BEIJO
SIM - GOSTEI
ORAL
SIM - SEM CAMISINHA
ORAL COMPLETO
NãO SEI
ANAL
NãO
TAXA ANAL
R$0.00
REPETECO
SIM
CONTEXTO
Pura sem vergonhice. Mania de repeteco de conforto. Garantia de satisfação.
CONTATO
Conscientemente eu queria evitar. Afinal, repeteco é perigoso e pode causar dependência. Maaaasss inconscientemente, eu mandei mensagem em cima da hora. Putz, ela tinha horário disponível! Foi o destino!
LOCAL
SD117. Acesso desburocratizado. AP da Pitanga tem todo o necessário para uma boa pegação. Inclusive pasta de dente. Levei a escova, mas esqueci o rai do creme dental em casa.
PITANGA
Já descrevi essa dona aqui. Não vou ficar repetindo. Mas esse deve ser o décimo relato, se eu não tiver perdido as conta kkk
FIGHT
Nesse dia fui no último horário. Entrei no prédio já era de noite.
Ela me recebe com esse conjuntin verdin minúsculo
E já me beija, pra me amaciar. Quando saio do banho ela me arrasta para o quartin, que fica de luz apagada.
Mas a porta fica aberta, com a claridade que vinha da sala.
Diferente. Gostei.
Ela me puxa para a cama e, deitados, ficamo num roça-roça.
Oral ni mim: depois de um tempin de saliência, o trem já tava daquele jeito. Ela que já tava bulino no bicho, diz:
“Eu que vou fazer oral em você!”
E ... NHAC! ... Botou o troço na boca. E chupou. E sugou. E lambeu a cabecinha. Eita que quase levitei.
Cavalgada: ela se levantou. Eu tava deitado, mas o trem tava em pé. Ela não perdeu a chance. Encapou o troço, passou um cadin de gel bem ligero e vei pra cima. Apontou a xerolaine no topo da cabecinha e foi controlano a descida. Poucas coisas são tão gostosas nessa vida, uai. É queijin, cafezin e essa descida até entrar tudin. Ela tava se equilibrano que leva um tempin pra acostumar.
Em seguida, cuidadosamente, começou a cavalgar.
Debruçou ni mim e seus seios de chocolate vieram na minha cara. Aí ela puxava pra trás e seu cabelão caia na minha cara. E ela vortava pra frente e as teta arrastava na minha cara, outra vez. Segurei suas nádegas com as duas mãos e fui assistindo o movimento e miorando a precisão das catucada. Ô maravilha!
Quatro apoios: a ceta já tava pulsano. Ela pediu pra pegar ela de quatro. Ok. Tirei o bicho de dentro. Ela aproveita pra colocar mais um cadin de gel. Se posiciona empinada. A cabecinha arrasta maliciosamente em torno do alvo até emburacar. Véi... deu vontade de entrar a madrugada catucano. Ela ficou molhada, começou a gemer, e a falar um mucado de bobage. Deu uma hora que ela atochou a cabeça no travesseiro, apoiou um braço só e com a outra mão, começou a se tocar.
“Ai, não para agora não. Continua!”
Continuei, uai! Ela tamén. Aí a bichinha amoleceu e perdeu o frei...PÁÁÁÁÁÁÁ Ficou atolada no colchão. Sem tirar dentro, deitei sobre ela.
De bruços: o trem tava pulsano. Aí, cê sabe como é:
vortei a catucar bem suave. A danada me vorta a gemer.
Só que, a partir daí, já comecei a perder o frei, caus que tava bão dimaiss.
Franguin assado: Percebi que tava chegano a hora de ser finalizado, pedi frontal.
Ela se abriu bem.
Assim que penetrei na dona, comecei a gemer alto. Era a tal chave de buceta! É masculinamente impossível sair dali sem perder o leite. Tem cabimento não. Dei mais umas catucada berrano audível, sem vergonha nenhuma e perdi o frei de vez...PÁÁÁÁÁÁÁ senti a pepeca mastigando meu troço.
FINZIN
Bão que ela topa ficar garradinha logo em seguida, enquanto minha alma vortava pro corpo. Prosa leve e agradável. Deu a hora de picar a mula. Ela lembrou e trouxe minha colher, que cabei deixano lá no último encontro. Foi da fatia de torta.
“Baseado em fatos reais”.🤠
