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BEIJO
SIM - GOSTEI
ORAL
SIM - SEM CAMISINHA
ORAL COMPLETO
SIM
ANAL
NãO
TAXA ANAL
R$0.00
REPETECO
SIM
Tudo que é bom, pode ficar ainda melhor?
No caso da Maria Luiza, Holmes não tem a menor dúvida: a resposta é SIM. No transcorrer do reencontro mais recente de ambos, no Barão do Flamengo, isso ficou mais do que patente.
Por questões que fugiram ao controle, Malu e o detetive londrino (em suas férias tropicais) não se viam há quase quinze dias. Para ele, isso foi muito tempo. Assim que o elevador chegou ao quinto andar com Malu, Holmes abre a porta, coloca ambas as mãos sobre os ombros da sereia, e, correndo, a empurra delicada (mas decididamente) em direção à porta da suíte aonde havia se instalado uns quinze minutos antes.
A Sereia é inteiramente pega de surpresa pela atitude do carente detetive, e se deixa levar pelo impulso. Porta fechada, um longuíssimo, silencioso e super apertado abraço torna o casal uma coisa só. Eles se afagam e se cheiram. Como diria Proust .... “à la recherche du temps perdu”. Beijos e palavras veem posteriormente se juntar ao ritual do reencontro.
Com os batimentos cardíacos normais restabelecidos, Malu e Holmes se sentam frente à frente, e refrescados por um scotch on-the-rocks, se atualizam sobre alguns assuntos pendentes. Mas o clima não permite que a lista se esgote; logo ao final da primeira dose, Holmes, descaradamente, se deita; a Sereia o segue. Com ambos lado a lado, a sessão carinhos é retomada, só que agora complementada por uma série de beijos de intensidade cada vez mais crescente.
O que já era bom, se torna visivelmente ainda melhor. Os beijos de Malu são os melhores que Holmes jamais experimentou: doces, molhados na medida exata, intensidade variável ...... uma perdição. O mesmo acontece com seus carinhos: percorrem toda a extensão do corpo dele, são acompanhados de mudanças perceptíveis de ritmo respiratório. Uma tempestade perfeita se forma, até o momento em que Malu se apossa do pau de Holmes.
A partir daí ela toma a iniciativa, tira o travesseiro que Holmes tentava colocar debaixo da bunda e o coloca sob a cabeça dele, se encaixa, e começa literalmente a comer Holmes, prendendo suas mãos com as dela, não dando qualquer chance de defesa a ele, que não vê saída a não ser se entregar à luxúria da abelha rainha. O ritmo crescente, as expressões e os sons emitidos fazem crer que ela sente imenso prazer. Como tudo que é bom, transcorrido algum tempo, suas forças vão acabando. Ofegante, finalmente, Malu cai de lado, e fica com o olhar fixo para o espelho do teto.
Por sua vez, Holmes estava a mil neste dia, e não deixa Malu em paz. Sua vez de fazê-la ressuscitar. Usa diversos artifícios para isso, e finalmente consegue seu intento. Daí para frente é tudo alegria: algumas variações são ensaiadas, mas o destaque especial, uma vez mais, é para o franguinho. Nessa posição, variando o andamento (andante, allegro, moderato, etc) o prazer parece ser inesgotável. E assim, ambos ficam “por horas”.
Após muita curtição, infelizmente, a idade de Holmes começa a pesar, e é a vez dele ser obrigado a parar de brincar. O casal decide por uma pausa de armistício, aproveita para recarregar os copos, e alguma outras providências mais. A resenha é retomada no ponto em que havia sido interrompida.
Papo vai, papo vem, balança o pau para um lado, balança pro outro .... o morto começa a se recuperar, e então Holmes percebe que sua excitação pode ir aos céus somente com base nos beijos de Malu. Dito e feito. Uma fantasia bem boba que acaba se realizando, levando Holmes a um clímax de inédita duração e intensidade. Sua fleugma vai literalmente para o espaço; suas reações, vergonhosas e impublicáveis. Uma vez mais fica comprovado que o que é muito bom, sempre pode se tornar ainda melhor.
Sem mais palavras, Malu é simplesmente viciante. Novo repeteco devidamente agendado.
