BEIJO
SIM - GOSTEI
ORAL
SIM - SEM CAMISINHA
ORAL COMPLETO
SIM
ANAL
NãO
TAXA ANAL
R$0.00
REPETECO
SIM

"EU SOU ERRO"
Erro, ao ser abordado na santidade de seu lar por um adolescente armado e vestido da cabeça aos pés de verde
É, senhores... quem nunca errou, que atire a primeira pedra!
Explico-me: como bom andarilho de puteiros que sou, tenho uma mania — quando encontro uma Nobre Trabalhadora da Noite que me agrada, costumo repetir a dose. Especialmente quando não estou no espírito de desbravar território novo ou gastar energia interagindo com alguém diferente. No entanto, se repararem, raramente posto mais de um relato com a mesma garota. O motivo é simples: até hoje, nunca aconteceu de um atendimento posterior ser tão discrepante que merecesse atualização (seja de positivo para neutro ou negativo, e vice-versa). Some-se a isso o fato de eu não cultivar o hábito de trocar contatos: eventualmente, as andanças das moças as levam para outras paragens, e resta apenas a lembrança.
Outro detalhe: tenho a péssima mania de acumular relatos para escrever todos de uma vez quando sento ao computador. Dessa vez, no entanto, deixei um furo (no bom sentido, claro): estava convencido de já ter registrado minha experiência com esta moça, e só agora, por acaso, percebi que nunca o fiz.
E como não gosto de serviços inacabados, minha consciência me obriga a deixar o relato. Até porque a moça sempre me tratou com uma atenção rara — coisa cada vez mais escassa nos muquifos do centro, onde o padrão de beleza e de atendimento parece despencar ladeira abaixo.
Vamos, então, ao que interessa.
A Sol é uma mulata magrinha, mas com o corpo firme, quase talhado em pedra. Usa um cabelo black power de presença, rosto bonito e um sorriso que poderia iluminar os becos mais escuros (e os confrades que me leem sabem: sorriso é meu ponto fraco). Além disso, é absurdamente simpática, conversa solta, gente boa de verdade.
Não vou me alongar e tentar descrever o primeiro encontro — já faz tempo — mas digo sem rodeios: ela é uma das melhores transas que já tive. Se entrega de corpo e alma, sem frescura. O ponto alto? O oral. A mulher é um furacão, daqueles que não dão trégua, e para completar, toma o Yakult até a última gota, sem cerimônia.
Reitero: pelo preço, pela localidade (um dos lixos mais arrumados do centro, tranquilamente) e pelo horário (a 202 só fecha quando o último cliente vai embora), não há muito o que pensar.
