14 de Abril de 2025 às 21:30
MARIA LUIZA
https://gparena.net/social-feed-user.php?id=24779
BEIJO

SIM - GOSTEI

ORAL

SIM - SEM CAMISINHA

ORAL COMPLETO

SIM

ANAL

NãO

TAXA ANAL

R$0.00

REPETECO

SIM

Maria Luiza – A Cliente


No transcorrer das mensagens que antecederam nosso mais recente encontro, resolvi propor uma brincadeira a Malu. Eu seria um Coroa de Programa (CP), e ela minha cliente.

Comecei assim no whatsapp (ela logo entendeu, e entrou na brincadeira):


Holmes: Bom dia amor. Ontem, por acaso você enviou uma mensagem para mim pedindo detalhes referentes ao meu atendimento?

Malu: Bom dia gato. Gostaria sim de ter maiores detalhes sobre o seu atendimento. Seu feed social não informa nada além do seu número.

Holmes: Sou estilo coroa safado, carinhoso, gentil e bem liberal. Curto tudo, desde que você esteja cheirosa e limpinha. Penetração, apenas com camisinha (uso a Skin, antialérgica). Faço diversos tipos de massagens, e sou capaz de te derreter toda com meu oral. Recebo no meu privê em Copa, em um prédio seguro e super discreto, aonde atendo sozinho. Te acolho com um welcome drink de sua escolha e belisquetes para quebrar o gelo. Se você gosta, tenho também uns brinquedinhos que podem se juntar a nós. Tenho certeza de que você sairá super satisfeita. Ah sim: pode gozar quantas vezes quiser. Não atendo casais.

Malu: hum ... parece interessante. Qual seria seu cachê para um atendimento de três horas amanhã no seu privê?

Holmes: 1h: 250 ........ 3h: 550

Malu: Ok. Obrigada pela informação. Podemos agendar das 12:00 às 15:00?

Holmes: podemos sim amor. Nesse caso você será o meu primeiro atendimento do dia

Malu: prefiro assim mesmo. Gosto de prioridade. Pode marcar, por favor.

Holmes: marcado. Como você é uma cliente bem recomendada, não é necessário adiantamento. Até amanhã amor. Estarei ansioso te aguardando. Algum desejo especial?

Malu: como deve fazer frio, quero experimentar uma fondue de queijo

Holmes: Claro amor. Teremos fondue então. Além disso, alguma fantasia que eu poderia te proporcionar? Deputado, médico, professor, garçom, policial, mendigo, juiz, padrasto ?

Malu: sim! Tenho a maior tara por detetive

Holmes: com calça, ou sem?

Malu: sem calça. Assim podemos ir mais rapidamente ao que interessa.

Holmes: qual seu perfil? Ansiosa, tímida, casada, virgem, viúva, esfomeada, destrambelhada, carente, amorosa, apressada?

Malu: tirando casada, virgem ou viúva, sou tudo isso aí acima; depende do dia e da hora.

Holmes: show! Tenho a impressão de que vamos nos dar bem. Um beijo e até amanhã.

Malu: inté


Após essa troca de mensagens, Maria Luiza e Holmes resolveram definitivamente levar a sério a brincadeira, e encarnaram plenamente seus novos personagens: Holmes: o Coroa de Programa; Maria Luiza: sua cliente.

No dia seguinte, cedo, Maria Luiza avisa a Holmes que, antes de se dirigir ao encontro, passaria em seu cabeleireiro no Centro da cidade para dar uma geral, devendo sair de lá por volta das 11:30 e chegando às 12:00 em Copa, mantendo, portanto, o que havia sido agendado. Holmes acordou cedo, arrumou tudo certinho (tralhas da personagem, belisquetes, biritas, brinquedinhos, etc.) para receber apropriadamente sua cliente, do jeito que ela pedira.

