27 de Abril de 2025 às 11:55
MARIA LUIZA
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BEIJO

SIM - GOSTEI

ORAL

SIM - SEM CAMISINHA

ORAL COMPLETO

SIM

ANAL

NãO

TAXA ANAL

R$0.00

REPETECO

SIM



Maria Luiza

O Prazer de escrever um Relato, e mais tarde lê-lo ..... e relê-lo.

Escrever um relato de um encontro de Sherlock Holmes (ou simplesmente Holmes, como prefere ser chamado) com Maria Luiza, me proporciona um prazer enorme. Por vezes tenho sido seu ghostwriter. Me sinto como se estivesse na pele do famoso detetive, experimentando, minuto a minuto, a sensação de ter passado por aqueles mesmos momentos vividos por ele. Não só quando escrevo; também quando leio ou releio o que escrevi, me abstraio do fato de ter sido o “escriba”, e acabo revivendo tudo que se passou. Muito bom. Adoro escrever sobre suas aventuras.

Será isso uma característica da minha geração? Sou da época pré-pílula; nesta, as meninas não davam (as mais liberadas, quando muito, só davam o cuzinho, para não perder a virgindade). A gente se virava mesmo era na punheta, e o estímulo máximo eram as famosas e disputadas revistinhas escritas e desenhadas por Carlos Zéfiro, pseudônimo do funcionário público Alcides Caminha) com o qual ilustrou e publicou, até a décadas de 1970, histórias em quadrinhos de cunho erótico que povoavam nossa imaginação de adolescentes. Na época até mesmo a punheta era estigmatizada; se dizia que dava espinhas na cara e pedras nos mamilos (que ficariam pontudos e doloridos). Até de cabelo na palma da mão já ouvi falar naquela época. Santa ignorância que nos cercava!

Carioca boêmio, Zéfiro ilustrou e vendeu cerca de 500 trabalhos desenhados em preto e branco que eram vendidos dissimuladamente em bancas de jornais, chegando a tiragens de 30 mil exemplares. De formato pequeno, as revistinhas eram fáceis de serem escondidas em qualquer buraco do banheiro, “prontas para uso.” ; ). Elas passavam de mãos em mãos (irk!!), e também eram trocadas.



Ao que se saiba, Zéfiro inventava suas histórias. Aqui no GP Arena, em princípio, a coisa se baseia em fatos reais. Não sei o que mais atiça a libido de quem lê. A única coisa que sei, repetindo, é o grande prazer em relatar. Relatar é reviver! E lá vamos nós para o mais recente encontro de Holmes e Maria Luiza Roberts (ou simplesmente Malu – a Sereia).

Desta vez ela chega séria na residência de Holmes. Malu só fica paradinha abraçada a ele, porque Holmes não a solta. Mas, assim que ele dá bobeira, ela já sai a passos largos (Malu só sabe andar assim, com passos largos) para a antessala, na qual ambos costumeiramente conversam e se atualizam quanto às novidades, que são sempre muitas. Malu está visivelmente preocupada com algo.

Holmes percebe e se adapta à circunstância. Procura centrar a conversa em assuntos leves, lançando mão de estórias engraçadas que conhece ou nas quais havia sido coadjuvante. Acreditem leitores(as), as estórias vividas por Holmes são muitas; a tal ponto que Malu sempre sugere que ele escreva um livro dedicado às situações completamente fora do comum pelas quais passou (e continua passando) em sua vida.

Aos poucos a estratégia de Holmes foi dando resultado e Malu readquirindo por completo aquela sua áurea natural de leveza, bom humor e alegria. Isso atiça Holmes, que, assim que enxerga brecha, manifesta em palavras super sinceras seu desejo de cobri-la com carinhos sob todas as formas. Ela diz que está pronta para o “sacrifício”; ambos se dirigem ao quarto aonde se daria a “ocorrência”.

Sem muito esperar, Malu, já inteiramente despida, se deita de dorso na cama, cabeça repousada sobre os braços, e estes sobre os travesseiros, olhos fechados, cabelos espalhados. Por mais que já tenha presenciado essa cena, Holmes não consegue se acostumar àquela visão. Malu de bruços é estonteante, é uma agressão; certamente faria qualquer Santo abrir mão de tudo que é sagrado, e pular em cima. Palavras são insuficientes para descrever. Talvez um sonoro "PUTA QUE PARIU" seja mais apropriado.

