06 de Abril de 2025 às 14:21
MARIA LUIZA
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ORAL

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ORAL COMPLETO

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ANAL

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Maria Luiza … ... Pretty Women

O filme é delicioso. É para se rever pelo menos umas duas vezes por ano. Julia Roberts está maravilhosa.
[img] [/img] Julia Roberts

Depois que conheci Maria Luiza, não posso assistir Pretty Women sem comparar as duas. Elas se parecem, não somente em fisionomia, mas principalmente em comportamento, valores, jeitão, princípios, justamente os aspectos que fazem o personagem interpretado por Richard Gere, compreensivelmente, cair de quatro por ela (no filme).

Nesse mais recente encontro que tivemos, novamente rompemos a rotina dos anteriores. Mantivemos apenas a resenha inicial lubrificada com scotch. Daí para frente tudo mais fugiu ao controle. Não sei o que houve de especial nessa tarde, que os sinais de libido de Malu surgiram tão rapidamente, quase ao primeiro beijo. Naturalmente isso me excitou mais também; de pé mesmo já começamos a experimentar toda sorte de sarro, sempre com respostas crescentes, gemidos, respiração ofegante .... “combo tesão” completo – a tempestade perfeita.

Antes que qualquer confrade levante a suspeita de encenação, me permita dar um depoimento: Malu não encena, basta o cara não ser totalmente incompetente. Ela sente muito tesão facilmente, e tem uma entrega que raramente se vê. Seus gozos são intensos e reais. Esse é um dos aspectos que mais me atrai nela.

Voltando ao nosso encontro, Malu agora se recosta na cabeceira da cama se acomodando como se estivesse se oferecendo. Calada e de olhos abertos, sem piscar, boca semiaberta, não precisou de mais do que isso para deixar claro quais eram seus desejos. A vontade que tenho é bem animal: quero devorá-la. Faço de tudo que me vem a cabeça para satisfazê-la, cobrindo-a de beijos e carícias por todo o corpo. Ela não só retribui como me abraça com força; aos poucos e juntos vamos escorregando na cama até que a viro de bruços e me ajoelho ao seu lado para iniciar uma sessão de estímulos super suaves (quase quânticos) totalmente aleatórios sobre seu incomparável dorso. Não preciso dizer o quanto de força de vontade foi requerida, pois a essa altura meu pau já estava doendo.

As reações de Maria Luiza aos meus “afagos quânticos” são únicas e me excitam mais ainda. As palavras mais próximas que vêm à minha cabeça para descrevê-las seriam: mexe ligeiramente, geme, remexe, arfa, tremelica, suspira, suspira mais, se contrai e logo em seguida relaxa, contrai novamente, se reposiciona, se oferece toda. Chega a um ponto em que não aguento mais, constato que sua ppka está completamente encharcada, visto todo sem jeito a Skin, monto em seu dorso e assim começamos a viagem para Jannah (جنة - me antecipando ao futuro inexorável dos cidadãos britânicos, como não sou burro, já me converti ao islamismo). Uma vez mais não tenho palavras para descrever a intensidade em que se deu nossa relação daí em diante.

Bem sinteticamente, foi das melhores trepadas de minha vida. Cadência lenta de início, mas mesmo assim com cada movimento sendo seguido por evidente demonstração de prazer. O tempo passando, a intensidade aumentando a tal ponto que, de repente, me dou conta de que tudo fugia inteiramente ao meu controle. Isso aconteceu em dois ciclos subsequentes. Me descontrolei mesmo, sem qualquer exagero. Uma vez chegando à Jannah, desabei ao lado de Malu, agradecendo a Alah por ter vivenciado tal experiência e não ter enfartado. Apesar do ar condicionado, ambos estávamos molhados de suor da cabeça aos pés. Acho que fiquei estatelado na cama, ofegante, por mais de dez minutos. Malu foi fazer sua higiene. O lençol sobre o qual ela estava ficou encharcado.

Um longo intervalo se seguiu. Copos reabastecidos, respiração e ritmo cardíaco voltando ao normal.
Papo vai, papo vem, uma balançada no pau pra cá, outra pra lá, e lá está ele carente, uma vez mais solicitando atenção de Malu. Ela não pensa duas vezes e o agasalha com seu oral ressuscitador. O efeito é quase imediato. Chamo de “efeito Lázaro”, aquele que, no Evangelho de João, foi ressuscitado após quatro dias de sepultamento.

Malu também recomeça a se excitar, e já dá indícios de que está disposta a retomar o enrosco, mas agora lançando mão do nosso infalível Kama Sutra tupiniquim. Entendo imediatamente seus desejos e assim começamos a procurar uma posição confortável para tentarmos um “grand finale”. Corpos se ajustando, travesseiros ajudando, a preparação é menos simples do que se imagina, até que chegamos a um encaixe perfeito, e lá fomos nós.

Acho que não se passam mais de cinco minutos e já estamos gemendo sem qualquer constrangimento, novamente às portas de Jannah. Apesar do primeiro round ter sido extenuante (pelo menos para o véinho aqui), mesmo assim ainda conseguimos vivenciar uma vez mais um prazer enorme com gozos intensos, chegando ao auge quase ao mesmo tempo. Experiência sempre inesquecível.

Para variar, me faltam palavras para qualificar essa mulher.


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