19 de Abril de 2025 às 09:06
ISIS Sininho
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BEIJO

SIM - GOSTEI

ORAL

SIM - SEM CAMISINHA

ORAL COMPLETO

NãO SEI

ANAL

NãO SEI

TAXA ANAL

R$0.00

REPETECO

SIM

Criei uma certa amizade com a Sininho. Daquelas amizades que nascem sem querer, só porque o universo resolveu juntar dois desajustados com timing parecido.
Nos esbarrões do ZZ, entre uma cerveja quente e um olhar torto, acabamos marcando.

Antes disso, marquei uma cerveja com o Domenic. Velho parceiro de copo e conversa.
Tava lá bebendo, girando o copo na mão como quem tenta adivinhar o futuro nas bolhas.

Então descem ela e a amiga de apê.
As duas simpáticas.
Alegres.
Sem aquele papo de “paga pra mim.”
Só gente de verdade, da mesma tribo, com a mesma sede — de álcool e de conexão.
Trocamos zoeira, rimos, bebemos.
Tudo sem pressão.
Só entrega.

Até que um pedinte faz um show com palitos.
Juro por Deus.
Palitos.
E a gente riu como se o mundo fosse gentil.

Decidimos subir.
O apartamento da Isis — espetáculo. Espaçoso, confortável, com um cheiro bom de quem se importa com detalhes.
Ela me pede pra colocar uma música.
*Night Vision*, do Mareux.
Perfeita.
Bateu fundo.
O tipo de som que te hipnotiza e te deixa vulnerável.

Banho rápido.
Volto.
Nos entrelaçamos.
Sem pressa.
Com muita boca.
Muito beijo.

Deito.
Ela desce.
Oral babado, fundo, sem preguiça.
Ela queria ver estrelas na minha cara.
Quase viu.

Retribuo.
Ela adora.
Mas segura o gozo.
Queria me sentir dentro.
Queria o momento completo.

Camisinha posta.
Começo por cima.
Ela é pequena, mas cheia de fogo; ou talvez a sintonia daquele dia fosse mesmo rara. Não sei.

Trocamos posições.
Ela por cima.
De frente.
De costas.
De quatro.
De bruços.
Cada movimento um poema obsceno.
E eu lendo com o corpo inteiro.

Ela sabe trepar.
Com gosto.
Com domínio.
Com aquele sorrisinho sacana de quem sabe exatamente o que tá fazendo com você.

Gozei com ela por cima.
Ela sorria.
E eu ali, esvaziado de tudo que não importava.

Tomamos banho.
Descemos de novo.
Mais confrades chegaram.
Conversamos.
Demos risada.
Como se nada tivesse acontecido.
Como se o sexo fosse só mais uma parte natural da noite.

E então a vida chamou.
E eu fui.
Com aquele cheiro de pele e cerveja grudado em mim.
De alma lavada.

Até o próximo relato.
Porque esse mundo ainda tem histórias pra serem fodidas.