BEIJO
SIM - GOSTEI
ORAL
SIM - SEM CAMISINHA
ORAL COMPLETO
NãO SEI
ANAL
NãO SEI
TAXA ANAL
R$0.00
REPETECO
TALVEZ
Quem me conhece, sabe que não sou um apreciador de privês. É um esquema difícil para mim. É muito objetivo para a minha libido contemplativa. No entanto, diante do tempo escasso e falta de paciência para agendar encontros com freelancers, recorri ao fast-foda.
Estava eu na Cinelândia, no mais puro ócio urbano, sentado num banco e filosofando sobre o caos da humanidade (ou apenas esperando o tempo passar), quando resolvi abrir o WhatsApp da Dark. E lá estava ela. Jhully. Como uma aparição messiânica. Não pensei duas vezes. Tempo curto, desejo longo — pedi as informações e fui direto ao endereço.
A Dark fica na Olavo Bilac, número 28. O prédio é decente, o elevador funciona (o que no Centro do Rio já é milagre), e o esquema é simples: vigésimo andar, um lance de escada e pronto — o templo do hedonismo discreto. O lugar é reservado. Nada chamativo, nada constrangedor. Ideal para quem preza pela discrição ou tem uma reputação duvidosa a zelar.
Fiz o pagamento, tomei a ducha (porque dignidade também se lava) e aguardei. Precisei me lembrar de que a Dark é meio barulhenta.
Quando Jhully entrou, confesso: me senti um personagem de Fellini. Corpo curvilíneo, simétrico, um equilíbrio raro entre sensualidade e juventude. E um sorriso que beirava o sarcasmo — ou a leve ironia. Ela puxou conversa, com aquele papo leve e profissional. Expliquei que ela era o meu sonho de consumo. Ela riu, como quem ouve isso toda semana.
Não quis perder tempo com rodeios. Iniciamos com beijos e carícias, aquele roteiro previsível que, nas mãos certas, vira cinema. A química era boa, havia entrega, entusiasmo e… bom, limite de tempo. Então seguimos o script, com direito a uma troca de carinhos orquestrada com eficiência e sem pressa, ainda que o relógio não fosse exatamente nosso aliado.
Partimos para os finalmente com energia juvenil — talvez dela, talvez da minha tentativa patética de acompanhar — e o entrosamento foi notável. Nada forçado, nada mecânico. Só aquele prazer breve e bem vivido, que depois vira memória.
Gozei na punheta. Não é exatamente um feito heroico, nem algo que vá pra minha biografia — mas, dadas as minhas atuais limitações físicas, emocionais e sociais, tem sido o tipo de intimidade mais confiável da minha rotina. Triste? Talvez. Mas pelo menos ninguém reclama da performance.
Saí de lá leve, como quem tirou um peso metafísico das costas. E, se me permitem o conselho: se encontrarem a Jhully por lá, não hesitem. Ela é, sem dúvida, um raro exemplar do inesperado charme que a cidade ainda guarda nos seus cantos mais discretos.