18 de Março de 2025 às 20:24
MARIA LUIZA
https://gparena.net/social-feed-user.php?id=24779
BEIJO

SIM - GOSTEI

ORAL

SIM - SEM CAMISINHA

ORAL COMPLETO

SIM

ANAL

NãO

TAXA ANAL

R$0.00

REPETECO

SIM



Maria Luiza, repeteco sem rotinas

Mais um reencontro e menos rotinas. Talvez a única rotina que ainda perdure nos encontros entre Maria Luiza e Holmes, seja a resenha inicial que sempre rola, regada a cachimbadas e um uisque bem diluído com RebBul. O casal tem sabido escapar do mesmismo, assim como das armadilhas que a inevitável intimidade acaba armando.

A fórmula para isso? Holmes ainda não sabe explicar. Vai continuar sendo assim? Holmes não tem a menor ideia. Ele só sabe dizer que, até então, a qualidade dos encontros tem sempre evoluído para melhor. E, como aprendemos curtindo a Sociedade dos Poetas Mortos .... “Carpe diem”, foda-se a explicação.

No mais recente encontro, durante a resenha, Malu se põe de pé diante de Holmes, este sentado em uma cadeira de escritório. Ele se atraca à cintura da sereia como um naufrago em algo flutuante, gruda seu rosto no corpo dela e não desgruda mais. Malu retribui agasalhando sua cabeça com um abraço envolvente. Ambos ficam assim por minutos, trocando carícias e feromônios. Depois, já em pé, continuam em ritmo pouco mais acelerado as mesmas trocas, acrescentando a estas, beijos .... os beijos mais doces que Holmes já experimentou. A essa altura Malu já inicia vez por outra a ofegar, o que começa a tirar o famoso detetive do sério.

Inevitável irem para a cama, e na horizontal darem continuidade ao que vinham fazendo antes. Os sons emitidos por Malu durante as novas trocas começam a evoluir para seus já famosos gemidinhos, o que enlouquece ainda mais Holmes. As mãos do casal já procuram o sexo um do outro, e as carícias para lá se deslocam. Tesão de bode se instala, diriam os baby- boomers. O detetive se lança com apetite nos já duros bicos de Malu; ela só falta subir pelas paredes. Sua ppka já está totalmente encharcada, pedindo pau (nota do Narrador: porra! Fiquei de pau duro escrevendo isso!).

Enquanto Holmes, sem qualquer habilidade e apressadamente, tentava colocar a skin, Malu se ajeitava na (dura) cama. Holmes não espera e a ataca quando ela está de bruços, com aquela raba indecentemente gostosa dando sopa. É bem nítido o prazer que a Sereia demonstra ao ter sua ppka penetrada. Suas mãos apertam cada vez com mais força as de Holmes. Seus gemidos são crescentes assim como os incentivos para que o detetive continuasse, até que o clímax chega quase que simultaneamente para ambos. Ser abatido logo no primeiro round é coisa bem rara para Holmes (suando em bicas - apesar do ar no máximo). Só a Sereia mesmo para conseguir esse feito.

A pausa técnica para se recobrarem parcialmente se dá com os dois abraçados, e por isso mesmo acaba não durando muito tempo, pois os carinhos não são interrompidos, apenas se dão em um ritmo bem mais lento, e aí não tem santo que resista.

Dito e feito. Mais cedo do que se pudesse imaginar o detetive está recuperado, e o casal parte para um ppmm, de início bem suave e lento, evoluindo depois para uma cadência mais vigorosa. A certa altura Malu começa a gemer bem mais alto do que de costume, o que faz crer a Holmes que ele está fazendo o maior sucesso. Os gemidos se transformam em expressões de dor. Em resumo: Malu estava tendo fortes câimbras em sua perna direita. Só então Holmes se toca que nada daquilo eram expressões de prazer. BURRO!

A recuperação de Malu foi lenta, mas completa. Ainda permitiu a continuidade da agenda, desta vez, por exigência dela, de quatro, sua posição mais confortável dada a extrema dureza da cama em que estavam.

Palavras normais são completamente insuficientes para descrever o que é a Sereia de quatro. Das cenas mais eróticas que qualquer homem possa participar. Fica registrado na mente como algo único, inesquecível (nota do Narrador: lá estou eu de pau duro novamente! PQP!).

Depois de, aparentemente, ter gozado bastante, Maria Luiza, afinal, cai desmaiada ao lado de Holmes, e não quer mais papo. Informa que vai tirar uma sonequinha; só falta colocar a placa de “DO NOT DISTURB” entre os dois. Plenamente justificável, pois neste dia o famoso detetive, definitivamente, estava com a macaca.

Não pensem os(as) leitores(as) que a história acabou aí. Não! Turbinado por beijos e carícias com as quais Malu o presenteia ao despertar de sua curta soneca, Holmes se excita a ponto de uma vez mais conseguir chegar ao clímax, esgotando tudo que ainda estava na reserva do tanque. O escândalo de sempre se repete, pois, uma coisa que Holmes até hoje não aprendeu (e não quer aprender), é gozar em silêncio, muito menos com a sua querida Maria Luiza.