26 de fevereiro de 2025 às 20:07
BEIJO

SIM - GOSTEI

ORAL

SIM - SEM CAMISINHA

ORAL COMPLETO

NãO SEI

ANAL

DISSE QUE FAZ

TAXA ANAL

R$0.00

REPETECO

SIM

Sophia

O nome Sophia tem origem no grego antigo e significa sabedoria. Diferentes filósofos deram significados distintos para o conceito de sabedoria, mas a frase "só sei que nada sei" é de Sócrates que teve Platão como discípulo. Se fosse nosso contemporâneo, talvez tivesse hesitado diante de seu mais famoso aforismo. Uma hora, creio, bastaria. Uma mísera hora com a Sophia Louise para que talvez mudasse o rumo de toda filosofia: só sei que nada sei, mas porra, essa mocinha sabe é muito!

Louise

De origem germânica, com variações até chegar na forma francesa que ficou popular, o nome Louise indica guerreira famosa ou famosa em batalha. Não posso discordar que é um nome apropriado. Se ela foi simpática e carinhosa ao me receber em seu apartamento, depois do banho veio disposta ao combate. Beijou minha boca, primeiro com suavidade, os lábios entreabertos e vermelhos como uma fruta madura, mas depois intensificou o gesto e ofereceu a língua para um bailado com a minha. Não demorou que buscasse meu pau com uma das mãos, que já estava endurecido por baixo da cueca. Com a gentileza de quem dá um ordem velada, perguntou se poderia removê-la. Continuamos o beijo com ela me masturbando. Depois busquei o topo dos seios, ainda cobertos pelo sutiã vermelho, que pediam uma mordida. Diante da minha fome, virou-se de costas e pediu que a ajudasse a retirar a peça que os aprisionavam. Os seios firmes com os mamilos em riste se aconchegaram em meu peito e voltamos a juntar nossas bocas. Ela se ajoelhou na sequência e me provocou com um sorriso antes de prosseguir. Depois me engoliu de uma vez só. Lambia meu pau e deixava escorrer a saliva sobre ele como se a boca fosse um favo dedicado a me lambuzar. Do jeito que eu gosto, exatamente como eu gosto, alternava entre chupar, engolir e masturbar. Às vezes os três ao mesmo tempo. Quando subia para tomar fôlego, cuspia gentilmente sobre meu pênis e depois me masturbava com intensidade, olhando diretamente em meus olhos para medir o quanto eu estava gostando. Quando via minha expressão de delírio, sorria e quase gargalhava, um sorriso que era uma terça parte meiga, um segundo terço safado e um último acolhedor. Um combinação rara que me pegou de jeito.

Sophia Louise

Fisicamente só tenho elogios: cabelos bonitos e aloirados, uma pele morena, macia e muito cheirosa. Os seios são lindos, aditivados e com um piercing em um dos mamilos. Sua bunda é uma perdição e está no ponto preciso entre a gostosura natural e a firmeza esculpida pelos exercícios. Se eu pudesse pedir algo para ela, seria: não melhore, não piore, permaneça! A barriga lisinha reforça seu empenho e cuidado com o corpo. Nas pernas encontrei um passeio por onde pude flanar com a língua. Gostei dos olhos pequenos e delicados da Sophia, decorados por cílios compridos. O nariz delicado combina com o rosto de menina e, como se fosse uma confissão de que Deus tem seus preferidos, pequenas sardinhas enfeitam sua face.

Valquíria

Sábia e famosa guerreira, me orientou a deitar na cama. Você fica mais confortável, disse ao subir sobre mim, deixando meu pau próximo de sua pélvis enquanto seguia me masturbando. Depois escorreu seu corpo pelas minhas pernas e voltou a oferecer uma das melhores sessões de oral que já recebi. Quando eu não aguentava mais de tesão, pedi que ela trocasse de lugar comigo para que eu pudesse retribuir. Sophia se fez de difícil e me deu um puta trabalho. Gemia, tremia, se esfregava, mas nada de entregar o gozo. O que tá faltando?, perguntei. Nada, tá uma delícia, só continua que eu sou difícil mesmo. Insisti, quase perdi o freio da língua, quase precisei de gelo para os lábios exaustos, mas ela finalmente se entregou. Olha, eu sou difícil mesmo, confessou. Às vezes fico o dia inteiro sem conseguir. Eu tava fazendo algo de errado?, perguntei. Não, estava uma delícia, se você não soubesse o que estava fazendo eu nem deixava continuar porque não ia ter futuro. Rimos juntos, minha boca mole, meio torta, quase dormente, mas ri.

Quando montou em mim, ficou muito claro como esta valquíria sabe das coisas. Alternou entre cavalgadas, sentadas e uma esfregação que me deixou muito atiçado. Sentia a todo momento meu pau latejar dentro dela enquanto assistia àquele espetáculo sinuoso.

Quando trocamos, ela sugeriu que eu fosse por cima, mas preferi experimentá-la enquanto estivesse de quatro. O encaixe aconteceu como se fôssemos peças de um quebra-cabeça, um completando o outro. Pude puxar seus cabelos, afagar seus pés, apertar sua bunda e desferir uns tapas de leve. Via seus cabelos caindo pelo corpo, e aproveitava para puxá-los enquanto revezava em pressionar seu pescoço. O gozo estava muito próximo. Trocamos novamente e, no papai-mamãe, gozei fitando aqueles doces olhos da Valquíria.

Deitados na cama, ela viu minha respiração ofegante e levantou para pegar água. Fiquei deitado admirando aquele corpo perfeito, torcendo pra ela ter esquecido alguma coisa para ficar indo e vindo enquanto eu a observava. Depois ficamos um tempo agarrados, trocando carinho e, muito atenciosa, quis saber se tinha gostado dela. Respondi com o que achei irrefutável: se eu te demonstrar mais que isso, não sei se sobrevivo.

Quando voltei do banheiro, ela estava acochegada na cama. Linda, linda. Provoquei: tá tão bonita que merece uma foto. Quer tirar?, ela retribuiu. Quero!, rebati de imediato, mas peraí, deixa eu pegar um negócio aqui. Tirei um adesivo da carteira, colei no bumbum dela e registrei o momento.



O repeteco é certo e ela vai jurar que é por causa dela, mas eu vou só pra ver a cachorrinha com quem troquei algumas carícias antes de ir embora. Sou pai de Pet, me julguem.