19 de fevereiro de 2025 às 16:36
BEIJO

SIM - GOSTEI

ORAL

SIM - SEM CAMISINHA

ORAL COMPLETO

SIM

ANAL

SIM

TAXA ANAL

R$0.00

REPETECO

SIM

Já perdi as contas de quantos encontros tive com a Gabi. Tenho uma vaga ideia, mas chega uma hora em que os números já não importam mais. Minhas impressões sobre ela foram variando conforme nos conhecíamos. Pelas fotos, antes do nosso gênese particular, achei-a muito bonita, com características marcantes nos olhos, boca, nariz e sobrancelhas. Claramente uma mulher que foi favorecida pela natureza e não descuidou do patrimônio em seu DNA: tratou de aprimorar onde havia espaço. Um encontro com ela era obrigatório. E se apareceu como um cometa, desapareceu na mesma velocidade. Se aposentou? Mudou de vida? Algum egoísta tomou pra si? Vagabundo não é bobo: um contato com o que há de melhor e logo vem a necessidade da exclusividade. A Gabi se foi e eu fiquei com ela na imaginação.

Depois de algum tempo, tão pouco tempo que minha memória sequer foi capaz de dissipar seus traços mais chamativos, ela ressurgiu. Suas fotos não mostravam mais seu rosto, mas nem precisavam. Eu tinha vivas recordações do objeto do meu desejo e não poderia desperdiçar um nova oportunidade.

O primeiro encontro foi durante minhas últimas férias e a sensação que tive foi de que algo muito precioso surgiu naquele dia. Pelo WhatsApp ela não quis muita conversa depois do encontro, o que, curiosamente, me fez ficar ainda mais interessada em revê-la. Admirei sua postura mais reservada e profissional, gostei da imposição que sua figura transbordava. Marrenta do jeito que eu gosto, foi meu primeiro pensamento, só que tinha mais: antagonicamente, seu porte mais severo desaparecia completamente quando estávamos na cama. Era uma combinação irresistível pra mim.

No segundo encontro tivemos a mesma química do primeiro e, talvez por já termos rompido o estranhamento inicial, houve ainda mais intensidade. O sexo que já havia encaixado na primeira vez, ficou ainda melhor. Com maior intimidade, ela se sentiu à vontade, inclusive, para detalhar como gostava desta ou daquela prática. Sou bom aluno, brinquei, e meu desempenho no teste foi satisfatório. Se o 10 não veio, foi porque a professora Gabi é deveras exigente. Gozou mas desdenhou de mim: dá pra melhorar, uma hora você aprende.

A provocação levou ao terceiro encontro, ao quarto, ao quinto e a tantos outros, às vezes mais de um no mesmo dia. Eu saía do seu apartamento, retornava ao trabalho e algumas horas depois eu disparava por mensagem: quero mais, bora?

Como disse anteriormente, a Gabi foi mudando pra mim. A mulher posturada (para usar um termo popular), firme e decidida ainda está ali, sem dúvidas, mas hoje eu conheço outras facetas de sua personalidade, uma mais interessante que a outra. Assim com as fases da lua que descem em tatuagem por suas costas, a Gabi é uma mulher de muitas faces e uma das delícias de encontrá-la é descobrir cada uma delas. Este ofício de arqueologia psico-sexual (se é  que o termo faz algum sentido) só me instiga a novos encontros, me impele a dissecá-la enquanto mulher, amante, namorada, criatura, divindade ou qualquer lugar que lhe caiba. Ela é uma espoleta, mas também é doce, gentil, romântica, perspicaz, inteligente, dengosa, adorável e mais uma coleção de predicados que só iriam estender o texto. Àqueles que chegaram até aqui, peço desculpas se faltaram mais detalhes destes encontros. Este não é, de forma nenhuma, um relato objetivo. Há tantas nuances em nossos encontros que achei dispensável descrever isso ou aquilo. Se não ficou claro nas linhas acima, reitero: estar com a Gabi extrapola qualquer elogio que eu possa fazer. Só me resta dizer que é uma experiência excepcional e compulsória.

Para os mais práticos, deixo uma foto dela com um livro que levei para ler no metrô e que usamos para algumas desenvolver algumas reflexões – ainda tem isso, além de fisicamente perfeita, a Gabi possui opiniões, pensamentos e digressões profundas, um alimento pro corpo e pra alma. O recorte que registrei me pareceu excitante e absurdamente sensual. É a poesia de uma mulher magnífica.