BEIJO
SIM - GOSTEI
ORAL
SIM - SEM CAMISINHA
ORAL COMPLETO
NãO SEI
ANAL
NãO
TAXA ANAL
R$0.00
REPETECO
SIM
Olhei para ela ao entrar no apartamento e falei: sabia que você era gata! São seus olhos, disse, gentil, e veio me beijar. Um selinho suave que, mesmo rápido, me deixou perceber a maciez daquela boca. Conversamos brevemente, peguei uma toalha e fui para o banho. Na volta ela brincou comigo: o tímido sempre volta do banheiro de cueca ou enrolado na toalha, nunca vem pelado. Mas eu sou mesmo, comentei, e ela disse que também era. Então ferrou, a gente nem vai se pegar, ninguém agarra ninguém. Damos um jeitinho, ela riu, veio para mais perto e me beijou.
Selinho. Outro selinho. Um beijo mais demorado. Lábios. Língua. Gostei do beijo da Anita, principalmente pelos lábios tão macios. Em tempos de preenchimentos cada vez mais frequentes e, às vezes, exagerados, a suavidade de uma boca naturalmente macia é coisa rara. Além de tudo, simetria e proporção. Nem grande, nem pequena. Nem frouxa, nem rígida. Adequada, perfeita.
Tudo que vi na Anita me pareceu excepcional. Do sorriso bonito, às curvas perfeitas. Visualmente achei que era rata de academia, mas ao tocá-la fui surpreendido positivamente por uma maciez que não batia com o que meus olhos contemplavam. Em vez do enrijecimento da musculatura, uma pele maleável, quase um contrasenso entre o visual firme e o toque delicado. Coxas, bunda, barriga, seios. Todos visivelmente firmes. Todos de uma sedosidade que desafiam qualquer constituição.
O gosto de uma boceta é algo ridiculamente excitante pra mim. Poucas coisas mexem tanto comigo. Costumo brincar com quem me pergunta o porquê do Sommelier no meu nome aqui no Arena. Além do sabor, gosto do cheiro, da textura e, principalmente, da reação aos estímulos que cada mulher transmite no momento. Posso dizer sem arrependimentos: a Anita tem uma das bocetas mais gostosas que pude chupar ultimamente. Por WhatsApp, depois do encontro, até brinquei com ela. Me conta teu segredo, tu passa alguma coisa nessa bocetinha pra ela ficar gostosa desse jeito. A resposta: nada, só cuido dela pra ficar assim. Não é possível, respondi, me conta vai. Acho que ela gostou de você, rebateu, aí ficou assanhadinha. Não contestei, não se contrapõe uma gentileza dessa.
Sobre o sexo, posso dizer que encaixamos bem. Depois de um oral muito vigoro que ela me aplicou e que, numa próxima vez, vou querer esquecer da vida ali até gozar, ela veio por cima e, entre sentadas e fricções, meu pau ficou como uma rocha. Quer trocar de posição?, quis saber. Por mim tá ótimo assim. Vamos trocar, ela insistiu. Então fica de quatro, gosta? Adoro, ela disse já se apoiando nos travesseiros. Lembra que falei da maciez da pele da Anita? Não consigo descrever o quão foi gostoso apertar aquela bunda e suas coxas enquanto a penetrava. Alternei entre estocadas mais firmes e um ritmo cadenciado. Quando eu acelerei pra valer ela colocou uma das mãos entre as pernas e ficou se masturbando. Brinquei com ela que não ia sair mais dali, que ia ficar a tarde toda. Não sai, não para, disse entre sussurros. Com toda a força que me restava avancei impetuosamente até explodir em um orgasmo ardoroso. Desfaleci sobre ela em urros e depois me deitei ao seu lado.
Água? O que? Quer água? Não, não. Só me deixa respirar. Recuperei o fôlego, o coração no ritmo normal e, entre carinhos, ficamos conversando. Achei-a divertida, com algumas tiradas que oscilaram entre o sacana e o meigo. Por fim, perguntei se poderíamos tirar uma foto. Lembrei dos adesivos de cerveja que havia comprado e estavam na carteira. Ensaiamos algumas fotografias para incluir neste relato. As fotos ficaram boas, mas ainda estão longe da delícia que a Anite é pessoalmente. Deixo uma delas aqui para o deleite da rapaziada. Repeteco certo e o quanto antes. Anita é uma espetáculo. Junte a primeira letra de cada parágrafo deste relato e terás uma definição precisa do que é esta mulher.
