13 de Outubro de 2016 às 16:33
BEIJO

SIM - GOSTEI

ORAL

SIM - SEM CAMISINHA

ORAL COMPLETO

SIM

ANAL

NãO

TAXA ANAL

R$0.00

REPETECO

SIM

kAcabe de vir de um TD com essa menina. Meu Deus, que achado! Pensei que ia ser uma roubada mas valeu à pena. Não sabia dos TDs da galera daqui, não lembrava do tópico, mas a dica da Amanda Andrade foi decisiva.

Tentava há dias encaixar horário com a safada da Amanda Andrade, cada TD novo dela me deixando ainda mais de pau duro. Precisava aliviar nesse meu retorno, muito leite estocado. Então, já que não chega dia que dê, ela diz que tem uma amiga, Cacau, e me passa o contato. Lá vou eu conversar com a menina, me apresentei (CABE AQUI UMA CAMPANHA! DIGA NÃO AO FORISTA QUE DÁ CARTEIRADA, PEDINDO DINHEIRO OU TD GRATUITO EM NOME DE FÓRUM. VOTE CERTO, VOTE GOSTOSO. O GOSTOSO OHYEAH. ELE BOTA GOSTOSO EM VOCÊ) e combinamos, sem eu ver é claro mto entusiasmo no zap, aquela conversinha normal, básica. Marcamos no Condor, pra data de hoje, 12hs, pois como eu estaria hje pelo Méier ficaria melhor. Ela não discutiu, topou no ato. Como ela chegaria lá ja não seria comigo, não entramos em detalhes. A não ser onde esperá-la pra entrar junto. Não curto mto a ideia, a não ser quando já conheço a mulher de outros TDs, mas enfim. Pedi pro Uber parar ali pouco depois da estação, em frente à agência da Caixa próxima ao Reza Forte. Falei onde estava e lá veio ela.

Meus amigos do Fórum, que espetáculo visual. O tempo estava aberto, ensolarado, mas vir de vestido te atender já é pra te deixar maluco. Notei que o motorista tb estava pasmo com a mulher. Ela é linda de rosto, loira artificial (Who cares?) e tinha umas pernas que... Já chegou me dando um beijo na boca, passando a mão na minha coxa. E rumamos pro ninho do amor.

Nos atracamos um pouco no elevador, fomos até o quarto. Gosto de mulher sem frescura. Foi até engraçado, não imaginava esse comportamento meio ninfomaníaco dela. Deu mais alguns beijos, ficou me sarrando com aquela bunda, eu já de cueca. Pedi pra tomar banho e ela veio junto. Pra quê? Não prestou! Brincamos mais do que tomamos banho. Ela sempre brincando com a rola, ora me punhetando, ora sentindo ele roçar na sua bunda. Pausa pra falarmos daquela bunda. Selton Mello iria fazer mil homenagens naquele filme "O Cheiro do Ralo".

Naquela hora eu pensei que tava pegando, claro que com suas devidas proporções, aquela mulher da Band das antigas, Cléo Brandão, só que com mais carne bem distribuída. Tesao da porra! Peguei aquela mulher no colo feito um ogro, levei até a cama. Pensei em jogar, mas sei lá, vai que dava ruim. Nos beijamos com mais vontade, já devidamente nus. Tem um jeitinho meio romântica de pegada, parece vidrada nos meus olhos, volta a me beijar a boca, o cangote, passar a mão na minha piroca, dura como pedra. Aperta bem. Bate com ela na xereca, punheta bastante, antes de colocar-se d4 e começar a mamar bem. Mamada boa, ela baba bastante a pica sem eu pedir, bota pra dentro, engolindo quase toda (esforçada), tira, me olha com cara de cachorra, de safada, enqto volta a chupar. Uma menina que parecia doida pra acabar com o pirulito. Pra não deixar o programa acabar ali, deixo ela bater só mais um pouco com ele na cara e peço pra que ela continue naquela posição. Abro bem as nadegas da moça e vou descendo a língua, do cuzinho até a xoxota. E que pepeka! Já molhadinha, com um piercing, tal qual uma coroa, ornando aquela gracinha. Cheirosinha, boa de chupar. De lamber, de passar a cara. Cai na meladinha de cara! Ela vai passando os dedinhos no grelo enqto chupo. Boto dois dedos, mergulho na pepeka empoçada, chupo. Diliçia! Faço de novo. Paro, puxo ela novamente pra cima de mim. Fica sarrando a xoxota melada em cima de mim, na minha perna, na minha piroca. Porra, eu tô quase ficando louco. Eu grito que quero meter. Ela dá uma esgueirada até onde estão as minhas coisas, peço pra ela abrir o pacotinho de camisinha (Skyn), ela põe com a boquinha e manda ver.

Primeiro tempo, a gata loira parecia Super excitada com tudo isso, volta a posição anterior e sopra no meu ouvidinho "me come de 4". Daí empurro e ela faz pressão pra trás, pra entrar com mais força. Socada firme, ela gemendo mais, mais. Em seguida, a fdm me deita e começa uma sentada violenta. Senta de frente, cavalga pra caralho, o negócio é ela ali subindo e descendo com força na piroca e eu louco. Troca e senta de costas. Pego ela pela cintura, faço movimento de baixo pra cima, com força. Como ela é um pouco apertada, geme mais, se transforma. Não para! Acelero mais um pouco, sinto aquela bunda grande, linda, bem feitinha, batendo com força nas minhas bolas, tento me concentrar, mas não consigo mto. Aviso que eu quero gozar, ela levanta, vem mais pra pertinho enqto seguro a piroca já com a capa fora, puxa o pau, engole e vou gozando, até ficar com as pernas bambas, como se eu tivesse tomado um choque a cada jatinho na sua boquinha. Ai ela discretamente vai ao banheiro se livrar da porra toda.

Paramos pra um bate-papo, conversamos sobre nossa amiga em comum (Deus abençoe Amanda Andrade!), atiça minha curiosidade, dizendo que faz uns programinhas com ela tb. Falamos mais algumas besteiras
e depois terminamos. Quer dizer, eu pensei que terminou. Ela pergunta com carinha de safada se não quer ficar mais um pouco, pois já passou um pouco de 1h. Começa a dançar peladinha mesmo, rebolando. Diz que ainda não acabou. Vem pra cima, se esfregar de novo em mim e não tem jeito. Ponho eu a camisinha e pego d4 de novo. Mais alguns gemidos fortes, invrivel como lubrifica bem essa xoxota dela. Mãozinha por baixo acariciando o grelo, ela diz que quer gozar. Ela aumenta os gemidos, diz que tá quase. Isso me empolga e eu acabo gozando na borracha, dessa vez pq não deu tempo. Putz, difícil eu gozar, ainda mais duas em pouco menos de 90 minutos.


Dá pra classificar fácil como uma puta transa, acho até que merece repeteco em breve. Acertamos o combinado (300 temers por 2 horas), vem se despedir com um beijo gostoso. Pede só pra aproveitar o Uber que eu ia pegar, deixo onde ela pede e tomo o rumo de casa. Valor bem gasto. Idéias pervertidas dela com a Amanda na cabeça, gostinho de pepeka ainda na boca.