BEIJO
SIM - GOSTEI
ORAL
SIM - SEM CAMISINHA
ORAL COMPLETO
SIM
ANAL
DISSE QUE FAZ
TAXA ANAL
R$0.00
REPETECO
TALVEZ
Com saudade dessa putaria que só tem no nosso Hell de Janeiro, precisava urgentemente degustar a madrugada. E para isso, nada melhor do que o doce cheiro da VM.
Deixa eu falar rapidamente sobre a VM: o que antes tinha um odor de cerveja misturado com sexo, aquele aspecto rústico dos anos 90 totalmente underground, está dando lugar a um espaço cadavérico! Os bares estão fechando um a um, aos poucos (e não estou falando de locais que vão mudar de dono – estão fechando de vez), quase uma masmorra. Eduardo Paes ou Cláudio Castro deviam dar uma olhada nisso. A VM deveria ser patrimônio do RJ.
Apesar de cada vez menos bares e menos meninas, ainda é possível garimpar coisa boa – claro, com muito mais dificuldade. E foi assim que cheguei na sexta. Dei a primeira volta no "U", caminhei de uma ponta à outra... e então avistei a Eva! Já tinha saído com ela outra vez, mas fazia um bom tempo que não a via. É uma mulher negra, corpuda, uns 40 anos, com um olhar devorador. Conversamos um pouco e, como não queria me arriscar muito nessa nova fase da VM, resolvi subir com ela.
Ela está atendendo no segundo bar à esquerda no "U" (para quem vem da Mosaico).
A mamada dela é voraz, agressiva! Nem preciso dizer que, com a fome que ela tava me chupando, resolvi logo começar a comê-la para não gozar. E aí veio aquele padrão de espaço apertado – não tem muito para onde correr. Coloquei-a de quatro para admirar aquela raba absurda e depois fui para o papai-e-mamãe. Cada gemido mais alto dela me incentivava a meter com mais força. Aí ela fez a maior vigarice: começou a pedir leite! Falei que, se continuasse, ia gozar na boca dela. A piranha não abriu a boca? Não pensei duas vezes: tirei a camisinha e enfiei o pau o mais fundo que pude na garganta dela. A FDP engoliu tudo e ainda ficou chupando até onde aguentei.
Depois disso, mais algumas cervejas enquanto apreciava a vista... e hora de voltar para casa.
