26 de Março de 2025 às 21:53
BEIJO

SIM - GOSTEI

ORAL

SIM - SEM CAMISINHA

ORAL COMPLETO

SIM

ANAL

SIM

TAXA ANAL

R$0.00

REPETECO

SIM

Não deu tempo nem de tomar banho. A Marcela me de um beijão assim que atravessei a entrada do apê. Passei a mão pelos seus cabelos e depois pelas costas, mas ela, sem qualquer cerimônia foi direto apertar minha bunda. Entendi o jogo. Quando em Roma, faça como os romanos (alô Brutus!). Das costas, minhas mãos se acomodaram nas nádegas do loirão. Bunda boa de apertar, daquelas que recheia as mãos. Beijo muito apetitoso também, daqueles acolhedores e com o gosto de uma promessa. Não tem erro, pensei enquanto nossas línguas entravam em contenda. Vai ser uma foda daquelas.

Da porta fomos para o quarto ainda aos beijos, que só interromperam para que eu pudesse colocar minhas coisas na mesinha. Você é bem mais gato que na foto, ela me disse com um olhar inquisidor enquanto eu me livrava das roupas. Surpresa boa, sabia?, devolvi. Estava com receio de você não ser bonita. Então me diz o que achou, ela provocou, se insinuando. Você é gata, loirão. Gata não, Loba.

Loirão!, é o que dá pra dizer da Marcela se tivermos apenas uma palavra pra usar. Uma mulher madura na boa essência do vocábulo. E no descritivo, uma mulher chamativa, de cabelos claros e um corpo exuberante, muito bem distribuído em seus 1,70 de altura. Vou comer essa diaba de pé, pensei de imediato, vai ser aquele encaixe.

Os olhos da Marcela são atentos e não desgrudam de você. Ênfase para um sorriso radiante e fácil, além de uma boca de não se querer desgrudar. É uma mulher de presença, bonita e com o corpo natural, com todos os predicados que a natureza possa agregar ao conjunto. Estava contida num short jeans e um top vermelho, que foram parar sobre a cômoda ao lado da cama. Simpática e comunicativa, me ganhou também pela espontaneidade. Foi objetiva na interação, coisa de quem sabe o que quer, como quer e o porquê quer. Mostrou que estava pra jogo e que adorava o jogo. Eu só entrei em campo.

Não teve banho, lembra? Do enrosco de pé, fomos direto pra cama. De quatro, exibindo as costas e as dobras da coxa no encontro com a bunda, o boquete da Marcela foi um deleite. Acertou de primeira o jeito da minha predileção e, vendo minha reação, seguiu a cadência. O pau foi fundo na garganta, na língua e nas bochechas, por dentro e por fora. No limite do gozo, pedi que ela deitasse e fui explorar seu corpo até chegar na sua intimidade. Chupei com vontade, perguntei como ela gostava e ela me ordenou que prosseguisse daquele jeito. Creio que não demorou mais que cinco minutos e derramou o gozo na minha boca.

Eu estava com tanto tesão que até o ato de colocar a camisinha serviu para me excitar mais. Ela sugeriu que eu deitasse na cama — quase uma ordem velada – e veio por cima. Deixei-a à vontade para que fizesse o que tinha vontade enquanto eu brincava com suas coxas, bundas e seios. Depois de uma surra de sentadas e cavalgadas que quase me levaram ao orgasmo, trocamos e fomos para o papai-mamãe. A Marcela apertava minha bunda e me puxava para junto de si enquanto recebi as estocadas. Fazia pressão com a musculatura da boceta e ria enquanto observava minha expressão. Trocamos a posição, ela ficou de quatro na cama e, de joelhos, a penetrei com vontade, cadenciando a intensidade apenas para apertar sua bunda, desferir alguns tapas e brincar com seus pés e panturrilha.
O tempo voou, mas eu queria mais. Pedi o cuzinho e ela consentiu com a devassidão estampada no rosto. Você gosta?, perguntei. Gosto, mas começa devagar. Antes de iniciarnos, a ela me mostrou um truque que pra mim foi inédito. Empurrou a parte de cima do colchão para frente enquanto Mantega a base cama no mesmo lugar, formando uma espécie de degrau. Se ajoelhou então no primeiro nível, apoiando o dorso na cama e disse: vem. A altura ficou perfeita, o ânus à mostra, desprotegido, uma oferta especial e generosa. Segui o conselho e fui devagar, o pau entrando apertado. Nem precisei fazer muito. Em pouco tempo era a Marcela que jogava o corpo na minha direção e me fazia penetrar cada vez mais fundo. Foi o sinal para que acelerasse. Ela se inclinou ainda mais e ficou se masturbando enquanto eu gastava a energia naquela penetração acelerada. Poderia ter ficado muito mais tempo ali, mas eu queria aquele gozo defenitivo e derradeiro. Alcancei o ápice gritando, ofegante e completamente tomado por suor.

A Marcela foi uma surpresa muito boa e pretendo retornar o mais breve possível. Mulher experiente, bonita e simpática ao extremo. Sabe muito bem o que faz e sabe agradar. Talento nato, força da natureza. Demorei para ir visitá-la a primeira vez e não vou demorar para voltar. Na despedida ela ainda veio mexer comigo sobre como acertei rápido o jeito como ela gosta de gozar. Então acertamos, respondi, estamos de parabéns. Como que eu trabalho agora?, me disse ao abrir a porta. Seja profissional, brinquei, você sabe como. Ela riu e me ofendeu de um jeito carinhoso, coisa para poucas, o raro equilíbrio entre doçura e putaria. Na medida que eu gosto. Chegando em casa olhei para minha cama box e lembrei do truque que a Marcela me ensinou. É isso, mais de quarenta anos e você acha que não aprende nada novo. A Marcela tá aí para provar o contrário.