Com o coração a mil e o pau tinindo, Holmes se despe à velocidade da luz (The Flash) deitando-se sobre ela. Ele fica imóvel nessa posição por um tempão, somente respirando o ar que ela exala, sentindo o aroma de seu rosto, de seus cabelos, de seu cangote; e o coração continuando a mil. Às vezes Malu dava uma sutil mexidinha de bumbum, e procurava um ar adicional para compensar o oxigênio que a proximidade de Holmes roubava dela.

Após algum tempo nessa “liga” (a melhor palavra seria “amálgama”), não deu para evitar o início da sessão de beijos. Holmes qualifica os beijos de Maria Luiza com 6 ou mais estrelas. Essa é uma das muitas qualidades que a fez conquistar Holmes. Bem delicados, de início, estes evoluem rapidamente para um enrosco quase selvagem, incontrolável mesmo. Para evitar a coisa se encaminhar para vias perigosas, um pouco de razão se impõe, Holmes desmonta, se ajoelha ao lado de Malu, e inicia sua sessão de fricção quântica (apelido dado por ele a uma técnica ainda em sua fase beta, experimental). As reações da senhorita Roberts são únicas. Por onde passa a fricção no corpo de Malu, uma reação diferente e involuntária se manifesta. Ora são arrepios, ora tremeliques, ora contrações ou retrações, etc.; tudo isso acabado por excitar ainda mais os dois.

A essa altura Holmes já está no limite de sua resistência. Sem saída, ele encamisa o pobre Watson (seu eterno chapa) e parte para sua posição preferida (franguinho). Propositadamente Holmes segura o ímpeto natural e começa bem devagarinho, “comendo pelas beiradas”. Malu perde a linha, reclama gemendo baixinho e com o corpo (seguido de um olhar bem significativo) vai exigindo mais ação.

Holmes, ainda freia o ritmo e pressão; Malu contrapõe cerrando fortemente suas mãos; Holmes, sem saída, abandona a razão e agora se deixa levar totalmente pelo instinto. A entrega de ambos passa a ser absoluta; se desenvolve em três ou quatro ciclos, até que a exaustão se impõe. Holmes cai mortinho da Silva Xavier para um lado, Malu para o outro. Ambos mudos, suados, ofegantes, realizados.

O cansaço não impediu que, após higiene e hidratação, Malu e Holmes retomassem aos poucos a sessão namoro. Holmes, já há muito tempo, perdeu sua fleugma britânica, se tornando um ser carinhoso após ter experimentado o imbatível calor humano das cariocas. Caso venha a retornar a sua cidade natal, Londres, ele certamente será obrigado a frequentar uma quarentena de readaptação. Na minha sincera opinião, acho que ele vai entrar brevemente com pedido de cidadania Brasileira. Holmes foi definitivamente conquistado por essa cultura e comportamento.

Voltando ao namoro, a coisa aos poucos começa novamente esquentar. As mãos de Malu conduzem as mãos de Holmes para sua ppka, a essa altura já bem molhada. Em seguida é a vez dela verificar o estado de rigidez de Watson, também a essa altura, já recuperado. Os estímulos vão se alternando e se acelerando. Com os corpos completamente entrelaçados cada um começa a cuidar de si mesmo, com os olhares vez por outra se cruzando. Gemidos de ambas as partes potencializam o tesão solidário e anunciam a chegada ao clímax simultâneo. É cada vez mais recompensador quando isso acontece. Ainda entrelaçados, melados e ofegantes, Malu e Holmes se mantêm na mesma posição enroscada, cochilando levemente até que seus estômagos começam a perceber que a hora do almoço já havia sido ultrapassada há muito.

O salmão grelhado, untado com molho de maracujá, mostarda e mel, acompanhado de batatinhas cascudas perfumadas com azeite e alecrim, caiu então do céu, e cumpriu com louvor seu papel de complementar mais uma tarde inesquecível.

Prá variar, se Deus quiser, semana que vem tem mais ; )

Ass.: O ghostwriter.



Nota: tudo sobre o imortal Carlos Zéfiro em: www.carloszefiro.com/