BEIJO
SIM - GOSTEI
ORAL
SIM - SEM CAMISINHA
ORAL COMPLETO
NãO SEI
ANAL
SIM
TAXA ANAL
R$0.00
REPETECO
SIM
Há pessoas que cruzam nossos caminhos e deixam marca, Luna é dessas. Mais do que uma presença física arrebatadora, há nela um quê de magnetismo, algo irresistível, quase viciante. Desde o primeiro contato, ficou claro: Luna seria recorrente na minha vida, um repeteco desejado e garantido. Cada encontro carrega a sensação de novidade, como se dois meses de espera fossem uma eternidade, trazendo ansiedade, expectativa e, principalmente, fome por tudo que só ela é capaz de proporcionar.
Compromissos pelo centro da cidade sempre servem de desculpa perfeita. É automático: a primeira coisa é disparar a mensagem e perguntar da disponibilidade. Planos feitos, já começa aquela contagem regressiva mental, os minutos que se tornam infinitos. Luna avisa logo sobre seu novo local, na famosa RB 156, um apartamento aconchegante, compartilhado discretamente com outra parceira, garantindo privacidade e conforto.
Quando chego, sou recebido como sempre sorriso aberto, olhar malicioso e um bj quente de chegada, que desarma qualquer resquício de vergonha ou distância. O clima é de entrega: o toque começa delicado, a língua explora e investiga cada sensação, até que sinto que Luna se nega a gozar, um desafio direto à minha persistência. Brasileiro que sou, não desisto fácil, e a batalha só me instiga mais.
O ápice vem fácil ela já estava pronta. Preservativo colocado, entro com facilidade, e dali é só desfrutar daquele encaixe gostoso, confortável, de ladinho. Me surpreende pedindo ‘frango assado’, regado a muito beijo, uma das marcas autorais da nossa dança particular. Levo para a beira da cama, mudo o ritmo, e o espaço pouco importa: não existe lugar mais confortável do que dentro dela. até que ela pede “papai e mamãe, mas por outro caminho”. Em meio às trocas de posição, Luna de bruços quase me faz queimar a largada, mas depois pede de quatro e me incentiva a gozar, um pedido impossível de ignorar. Uma hora de sexo animal, puro, denso. Obedeço, hipnotizado pelo jeito como ela reage e pede mais. Sim, é covardia – não existe alternativa senão gozar, derrotado (ou melhor, vitorioso) pelo prazer compartilhado.
Deitamos exaustos, ofegantes, trocando olhares cúmplices. Ficar abraçados, trocando ideia, buscando calor humano depois da tempestade, é um ritual que fecha com chave de ouro, reafirmando aquela sensação de primeiro amor correspondido. Pausa breve para descansar, riso frouxo, resenha para aliviar a tensão, e já me vejo debaixo do chuveiro, ainda sentindo o corpo latejar.
A surpresa final vem na volta do banho, Luna inicia uma mamada, não resisto e a pego de quatro novamente. Depois mudamos, agora de bruços, mas o tempo escorre, e acabo não gozando de novo – tentativa de “comer o cuzinho” interrompida pelo relógio, o velho inimigo. O saldo é dívida renovada, desejo de mais, promessa de retorno.
Fica a sensação de estar apaixonado – e, no limite, seguramente estou. Mais do que sexo, é sobre companhia, cuidado, diálogo e uma sintonia que vai além do quarto. Luna entrega tudo o que promete (e, no caminho, sempre um pouco mais). Voltarei com certeza, pois é impossível não desejar esse repeteco de corpo e alma.