26 de Junho de 2025 às 15:51
JUHLY ZOMBIE
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BEIJO

SIM - GOSTEI

ORAL

SIM - SEM CAMISINHA

ORAL COMPLETO

SIM

ANAL

SIM

TAXA ANAL

R$0.00

REPETECO

SIM

“Vamos colocar um sorriso nesse seu rosto… do jeito que só eu sei.”


Eu tinha prometido pra mim mesmo que ia parar, que não ia marcar mais nada até a festa do Arena… mas promessa de tarado é igual ao botão de soneca: a gente aperta e segue errando com gosto. Maldito seja o status do WhatsApp... um frame, um óculos, uma isca. Bastou isso pra Juhly me fisgar de novo... e poucas horas depois, lá estava eu, tocando a campainha mais estilosa do Rio, rindo sozinho feito bobo toda vez que aperto. Aquela porra de campainha já anuncia: “se prepara que hoje vai ser foda, entre por sua conta em risco.”

Ela abre a porta com os óculos que usou na isca... e meu pau endurece só de lembrar da foto. O beijo é imediato, intenso, pegado. Ela me puxa pelas costas, as unhas arranham, os corpos colam. No quarto, deito ela na cama, mas os beijos continuam. Desço devagar, o corpo dela vai me conduzindo. E eu me perco ali, admirando as tatuagens como se fosse uma galeria privada, o corpo dela como se fosse uma tela pintada por artistas Renascentistas... cada desenho, uma história. Cada linha, uma provocação. E quando minha boca encontra o lugar certo, ela geme gostoso, se contorce, me aperta entre as pernas… e eu fico ali, entregue, sendo pressionado com prazer. É o tipo de aperto que ninguém quer sair.

Depois de um tempo ali, ela pede pra retribuir... mas chamar de "retribuição" seria um insulto. A Juhly chupa como se tivesse nascido pra isso. Beija, lambe, baba, me engole com vontade... parece que ela lê pensamentos, sabe o que eu gosto antes de eu falar, ela poderia dar aula de Oral, de "Como tratar um pau!". Quando ela senta, montada em mim, com aqueles olhos maliciosos e um gemido rouco, eu só consigo segurar firme. Ela quica, esfrega, aperta, e eu deixo, deixo tudo, porque ali, ela tá no comando.

Então ela decide trocar a camisinha, e a próxima cavalgada vem com o cuzinho. E, porra... que cuzinho! Apertado, quente, macio... ela se encaixa, me maltrata um pouco mais em meio aquelas sentadas e quicadas e a gente emenda na posição favorita: de ladinho. O encaixe é tão perfeito que parece sonho...ela me empurra com a bunda, geme gostoso, se apoia na parede, se entrega inteira. Eu seguro firme na cintura dela, beijo as costas, aperto, guio... ela levanta a perna e tudo fica ainda mais intenso. Eu não sabia mais onde começava o prazer e onde terminava o juízo. E ela? Parecia que estava só começando, a energia e o fôlego dela não diminuiam.

Quando ela deita de bruços, é covardia. Me beija enquanto penetro devagar, ela se aperta em mim, se contorce. A gente se olha, se sente...tesão puro, bruto, animal. A gente goza com o corpo e com o olhar.

Damos um tempo. Finalmente trocamos umas palavras — fora os “porra”, “caralho”, “me fode mais” e tudo que veio antes. Falamos da vida, dos gatos, da faculdade. Mas é Juhly, né? No meio da conversa, ela já tá com a mão no meu pau, me punhetando com aquele jeitinho sacana que eu amo. De repente, ela baixa de novo e começa mais uma aula prática... deixa meu pau reluzente, quente, babado. E eu, louco, falo que preciso chupar ela de novo.

Ela senta na minha cara com vontade, com fome, com tesão. A buceta dela tem um gosto que me persegue até agora... salivo de lembrar. Chupo com dedicação, com tesão, com entrega. Viro ela na cama, coloco a camisinha, e começamos num PPMM que de básico não tem nada. Ela me olha, geme, morde os lábios, me prende entre as pernas. Me domina, me excita...Eu não quero sair dali nunca mais, o desejo era ficar ali dentro dela, sentindo sua pulsação, sentindo ela quente, molhada... Me sinto preso, e amo cada segundo disso.

Mas o relógio não perdoa. Eu sou um puto pobre, o tempo voa, e a realidade bate na porta. Conversamos mais um pouco, e toda a sintonia do sexo se estende pro papo, eu gosto demais de conversar com ela...prosear.

Juhly me tem. Na cama, no olhar, na conversa... Ela sabe disso... e usa isso. Eu? Eu deixo... Com gosto...quem não deixaria?