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BEIJO
SIM - GOSTEI
ORAL
SIM - SEM CAMISINHA
ORAL COMPLETO
SIM
ANAL
NãO SEI
TAXA ANAL
R$0.00
REPETECO
SIM
Tudo começou com a simplicidade de uma marcação tranquila e solícita, que dissipou qualquer dúvida. Mas a mente, exausta pela rotina que nos esmaga, prega peças. No dia agendado, a certeza me levou ao endereço errado, na Rio Branco. Subi feliz ao andar indicado, toquei a campainha e dei de cara com a mais pura antítese do que buscava: um escritório de contabilidade que parecia congelado nos anos 70. Um balde de água fria, um lembrete cômico do quanto estamos no piloto automático.
Corrigi o rumo e encontrei o prédio certo, um lugar de atmosfera surpreendentemente calma. Ao chegar ao andar e tocar a campainha, a porta se abriu e o mundo exterior começou a se dissolver. Ali, diante de mim, estava a materialização da minha expectativa. Como no filme "Divertida Mente", senti a "Raiva" que comanda tantos dos meus dias pedir licença, dando lugar a uma "Alegria" avassaladora. À minha frente, uma Deusa de pele negra, imponente sobre seus saltos, vestida de preto. Linda.
A falta de hábito me deixou meio perdido, mas ela, com uma calma soberana, me guiou pelos ritos iniciais. Peguei a toalha e, enquanto a água do banho lavava o cansaço do corpo, conversas aleatórias começavam a lavar o da mente. Deitei-me na cama e ela me fez perguntas que eu mal conseguia processar. Minha única resposta, silenciosa e desesperada, era um pedido: apenas me toque.
E ela tocou.
Sua massagem foi divina. O contato de sua pele macia e o deslizar de suas mãos foram calando, gradativamente, este homem que fala e pensa demais. É difícil descrever o conjunto: a beleza estonteante, a simpatia genuína, o timbre da voz... um pacote completo de encanto naturalmente moldado.
Então, seu corpo deslizou sobre o meu e um toque súbito no meu pescoço, perto do ouvido, foi a ignição. Virei-me como um faminto, a deitando na cama. Meu instinto não era apenas tomar, mas venerar. Olhei em seus olhos e nos beijamos – um beijo de entrega mútua que me deu permissão para ser feliz. Explorei cada centímetro daquela pele: o pescoço, os seios, a barriga, o ossinho das ancas que desenha a cintura, as coxas... até chegar a ela. Linda, com o perfume inebriante e real de mulher. Ali, fiz o que me cabia: me dediquei a dar-lhe prazer, a valorizá-la. Afinal, não é também um exercício para o nosso ego saber que uma mulher gozou em nossa boca?
O rito seguiu. A camisinha, esse EPI (Equipamento de Proteção Individual) que minha alma odeia, mas a razão exige. Para não abreviar o momento, com ela sentada sobre mim, minha mente buscou refúgio nos temas mais áridos que encontrou: a reforma do setor elétrico, a reforma tributária... Nada adiantou. A entrega foi total.
Deitados, o corpo relaxado deu espaço para a conexão. Conversamos, a fiz rir e a agradeci. Ela foi incrível: bela, intensa, uma Deusa. Ao me levantar para arrumar, continuei a admirando, esse ser humano fascinante. Um novo beijo despertou meu lutador para uma nova jornada, mas o EPI voltou a ser um obstáculo. Talvez seja uma questão de costume. Sem hesitar, voltei ao ponto de partida, àquele lugar de devoção. Me deliciei ali, me lambuzei, provei tudo que era possível, e a senti pulsar de prazer mais uma vez.
Maíra – e sei que ela sabe disso – terá meu retorno em breve. Fica o desejo de desbravar ainda mais essa conexão. E para quem lê este relato, guarde esta certeza: esta mulher é um ser humano de alegria, beleza e bondade. Ela sabe como ninguém proporcionar prazer e vai te tratar como um rei. Vale cada segundo.
Um salve para quem foi até aqui.
Atenciosamente.
ORaiva CLT