11 de Agosto de 2025 às 11:45
BEIJO

SIM - GOSTEI

ORAL

SIM - SEM CAMISINHA

ORAL COMPLETO

SIM

ANAL

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REPETECO

SIM

"Karina do Uber: Viagem Sem Volta ao Mundo do Prazer"

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Ainda viajando pelo meu infinito Multiverso… e por que não ir de Uber? Mas não qualquer Uber. O destino dessa vez era conduzido por uma mulher que é puro veneno e desejo. A dona do volante e da minha perdição: Karina do Uber.

Ela não precisa de apresentações. É o tipo de mulher que para o tempo. Uma mistura perfeita de sensualidade e mistério. Olhar que hipnotiza. Sorriso que desarma. Corpo que provoca.

Marcamos no Éden. Sábado. Quatro horas reservadas. Porque com Karina não existe “rapidinho”. Eu queria saboreá-la com calma. Queria que cada minuto fosse uma eternidade.

Valores combinados. Porta fechada. E, sem cerimônias, nossos lábios se encontraram. Beijo intenso. Beijo queima-roupa. E aqui, abro um capítulo especial: o capítulo dos beijos da Karina.

Beijamos como dois amantes famintos. Sem pressa. Sem pular etapas. Sem ansiedades. O clima crescia a cada segundo. O toque. O olhar. A respiração. Tudo conspirava para incendiar a atmosfera.

Karina me enfeitiçava. Os beijos ficavam mais molhados. Mais lentos. Mais viciantes. Nós dois, ainda vestidos, sentados na poltrona, já estávamos nos devorando com os olhos.

Meu pau pulsava. Queria devorá-la. E, através da calcinha e da calça jeans, eu sentia sua bucetinha molhada roçando em mim. Era tortura boa. Prazer antecipado.



Posso falar sem medo: Karina tem o beijo mais gostoso que já recebi. Que entrega. Que delícia.

Fomos para o banho. O clima ferveu. Minhas mãos deslizavam pelo seu corpo, espalhando espuma como se cada curva fosse sagrada.

Mais beijos. Mais tesão. E, de repente, aquele olhar malicioso…
— Me chupa, seu cretino safado.



Obedeci. Sem discussão. Me perdi entre suas pernas. Aquela bucetinha cheirosa e quente. Minha língua explorava cada cantinho. Ela se contorcia. Segurava minha cabeça. Me guiava sem palavras.

Quando eu levantava para respirar, ela me pegava pelo rosto e sussurrava, com maldade deliciosa:
— Está se lambuzando do meu prazer, né, vagabundo cretino?

Era tesão puro. Incontrolável. Eu não conseguia parar. Aquilo não era sexo — era culto. Era banquete. O mel da deusa do prazer.

Ela retribuiu. Um oral de arrepiar a alma. Engolindo tudo. Usando a boca inteira. Alternando entre sugar a cabeça, prender entre a bochecha e descer até o fim. Movimentos precisos. Sabia exatamente onde me quebrar.

Naquele momento, eu já sabia: aquela tarde seria lembrada para sempre. Talvez a melhor aventura do Solvit Sexus. Ou melhor… a melhor de todas.

Duas horas de preliminares. E então, a consumação. Camisinha. Penetração lenta. Depois intensa. Ela gemia. Pedia para eu gemer. Eu segurava aquela cintura desenhada para hipnotizar qualquer um que a tocasse.

Ali não existia mais Multiverso. Karina me puxou para o mundo dela. Dominou. Controlou. Acabou comigo. Me deixou exausto. De pernas bambas.

Sim, meus caros: a Karina me deu uma coça de buceta. Sem rodeios. Sem piedade. Depois de pegá-la de quatro, caí de lado, vencido. E ela, com aquele sorriso sacana, cravou:
— Acabei com você, Solvit Sexus… aqui é a Karina do Uber, amor. No meu mundo não existe espaço para mundos paralelos… rsrs.

E me devolveu ao meu Multiverso como quem joga um viajante para fora de um sonho.

O telefone tocou. A recepção avisando que as quatro horas haviam acabado… rsrs.

Agora que sei o caminho para o verdadeiro mundo do prazer— e sim, de Uber — sei que voltarei a ser dominado por essa deusa muito em breve.

Karina reina no topo da minha lista. Com maestria. Com sensualidade. Com carinho e safadeza.
E eu? Eu já conto os dias para voltar para o seu mundo.