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BEIJO
SIM - GOSTEI
ORAL
SIM - SEM CAMISINHA
ORAL COMPLETO
NãO SEI
ANAL
NãO
TAXA ANAL
R$0.00
REPETECO
SIM
Eu prefiro pecar pela repetição do que pela sonegação, então cá estou eu relatando o repeteco recorrente com Lana. Quem já esteve com a ruiva sabe o quão envolvente ela consegue ser, que o repeteco praticamente não é uma opção, é quase uma dependência química e tal qual o viciado que sou nela, fui buscar mais uma dose de Lana Lira.
Chego no seu novo local, sim ela mudou de apê mas ainda permanece no castelo das princesas, a diferença que seu novo espaço consegue ser ainda mais bonito e organizado que o anterior. Ela me recebe num vestidinho preto colado que realça absolutamente tudo nela, os seios, as coxas, a bunda a cintura... Fora o beijo de boas vindas, beijo de bocas que já se conhecem e sabem os caminhos um do outro. Por essas e outras que repeteco é vida confraria... Bate papo, beijação, pegação e parto pro banho. Retorno e ela sobe na cama pra me beijar, a boca passeia, tiro seu vestidinho preto, restando apenas a calcinha minúscula. Lana é como um bom vinho, gosto de saborear devagar. E assim faço, beijo a boca, o pescoço, os seios, masturbo sua bucetinha e sinto ela melar meus dedos. Lana não se contém e ela mesma tinha a calcinha, essa é a senha para o próximo passo, começo um oral nela com uma boa ideia do que vem a seguir. Lana é de gozo fácil, então chupo sua buceta sentindo ela gozar algumas vezes. Sim, isso mesmo, no plural.
Ela retribui o oral me deixando totalmente pronto, proteção feita, começamos num PPMM lento, bem namoradinhos, enquanto vou apreciando tudo q é possível nessa mulher, a pele macia, o cheiro bom, o beijo doce, o gemido intenso, a intimidade úmida. Peço de quatro, ela atende sem exitar, ritmo acelerado, visão singular do corpo de Lana e de suas expressões pelo espelho. Ela pede de ladinho, atendo sem pestanejar, o que ela gosta dessa posição é uma barbaridade, pede mais e mais... Ela vem por cima, senta sem dó, maltrata, desacelera, beija com carinho, fala uma obscenidade no pé do ouvido, rebola devagar e repete o processo até o sujeito que vos escreve perder o juízo. Dessa vez não era uma corrida de cem metros, era uma maratona, de prazer, de corpos entrelaçados, de sensações...Frango assado na beira da cama, ritmo frenético, ambos ofegantes, vou o mais fundo que posso sentindo Lana totalmente encharcada, vamos chegando no nosso limite, terminando completamente exaustos. Conversa, beijos, carícias... O tempo dá o ar da graça, zero vontade de ir embora, pagamento feito, nos despedimos sabendo que esse encontro ainda vai ter várias edições.
THUG LIFE BABY!
