BEIJO
SIM - GOSTEI
ORAL
SIM - SEM CAMISINHA
ORAL COMPLETO
NãO SEI
ANAL
DISSE QUE FAZ
TAXA ANAL
R$50.00
REPETECO
SIM
Alice Martins me recebeu com aquele sorriso lindo e um olhar que já dizia tudo. Ela tem um rosto fofo, daqueles que enganam, mas por trás dessa expressão angelical tem um sorriso malicioso que não deixa dúvida do que vem pela frente. E, cara, os peitos dela... enormes, pesados, do tipo que você sabe que dificilmente vai ver iguais na vida. É impossível não ficar hipnotizado. E a bunda então, firme, provocante, completando aquele corpo que tira o fôlego.
Sentamos no sofá mas a conversa durou pouco. Os olhares começaram a ficar mais demorados, o clima foi mudando rápido, e logo estávamos grudados. O papo virou putaria em segundos. O primeiro beijo veio como se já estivéssemos devendo aquilo há muito tempo.
As mãos dela exploravam meu corpo com fome, e as minhas já estavam perdidas nos seios dela, pesados e quentes, enchendo minhas mãos de um jeito inacreditável. Era impossível parar. Cada toque, cada gemido baixo, só aumentava meu tesão. A respiração acelerava e a sala parecia pequena demais pra tanta vontade.
Quando fomos pro quarto, tudo ficou ainda mais quente. Foi uma putaria gostosa, daquelas que parece que o tempo para. A conexão entre a gente foi instantânea e intensa. Ela sentou em mim, balançando aqueles peitos enormes, envolvente, dominando o ritmo com uma mistura perfeita de safadeza e entrega. Depois virou de quatro, mostrando aquela bunda maravilhosa, e eu não tive piedade. De quatro ela me deixou doido com os peitos balançando, aquela bunda perfeita e uma voz tão doce falando putaria que só aumentava o tesão. Depois, com ela de bruços. Ela gozou várias vezes se tremendo toda e eu explodi urrando, tomado pela sensação de gozar com aquela bunda maravilhosa bem na minha frente
Na hora de ir embora, a gente já tinha se despedido umas dez vezes, mas toda vez que eu tentava sair o tesão batia de novo. A gente se beijava, se agarrava, e ela ainda me chupava no caminho até a porta, me deixando completamente entregue. Foi impossível sair daquele jeito.
Antes de eu finalmente ir embora, depois de várias despedidas que nunca acabavam, ela me deu o último presente: um beijinho carinhoso na cabeça do meu pau, bem devagarinho, com aquela voz doce que parecia inocente, mas que na verdade carregava uma safadeza que me deixou completamente doido. O olhar dela, tão angelical, só aumentava o desejo