BEIJO
SIM - GOSTEI
ORAL
SIM - SEM CAMISINHA
ORAL COMPLETO
NãO SEI
ANAL
NãO
TAXA ANAL
R$0.00
REPETECO
SIM
Meu primeiro relato do centro tinha que ser com ela, a que me ganhou pela simpatia que demonstra no chat. Demorou um pouco, mas como eu disse para ela em mensagem, citando uma música, "quanto mais tempo demora, mais violento vem". Mas ao contrário, foi tudo bem suave.
Meu primeiro vacilo foi ter saído de casa e escolhido ir de uber. O motorista aceitou a corrida, mas quando ele estava quase na esquina da Av. Maracanã com a São Francisco Xavier, ele cancelou. Aí eu pedi de novo e o mesmo motorista aceitou....aí o cara se aproximou, um ônix batido dos dois lados...ele teve que abrir a porta pra mim, comentei do cancelamento e ele negou. Tá, toca o barco.
Trânsito. Marquei as 10h. Comentei no chat no caminho que o motorista devia ser daltônico, pois todos os caminhos vermelhos ele estava seguindo, o que justificaria a batida nos dois lados do carro. Eu estava nervoso, mandei mensagem dizendo que ia me atrasar uns 5 minutos. Mas cheguei lá com dois minutos apenas de atraso.
Subi. Achei legal a estrutura do prédio velho. Aquela região do centro pra mim é bem minha adolescência; meu pai trabalhou ali perto, íamos muito ao cinema por ali. O Metro Boavista era minha sala de cinema favorita. Mas foi um flash que passou; tudo se apagou quando aquela porta se abriu.
Diferente das demais, ela não se escondeu inteiramente atrás da porta. Só mostrou o rosto e daquele ângulo, somente o rosto e a cama já combinaria perfeitamente para mim. Mas aí eu entrei e olhei o restante do corpo. Um não sei o que vermelho cobria uma parte e os detalhes um outro não sei o quê rosa. Ou vermelho também? Não lembro mais. O beijo dela começou a me invadir e eu fui meio que absorvido. Depois de alguns momentos aos beijos, eu não dei tempo a ela de brincar com minhas roupas, já as fui retirando e jogando aonde eu podia...antes me surpreendi com o espaço. Perguntei se alguém morava ali...preciso explorar mais alguns cantos nas próximas visitas.
Fomos para a cama e beijos e mais beijos. Depois eu quis conhecer o ponto mais delicioso daquela mulher e fiquei um bom tempo lá, enquanto a olhava gemer, segurei os seios, apertei a cintura, segurei suas pernas, joguei-as para o ar na intenção de ir mais fundo possível. Depois, viramos e ela veio me sugar, e coincidência, toca The Cure, Lullaby. Comecei a rir e disse que estive com aquela música na cabeça semana passada. Ela sobe e me beija a boca e ficamos muito tempo nos beijando e eu me sentindo devorado como na música.
Peço para que ela fique de 4. Que bunda. Camisinha posta e a invado. Olhar para ela , segurar sua cintura e bunda enquanto os movimentos se repetem é algo único. Mas aí me dá vontade de beijá-la novamente e mudo a posição, pego-a de frente aos beijos e assim fomos por pouco tempo, já que eu acabei gozando. Fico um pouco parado com os olhos fechados, murmuro que "não era para ter acontecido, foi rápido demais..." e ela tira a camisinha do meu pau e fala que eu gozei pra caramba...rs.
Pausa para papo e fotos, com direito a risos, gargalhadas e beijos. Aqueles peitos me olhando...Tudo perfeito.
Aí que eu senti que tinha cometido um grande erro em ter combinado apenas 1 hora. Stella é um acontecimento. Uma experiência que vai além. Mas eu tinha outros planos e fiquei de voltar com mais calma. Fui para o banho e me surpreendi com o banheiro, o melhor já visitado até hoje.
Eu me despeço com um abraço balançante, beijo quase todo o rosto dela, peço para ela não andar mais de uber moto... saio de lá , pego o metrô e rápido estou na tijuca. Lee, você é ridículo...rs
E aí vem aquela sensação de querer voltar. Pegar o metrô, ligar pra ela e dizer que quero ficar mais tempo. Pouquíssimas vezes senti isso. Já voltei no dia seguinte, mas no mesmo dia?? Nunquinha.Mas ai eu me acalmei, coloquei a cabeça pra funcionar ( tá de sacanagem né??? ) e mandei mensagem pra ela, dizendo que vou querer tê-la de novo em breve.