ou mesmo cosméticos.

Chegamos pela ruela transversal e nos deparando com a turma da pipoca. O silêncio que se fez ficou evidente. Algumas dezenas de cuecas comeram Malu com os olhos, mas, respeitosamente, e aos poucos, foram abrindo alas para passarmos em direção à entrada do Encontro.

Se olhar engravidasse .... pqp!