BEIJO
SIM - GOSTEI
ORAL
SIM - SEM CAMISINHA
ORAL COMPLETO
SIM
ANAL
NãO
TAXA ANAL
R$0.00
REPETECO
SIM
CAPÍTULO 1 – GUERREIRO ADORMECIDO, CONTATO E ENCONTRO
Era uma vez, no mundo encantado do Arena, uma linda e gostosa princesa chamada Alice Durant, também conhecida como a Branca de Neve do Arena.
Também havia um rapaz chamado Andrews, que andava cabisbaixo, uma vez que seu guerreiro estava adormecido.
Então, ele mandou, sem muita esperança, uma mensagem para a princesa perguntando se ela teria um horário de manhã na sexta-feira, dia 29/08. Como ela tinha, ele tratou logo de marcar.
Chegado o grande dia, o rapaz dirigiu-se para o novo castelo da princesinha (RB 156) e, uma vez liberada a sua entrada, ele subiu.
Ele tocou a campainha. Alice abriu a porta. Ela usava uma lingerie preta que realçava as curvas de seu corpo. A princesa era bela e gostosa. Ela ofereceu-lhe uma toalha, prontamente aceita. Banho tomado, ele partiu para a cama, onde sua princesa já o aguardava.
CAPÍTULO 2 – O BEIJO DA PRINCESA E O DESPERTAR DO GUERREIRO
A princesa levantou-se e eles se aproximaram lentamente. Quando os lábios se encontraram, o toque começou suave, mas logo ganhou intensidade. As bocas se encaixaram como se fossem feitas uma para a outra, explorando cada detalhe com desejo e urgência. O calor cresceu, o coração disparou e por um instante o mundo pareceu desaparecer, restando apenas a entrega e a paixão que se traduziam naquele beijo profundo e cheio de intensidade.
Era um beijo vigoroso, quase faminto. As bocas moviam-se com voracidade, explorando-se, trocando calor, saliva e desejos. A respiração ficou entrecortada, os corpos estavam colados, o sangue fervendo. Era um beijo ardente, feroz. As mãos de Andrews procuraram o corpo da princesa, explorando cada centímetro, cada detalhe, desbravando suas curvas.
Cada segundo daquele beijo parecia eterno, incendiando a pele, fervilhando o sangue, acelerando o coração.
Nesse turbilhão de emoção e sentimentos, o guerreiro despertou de seu sono.
CAPÍTULO 3 – BANHO DE LÍNGUA NA PRINCESA
O rapaz quis retribuir toda aquela entrega. Então, deitou-a na cama com cuidado. Ainda se beijaram mais um pouco. Ele fixou os olhos nela. Seus lábios traçaram um caminho lento pela pele macia, descendo lentamente, deixando rastros de calor em cada toque. O corpo dela reagia, arqueando levemente, como se pedisse mais a cada segundo. Pescoço, seios, barriga, umbigo... Quando finalmente alcançou o destino do seu desejo, não houve pressa. Ele explorava com suavidade, alternando ternura e intensidade, saboreando cada instante da entrega dela. Ele começava com chupadas no seu clitóris, deslizava sua língua pela extensão da sua vagina, já toda molhadinha, terminando no seu cuzinho e detendo-se ali por alguns instantes, quando depois repetia todo o processo. Ele continuava, firme, atento a cada resposta do corpo dela, como um músico que conhece cada nota da sua melodia favorita.
CAPÍTULO 4 – A BOCA VORAZ DA PRINCESA
Ela se aproximou dele com um olhar carregado de promessa, como se cada gesto fosse calculado para atiçar ainda mais o desejo. Seus lábios roçaram a pele dele lentamente, descendo por um caminho demorado, provocando-o a cada toque. O corpo dele reagia com espasmos sutis, denunciando a expectativa que crescia.
Quando finalmente chegou ao ponto que ele tanto ansiava, ela se entregou em uma mistura de delicadeza e intensidade, explorando-o com cuidado, alternando movimentos suaves e mais profundos, como quem domina uma arte secreta.
Ele cerrou os olhos, a respiração tornando-se pesada, um gemido escapou-lhe involuntariamente. Cada instante era um choque de prazer, uma vertigem deliciosa que o deixava sem chão.
Quando o ritmo aumentou, a tensão dentro dele se transformou em pura rendição. O prazer tomou conta de todo o seu corpo, arrebatador, deixando-o entregue, vulnerável, mas ao mesmo tempo completamente satisfeito, como se nada mais existisse além dela e daquele instante.
