BEIJO
SIM - GOSTEI
ORAL
SIM - SEM CAMISINHA
ORAL COMPLETO
SIM
ANAL
SIM
TAXA ANAL
R$0.00
REPETECO
SIM
Contato via WhatsApp foi suave. Respondeu quase de imediato e tirou minhas dúvidas. Fiquei preocupado com seu apelido. Será que a diferença de altura seria uma questão?
Você é bem pequenina, né?
Sou! Rs
Tenho 1.85, algum problema?
Claro que não, meus clientes são, em geral, bem altos.
Então tá bom.
Vem que eu cuido de você 😈.
Atendimento completo?
Sim! Sem taxa!
Tô precisando. Me manda uma foto de rosto?
Claro, só um minuto.
Gostei. Tô indo praí.
Vamos combinar? Tá tudo caro pra kct. Inflação alta costuma trazer oportunidade para aumentos abusivos. Todos os setores tiram proveito, alguns erram a mão. A sociedade, em geral, perde. Ver uma promoção destas é tentador, principalmente quando a menina tem uma quantidade elevada de relatos positivos. Não tive dúvidas depois do papo via WhatsApp. Fui.
A Luna Chaveirinho atende na AA37. Apartamento espaçoso e com um quarto grande (dá pra fazer uma bagunça boa ali). Banheiro organizado, cozinha ampla. Tudo no esquema. Ela é baixinha, tem um sorriso fácil e realmente era muito parecida com a foto que me encaminhou. Foi simpática, me deu um beijo na ante-sala e me conduziu até o quarto. Ela tem o corpo exatamente como nas fotos, toda pequenina, mas o conjunto é muito uniforme e de fácil apreciação até mesmo para quem gosta das mais altas como eu. De destaque, uma bundinha bem saliente se levarmos em consideração sua estrutura corporal. Desde o primeiro momento ela foi muito atenciosa, quis mexer comigo e me provocar, mas eu estava num dia calmo e mais surdo que o normal.
Você é muito tímido, menino.
Te avisei que era.
Deixa que comigo que resolvo isso.
Por favor .
Fui para o banho e quando voltei ela estava de bruços na cama com um vestidinho cheio de fendas e transparência, todo colado naquele corpinho. A bundinha pro alto era um convite. Fui na sua direção, mas ela se levantou e me imprensou contra a parede. Veio me dar um beijo, na ponta dos pés. Puxou então minhas pernas, me obrigando a reduzir a altura. O beijo encaixou, bem gostoso e que evoluiu enquanto nos reconhecíamos. Língua atrevida, mordidas nos lábios e uma sarração que me animou. Fomos para cama, tirei a roupa dela, deixando-a apenas de calcinha e provei seus seios pequenos, suculentos e firmes. Depois fiquei de pé e ela veio me chupar. Boquete absurdo com a Luna rindo o tempo todo e falando várias sacanagens. Meu pau latejava dentro da boca dela. Deitei na cama e ela seguiu me engolindo. Ainda de calcinha, fiquei massageando seu clitóris. Ela interrompia o oral por um breve momento, gemia e me olhava com uma expressão que era uma síntese da putaria. Logo se recuperava e voltava a me engolir. Jogava minha rola na garganta e me sugava com uma pressão fora do normal. Senti que ia gozar se ela seguisse naquela fome toda. Coloquei-a deitada, tirei sua calcinha e fui chupar seu chaveirinho. Boceta gostosa, já estava bem molhadinha quando coloquei a boca. A Luna curtiu as primeiras investidas de olhos fechados e apertando os seios. Safado, disse depois de levantar a cabeça. Foi um sinal de que estava curtindo. Apertava meus cabelos e braços, passava as mãos pelo próprio corpo. Depois de um tempo segurou minha cabeça e me pediu pra ir com mais calma. Não vai me fazer gozar logo, calma que não quero agora. Reduzi o ritmo e ela ficou lá deitada curtindo a brincadeira. Vamos trocar, sugeriu, deixa eu brincar com você. Veio me beijar quando eu deitei e depois passou a mão pelo meu cavanhaque limpando o melaço que tinha ficado da posição anterior.
Vou tirar teu leite com a minha boca, safado. Acha que só você que sabe?,disse depois me devorar por alguns minutos. Estava realmente empenhada, o gozo tava ali, batendo na porta. Se você continuar assim, eu vou mesmo e a gente não vai trepar. Eu já tenho certa idade, demoro mais que cinco minutos pra me recuperar, melhor segurar a onda. Ela desacelerou, reduziu a pressão e continuou numa cadência que dava para controlar. E seu eu quiser muito teu leitinho na minha boca?, perguntou. Se insistir, vai ter, mas deixa eu te comer primeiro. Tô doido pra te meter a rola. Ela riu, pegou uma camisinha na cabeceira, me vestiu com a armadura da putaria e depois montou em mim. A boceta dela abraçou meu pau por inteiro, dava pra sentir a cabeça latejando lá no fundo da xota. Sentadas, cavalgada e esfregação. Então ela pediu: vem por cima você agora. Puxei ela pra beira da cama e comecei a estocar a bucetinha. Não, ela reclamou depois de um tempo, vem pra cama. Quero sentir teu peso, grandão. Se solta em cima de mim. Fomos para o papai-mamãe, ela me abraçando com força para manter nossos corpos colados. Apenas a pélvis se afastava e retornava com toda a força que era possível. Coloquei depois ela de quatro e comi com vontade, com ela olhando pra trás o tempo todo, rindo, me chamando de todo tipo de impropérios.
Quero comer seu cu, disse enquanto a penetrava na boceta e alisava seu anel com um dos dedos. Tu é tímido, mas gosta de uma sacanagem, né? Como quer me comer? Do jeito que for mais confortável pra você. Ela acenou com um sorriso, foi até a cômoda, pegou o gel e depois ficou de quatro. Lambuzou o alvo da cobiça e me trouxe pra dentro com delicadeza. Depois que me acomodou, olhou para trás e disse: vai, fode esse cu, filho da puta.
Costumo ser obediente. Quase sempre. Um copo de cerva e um fode meu cu não se nega a ninguém. Comi com vontade naquela posição. A Luna me surpreendeu pela, digamos, versatilidade. Eu macetava na fúria e a diabinha ali, só curtindo, gemendo, olhando pra trás e rindo. Vai jogar leite no meu cu? Onde você quiser, respondi. Hum, então posso escolher? Pode! Tô na dúvida se quero na boca ou no cuzinho. Decide aí, enquanto isso, vou te comendo, respondi rindo. Isso, soca com força fdp.
Penetrei a Luna sem restrição, sem pena, sem qualquer medida. Antes, pedi que me avisasse sobre qualquer incômodo. Sem freio e na ladeira, a pressão foi grande. Coloquei ela de bruços e tomei a decisão por ela: vou gozar nesse cuzinho, safada. Vai, goza, me arromba.
Me arromba é foda, né? É tipo: foda-se faz o que quiser, passei esse cu pra teu nome. Assim o fiz. Sentia a ponta do pau bater cada vez mais fundo, o peso do meu corpo contra o dela no colchão. Quando senti a primeira fisgada de uma cãibra na perna direita, soltei o leite no preservativo.
Conhecer a Luna foi uma experiência muito positiva. Menina gente fina, corpinho bem cuidado, alto astral e uma intensidade na medida. O oral foi absurdo e o anal me deixou querendo mais. Além de tudo, teve o custo benefício excelente. Se rolar ressaca de Páscoa, Tiradentes, Dia dos Namorados, Independência e etc., o retorno é garantido.