Como havia terminado todos os arranjos com bastante antecedência, Holmes resolveu dar um pulinho na praia, aproveitar o sol e pegar um bronze, caprichando na marca da sunga. Ficou de papo com amigos e esqueceu da hora. Quando olhou para o celular viu mensagem da sua cliente informando que já havia chegado no prédio e que aguardava seu OK para subir. “Caraca”, pensou Holmes, “fudeu! Vou receber um relato de pisada de bola por conta desse atraso”. Saiu como um doido da praia, ainda teve de passar na padaria para comprar o pão rustico para a fondue, entrou correndo no prédio pela porta dos fundos para não ser visto pela cliente, e, uma vez em seu privé, retornou a mensagem, informando o número do apartamento e avisando Maria Luiza que ela poderia subir.

Com todo esse atropelo, como se não bastasse, ao invés de recebê-la com o personagem de detetive, Holmes recebeu-a ridiculamente vestido de short ainda molhado da praia. Que vexame! As razões se acumulavam para um primeiro relato negativo sobre Holmes. Daqui para frente tudo dependeria de sua performance como Coroa de Programa, e da boa vontade (e compreensão) de sua cliente.

Ao abrir a porta, Holmes se deu conta que o desempenho provavelmente estaria garantido, pois Maria Luiza era tudo que qualquer CP sonharia em atender: linda, gostosa pra caralho, jovem e super simpática. O único risco que Holmes corria seria o de brochar, emocionado perante tanta fortuna.

Sua nova cliente o cumprimentou bem educadamente, com um beijo na face, seguido de um grande sorriso, dizendo: “finalmente te conheço”. Essa introdução aliviou Holmes de seus pensamentos negativos referentes ao eventual relato negativo do encontro. Além disso, é outra coisa se atender uma cliente educada. Esquece-se que é trabalho.

Holmes apesentou o seu privé rapidamente à Maria Luiza, que por sua vez parecia bem à vontade. Perguntou se ela gostaria de uma ducha, o que foi prontamente aceito. No banheiro havia um kit completo, desde toalha ensacada, a escova e pasta de dente, toca para banho, sabão liquido (inclusive íntimo), cotonete, escova, secador, enfim, tudo que uma cliente pode necessitar em uma toalete.

Enquanto a bela cliente tomava sua ducha bem quente, Holmes fez o mesmo (o privê tem dois banheiros), e logo em seguida preparava um welcome drink para ela, pronto a tempo para lhe oferecer assim que Maria Luiza acabara de se enxugar. Se ela fosse tímida, essa birita a ajudaria a destravar.

Para surpresa de Holmes, ao invés de ir direto ao assunto (sexo), enrolada na toalha, sua nova cliente se acomoda em uma poltrona, pede para que ele se posicionasse frente a ela em uma cadeira, e, dando os primeiros goles emenda uma longa conversa sobre alguns eventos recentes em seu trabalho, relata alguns aspectos de sua vida pessoal e também manifesta interesse em conhecer um pouco da história de vida de Holmes antes de se tornar CP. Holmes relaxa; um papo descontraído e muito agradável se desenvolve. Durante a conversa Maria Luiza estende suas pernas no colo de Holmes, que aproveita a posição para fazer massagens nos dedinhos dos pés de sua cliente. A intimidade assim começava, lentamente.

A essa altura Holmes se perguntava se deveria tomar a iniciativa de avançar no roteiro, ou se seria melhor esperar que sua nova cliente o fizesse; afinal era ela quem mandava. Tem mulheres que são clientes predominantemente proativas e as predominantemente reativas. Tem também as que começam com um perfil, e, quando a coisa esquenta adquirem o perfil inverso. Como seria Maria Luiza? Será que ela estaria esperando a iniciativa dele? Ou não?

Depois do segundo drink e de muita conversa, Holmes resolve apostar no perfil predominantemente reativo de sua cliente, e acaba tomando a iniciativa de lhe oferecer algo que ele vinha pesquisando há tempos, mas ainda com pouca aplicação na prática: uma técnica (em sua versão Beta) que ele apelidou de “fricção quântica dorsal”. Rezando para que desse certo, Holmes inicia a sessão com Maria Luiza já sem toalha, deitada de dorso sobre um tatame.