Então, ele pediu um “meia nove” e ela deslizou por cima dele com suavidade. Seus corpos encontraram uma nova posição, onde desejo e entrega se equilibravam em perfeita harmonia. Agora não havia diferença entre quem dava e quem recebia: os dois se exploravam ao mesmo tempo. Era um ciclo infinito — o suspiro de um se transformava no gemido do outro, o arrepio que começava em um corpo terminava no outro. A cada movimento, o calor crescia, os ritmos se cruzavam, e parecia impossível distinguir onde terminava o prazer de um e começava o do outro. Estavam fundidos, não apenas pelos corpos, mas pelo desejo mútuo, pela necessidade urgente de se devorarem por inteiro.
CAPÍTULO 5 – A PRINCESA CAVALGA COMO UMA AMAZONA
Armadura posta no guerreiro, Andrews pediu que ela viesse por cima. Alice, obediente, girou sobre ele com um sorriso malicioso, o corpo ainda vibrando da intensidade que já haviam partilhado. Com movimentos lentos, deixou-se deslizar até se encaixar nele e um arrepio percorreu os dois ao mesmo tempo.
A princípio, o ritmo foi suave, quase um jogo de provocação. Ela controlava cada gesto, cada balanço, saboreando a sensação de conduzir o prazer. Os cabelos soltos deslizavam sobre seus ombros, e o olhar dela, profundo e firme, não deixava que ele desviasse os olhos.
Logo, porém, a calma deu lugar à agitação. Seu quadril se movia com mais intensidade, acelerando o compasso, fazendo-o perder o fôlego. Ele segurava sua cintura com força, ora tentando acompanhar, ora se rendendo ao domínio dela.
O quarto se encheu de gemidos e respirações entrecortadas, e a cada movimento a conexão entre os dois parecia mais profunda, mais inevitável. Era uma dança selvagem, onde ela conduzia com firmeza, e ele se entregava, tomado por uma onda crescente de prazer que ameaçava romper a qualquer instante.
Então, ele puxou-a e passou a sugar seus seios. Andrews encontrou o ponto fraco da princesa, que logo se rendeu. Os gemidos dela eram mais intensos, sua respiração mais acelerada, seu corpo emanava calor e seu coração disparou. Suas pupilas dilataram, seus pelos arrepiaram, seu corpo estremeceu e, como uma explosão de sentimentos e prazer, o orgasmo de Alice veio. Arrebatador, irresistível, intenso. O corpo inteiro dela pulsava sobre o dele, enquanto o orgasmo se espalhava em ondas, cada vez mais fortes, até que, exausta, deixou-se cair sobre o peito dele, ainda ofegante, com um sorriso de puro deleite.
CAPÍTULO 6 – DE QUATRO É PURA MALDADE
Alice logo se recompôs e quis retribuir. Maldosamente, ela ficou de quatro na cama, se oferecendo para ele num convite silencioso.
O rapaz levantou-se, pôs-se à beira da cama, posicionou seu guerreiro e foi introduzindo devagar até preenchê-la totalmente. Então Andrews foi num ritmo compassado, enchendo o quarto com o som dos corpos que se encontravam. Cada investida dele fazia com que ela arqueasse ainda mais, soltando gemidos que enchiam o ar como música.
As mãos dele deslizavam por sua cintura, firmes, segurando-a, guiando a cadência. Em alguns momentos, desciam pelas curvas dela, acariciando, apertando, como se quisesse gravar em si cada detalhe.
😈😍🤤Pura Maldade🤤😍😈
CAPÍTULO 7 – O GUERREIRO TOMBA
Andrews deita na cama, retira a armadura do guerreiro e Alice entende o que ele quer. Ela desceu lentamente pelo corpo dele até encontrar seu guerreiro pulsante e vigoroso. Então ela o atacou, como uma leoa que avança sobre a presa. Em questão de segundos o guerreiro foi engolido, devorado.
O sangue de Andrews fervilhava. Seus dedos se enroscavam nos cabelos de Alice, não para apressá-la ou mesmo para contê-la, mas porque precisava de algo a que se agarrar.
O prazer crescia, arrebatador, e ele já não conseguia conter os gemidos, até que, tomado por uma força irresistível, entregou-se por completo. O corpo dele estremeceu em espasmos intensos. O orgasmo veio como uma explosão: enérgico, pujante, potente, avassalador. Ela não se afastou — permaneceu ali, recebendo cada gota do seu sêmen até que o guerreiro tombou de lado, novamente caindo em sono profundo, porém feliz, realizado, sonhando com o momento em que a bela princesa o despertará novamente.
- FIM -
Senhores, é isso!!! Depois ainda ficamos na cama enroscados conversando um pouco, fui tomar uma ducha, pagamento feito e rua.
Se vocês procuram uma mulher bonita, gostosa, ardente, simpática, que se entrega de corpo e alma, podem ir sem medo na Alice Durant.
Alicinha, minha querida, nosso TD quase não saiu, né? Mas eu sou persistente. Não desisti de você e me dei bem. Obrigado pela manhã maravilhosa que passamos juntos. Você é maravilhosa!!!
❤️Perfeita❤️