Surpreendentemente as reações de Maria Luiza com o procedimento foram imediatas, superando as melhores expectativas que Holmes poderia ter tido, o que o incentivou a continuar por um longo tempo no mesmo padrão. Quando as respostas de Maria Luiza começaram a aumentar ainda mais, Holmes, pacientemente, passou a incluir no roteiro, de forma intercalada, uma massagem plena de óleo na região pepekal e adjacências. A essa altura sua cliente já estava subindo pelas paredes, e ele também; seu pau chegava a doer. Poucas vezes Holmes havia atendido mulheres com reações assim tão rápidas.

Levando isso em consideração, Holmes continua assumindo as iniciativas, montando no dorso de Maria Luiza e empregando toda a extensão de seu próprio corpo para massageá-la, enquanto aconchegava a bochecha dela na palma de uma de suas mãos, apoiando-a delicada, mas firmemente, para facilitar uma cascata de afagos e beijos no outro lado da face. A essa altura Holmes já havia se abstraído completamente do fato de ser um CP, e que estaria atendendo a uma cliente. Concretamente, Holmes estava inebriado, descontrolado, curtindo o momento em toda sua plenitude.

No auge dessa sarração Holmes percebeu que poderia queimar a largada e escorrega para ficar lado a lado com Maria Luiza (e frente a frente). Assim os dois continuam com o que estavam antes fazendo, só que em posição menos letal. Nesse ponto as coisas começam a adquirir feição diferente. Maria Luiza, que até então se comportara reativamente, começa a assumir a iniciativa do roteiro, e sem nada falar, mas autoritariamente encarando olho no olho, se posiciona para um franguinho, e nessa posição recebe Holmes com um longo suspiro. Este ainda tenta por o pé no freio permitindo apenas um “comecinho” bem lento, mas sua tentativa tem vida curta, pois Maria Luiza assume de vez o comando e o “comecinho” se transforma em “todo”, e o “bem lento” se acelera descontroladamente. A essa altura ambos já haviam se entregado aos instintos mais primários, esquecendo do resto do mundo, inclusive dos limites de sua própria capacidade física. Uma vez missão cumprida, se entregaram a uma pequena pausa, saindo do tatame e se mudando para a cama.

Indiferente àqueles limites, Maria Luiza, agora já no comando total do roteiro, resolve contemplar Holmes com um oral visando restabelecê-lo. Assim que logra seu intento ela se põe de quatro e começa a se tocar. “Para bom entendedor ......” ..... Holmes, com algum esforço, se adapta à nova demanda e se posiciona como sua cliente insinua querer que ele o faça. Em seguida fica praticamente parado, deixando toda a iniciativa para ela. Todo poder às mulheres! Mas, transcorridos não mais de dez minutos Holmes esbarra nos seus limites e pede penico antes que sua cliente viesse a atingir seu pretendido orgasmo. “Caralho! Será que ela vai me avaliar mal? Tô fudido” .... pensou Holmes. Pau meia-bomba é uma merda! Uma pausa enorme foi necessária para que Holmes voltasse ao normal.

Apesar do ocorrido, sua cliente não lhe parecia estar insatisfeita, mas estava claramente decidida a gozar de novo. Vendo que Holmes já parecia razoavelmente restabelecido, Maria Luiza o abraça e o cobre de beijos, sendo imediatamente correspondida. O que se passou nos momentos seguintes foi mágico: entrelaçados como se constituíssem um nó de marinheiro, os dois passaram a complementar os beijos e carinhos, se tocando, cada um a si mesmo. A masturbação de um excitava enormemente o outro, e vice-versa. Essa realimentação foi num crescendo absurdo até que Holmes e sua cliente vivenciaram orgasmos simultâneos de uma intensidade animal, simplesmente inesquecível.

Seguiu-se ao clímax um silêncio de mais de meia hora, com Holmes e Maria Luiza deitados de conchinha, imóveis, em sono profundo.

Aqui se encerrou nossa brincadeira .... nosso primeiro RPG. Desde o início, na troca de mensagens, nos divertimos bastante um com o outro. Quem sabe teremos imaginação para interpretarmos um novo enredo?


nota: RPG é a sigla em inglês para Role-Playing Game, que significa "jogo de interpretação de papéis" em português. É um gênero de jogo em que os jogadores assumem o papel de personagens fictícios.